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O Último Sermão de John Bunyan

 

Pregado em julho de 1688

“Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:13)


Essas palavras têm uma relação com o que foi dito anteriormente e, portanto, devo encaminhar você para o contexto anterior para que possamos entendê-las corretamente. Aqui está: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome”. Nessas palavras, você tem duas coisas:

Em primeiro lugar, alguns de Seus próprios O rejeitaram quando Jesus Se ofereceu a eles.

Em segundo lugar, outros próximos a Ele O receberam e O deram boas-vindas. Aqueles que O rejeitam, Ele também os rejeita; mas aqueles que O recebem, dá-lhes poder de se tornarem filhos de Deus. Agora, para que ninguém o veja como boa sorte ou fortuna, Ele diz: “Eles não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. Os que não O receberam, só nasceram da carne e sangue; mas aqueles que O recebem têm a Deus como Seu Pai; estes recebem a doutrina de Cristo com um desejo veemente.

Em primeiro lugar, eu lhes mostrarei o que Jesus quer dizer com “sangue”. Aqueles que creem são nascidos para isso, como um herdeiro nasce para uma herança; eles são nascidos de Deus; não da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus; não do sangue, ou seja, não por geração; não nascidos para o Reino dos Céus pela carne; não porque eu sou o filho de um homem piedoso ou de uma mulher piedosa. Isso é entendido por sangue, Atos 17:26: “E de um só sangue fez toda a geração dos homens”. Mas quando ele diz aqui, “não do sangue”, Jesus rejeita todos os privilégios carnais que eles se gloriam em ter. Eles se gloriam que são descendentes de Abraão. Não, não, diz Jesus, não é pelo sangue; não pensem vocês que têm Abraão como pai, vocês devem nascer de Deus, se querem ir para o Reino dos Céus.

Em segundo lugar, “nem da vontade da carne”. O que devemos entender por isso?

É tomado daquelas inclinações veementes que estão no homem para todo o tipo de devassidão, cumprindo os desejos da carne. Isso não deve ser entendido aqui; os homens não são feitos filhos de Deus cumprindo os seus desejos lascivos; deve haver uma compreensão melhor aqui. Não existe apenas em homens carnais uma vontade de ser vil, mas há neles uma vontade de ser salvo, também; uma vontade de ir para o céu. Mas isso não funcionará, isso não privilegiará um homem nas coisas do reino de Deus. Desejos naturais pelo mundo vindouro não são um argumento para provar que um homem irá para o céu quando morrer. Eu não sou a favor do livre-arbítrio, abomino-o; mesmo no pior homem, ele deseja em algum momento ou outro ser salvo. Ele lerá em algum momento ou outro; orará; mas isso não funcionará: “Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece”; ele quer e corre, ainda assim em vão. Romanos 9:16: “Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça”. Aqui eu não entendo como se o apóstolo negasse um curso virtuoso de vida como sendo o caminho para o céu, mas sim, que um homem sem a graça, apesar de ter dons naturais, ainda assim não terá o privilégio de ir para o céu e de ser um filho de Deus. Então, um homem sem a graça pode ter uma vontade de ser salvo, mas ele não pode ter essa vontade de acordo com o caminho de Deus. A natureza conhece somente as coisas da natureza; as coisas de Deus não são conhecidas por nenhum homem, mas sim pelo Espírito de Deus; a menos que o Espírito de Deus esteja em você, Ele deixará você neste lado dos portões de céu: “Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:13). Alguns podem ter vontade, um desejo que Ismael seja salvo; saiba disso, isso não salvará o seu filho. Se fosse por nossa vontade, gostaria que todos vocês fossem para o céu. Quantos de nós oramos por nossos filhos e choramos por eles, e estamos prestes a morrer; e essa vontade foi em vão? A vontade de Deus é a regra de todos; a salvação é somente por meio de Jesus Cristo, “os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:13). Agora, apresentarei a doutrina.

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O Espírito Santo na Vida e no Ministério de Jesus Cristo: Um Esboço do Capítulo 8:3 da Confissão de Fé Batista de 1689 │ Por Earl Blackburn

 

— The Founders Journal • Outono de 2014 | Nº 98 —

O Espírito Santo na Vida e no Ministério de Cristo


“O Senhor Jesus em Sua natureza humana assim unida à Divina na Pessoa do Filho, foi santificado e ungido com o Espírito Santo sobremaneira; tendo em Si todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento, em Quem aprouve a Deus que toda a plenitude habitasse...” (CFB1689 8:3, grifo nosso).[1]


INTRODUÇÃO:
 

No Evangelho de João 3:22-36, são reveladas várias características sobre Cristo a que devemos prestar mais atenção para a edificação do corpo de Cristo:

 

1. Cristo é quem proporciona a iluminação salvífica (vv. 27-29)

2. Cristo é o Preeminente — Ele deve crescer constantemente e Seus ministros devem diminuir constantemente (v. 30)

3. Cristo é acima de tudo (vv. 31-32)

4. Cristo fala a Palavra de Deus como Profeta designado por Deus (v. 34a)

5. Cristo possui o Espírito sem medida (v. 34b)

6. Cristo é o principal deleite do Pai (v. 35a)

7. Cristo tem todas as coisas colocadas em Sua mão (singular) (v. 35b)

8. Cristo é o centro de toda crença salvífica (v. 36a)

9. Cristo é o teste decisivo da vida e da morte (v. 36b)


De particular interesse é o versículo 34b (“...pois não lhe dá Deus o Espírito por medida”), o que leva à declaração da Confissão acima. Todos os crentes têm o Espírito Santo em um grau que pode ser medido; ninguém possui todas as graças e dons do Espírito. Cristo, no entanto, possuía o Espírito Santo plenamente, sem medida.

A relação entre Cristo e o Espírito Santo é necessariamente definida pela união hipostática das duas naturezas de Cristo. Leão I (c. 449) de Roma escreveu um magnífico tratado, equilibrando as verdades exegéticas dos Concílios de Niceia, Constantinopla e Éfeso. É conhecido historicamente como Tomo de Leão e tornou-se o ensino bíblico e fundacional sobre a pessoa de Cristo no Concílio de Calcedônia (451) e nas igrejas Católicas e Protestantes ocidentais de hoje. Notável é sua precisão incomum no belo equilíbrio da verdade:

 

Aquele que se fez homem na forma de servo é Aquele que na forma de Deus criou o homem... Assim, na natureza completa e perfeita da verdadeira humanidade, nasceu o verdadeiro Deus — completo nas suas propriedades e completo nas nossas propriedades... um e o mesmo mediador entre Deus e o homem, o homem Jesus Cristo, deve ser capaz tanto de morrer em relação a um quanto de não morrer em relação ao outro... Cada forma realiza em conjunto com o outro o que é apropriado para isso, a Palavra realizando o que pertence à Palavra, e a carne realizando o que pertence à carne. O um resplandece com milagre, o outro sucumbe aos ferimentos... por causa desta unidade de pessoa para ser compreendida em ambas as naturezas, diz-se que o Filho do Homem desceu do céu quando o Filho de Deus se tornou carne da Virgem de quem nasceu; e novamente o Filho de Deus é dito ter sido crucificado e sepultado, embora Ele sofreu aquelas coisas não na própria Divindade, em que o Unigênito é coeterno e consubstancial ao Pai, mas na fraqueza da natureza humana.


A definição de Calcedônia (d.C. 451) contém a conclusão de credal:
 

Nós, então, seguindo os santos Pais, e todos com o mesmo espírito, ensinamos os homens a confessarem um único e mesmo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, o mesmo perfeito em Divindade e perfeito em humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, de uma alma racional e corpo; consubstancial com o Pai segundo a Divindade, e consubstancial conosco segundo a Humanidade; em todas as coisas semelhante a nós, sem pecado; gerado antes de todas as eras pelo Pai segundo a Divindade, e nestes últimos dias, por nós e para nossa salvação, nasceu da Virgem Maria, a mãe de Deus, de acordo com a Humanidade; um e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis; a distinção das naturezas sendo de modo algum anulada pela união, mas antes, a propriedade de cada natureza sendo preservada, e concordante em uma Pessoa e uma Subsistência, não separada ou dividida em duas pessoas, mas um e mesmo Filho, e unigênito, a Palavra de Deus, o Senhor Jesus Cristo; como os profetas, desde o início declararam sobre Ele, e o Senhor Jesus Cristo nos ensinou, e o Credo dos santos Pais nos anunciou.


NOTA: O Concílio de Calcedônia procurou delinear biblicamente a relação entre a humanidade de Cristo e a Sua divindade. Deve-se notar cuidadosamente que a conexão do Espírito Santo sendo dado a Cristo “sem medida” pertence a Sua plena humanidade!
 

A ideia fundamental relacionada com o Messias, era que Ele DEVERIA SER UNGIDO COM O ESPÍRITO... O título CRISTO ou MESSIAS foi dado ao Redentor a partir da unção peculiar do Espírito conferida a Ele, que era única em natureza e em grau. Os diferentes servos de Deus, que estavam cheios do Espírito, mas de outra maneira, ilustram esta observação em contraste... Mas com Cristo era completamente diferente. A plenitude infinita do Espírito que Lhe foi dada foi constante e ininterrupta, e o resultado da união hipostática — ou seja, foi o efeito da humanidade assumida em união pessoal pelo Filho unigênito. (George SmeatonThe Doctrine of the Holy Spirit [A Doutrina do Espírito Santo], p. 45)


I. O que é a Conexão Trinitária Entre Cristo e o Espírito Santo?

NOTA: Há dez eventos em que o Espírito Santo está conectado com a Pessoa e a Obra de Cristo:

A. Seu nascimento (Mateus 1:18-20)
 

“A encarnação é o mais profundo de todos os mistérios e o milagre no que todos os outros milagres estão ocultos...” (J. Stuart HoldenThe Price of Power [O Preço do Poder], p. 49)


1. Foi pela concepção do Espírito Santo que o eterno Filho de Deus se tornou o Filho do Homem; e

2. é claro que o nascimento virginal possibilitado pelo Espírito Santo era necessário para preservar o Messias de toda impureza do pecado;

3. O nascimento virginal não criou uma pessoa, mas um corpo e uma natureza humana;

4. esta natureza humana era da substância de Maria, única e sobrenatural, constituída por todos os elementos de nossa própria natureza humana;

5. A natureza humana de Cristo sofreu o processo de desenvolvimento exato de crescimento físico, crescimento racional e crescimento moral como qualquer outro ser humano;

6. Deus encarnado foi formado pelo Espírito Santo.

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Devocional Banco da Fé • 24 de Abril

 

Condição da Bênção

“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Malaquias 3:10)


Muitos leem e pleiteiam essa promessa sem perceber a condição sob a qual a bênção é prometida. Não podemos esperar que o céu esteja aberto ou que a bênção seja derramada, a menos que paguemos as nossas dívidas ao Senhor nosso Deus e à Sua causa. Não haveria falta de recursos para fins santos, se todos os cristãos professos pagassem aquilo que é justo.

Muitos são pobres porque roubam a Deus. Muitas igrejas, também, perdem a visitação do Espírito, porque fazem os seus ministérios padecerem de fome. Se não houver refeição para os servos de Deus, não precisamos ficar surpresos por seus ministérios nutrirem pouco as nossas almas. Quando as missões definham por falta de recursos e a obra do Senhor é prejudicado por causa de um cofre vazio, como podemos esperar muita prosperidade em nossas almas?

O que tenho dado nos últimos tempos? Eu fui avarento diante do meu Deus? Tenho sido limitado com o meu Salvador? Isso nunca fará bem. Que eu dê ao meu Senhor Jesus o Seu dízimo, ajudando os pobres e ajudando a Sua obra, e em seguida, provarei o Seu poder para me abençoar muitíssimo.

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Devocional Banco da Fé • 23 de Abril

 

Nenhum Medo da Morte

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte.” (Apocalipse 2:11)


Precisaremos experimentar a primeira morte, a menos que o Senhor volte de repente. Por isso, permaneçamos em prontidão, aguardando-O sem medo, já que Jesus transformou a morte em uma sombria sepultura em uma passagem que conduz à glória.

A única coisa a ser temida não é a primeira, mas a segunda morte, e não a separação da alma do corpo, mas a separação final de todo o homem de Deus. Esta é a morte de fato. Esta morte mata toda paz, alegria, felicidade e esperança. Quando Deus se vai, tudo se vai. Essa morte é muito pior do que deixar de existir.

Agora, se pela graça de Deus nós lutarmos até o fim e vencermos o glorioso combate, nenhuma segunda morte será capaz de colocar o seu dedo frio sobre nós; não teremos medo da morte e do inferno, pois receberemos uma coroa de vida que nunca se corrompe. Como isso nos estimula para a luta! A vida eterna vale a batalha de uma vida. Escapar do dano da segunda morte é algo digno pelo qual lutar durante a vida inteira.

Senhor, dá-nos fé para que possamos vencer, e concede-nos a graça de permanecermos seguros, apesar do pecado e de Satanás ao nosso redor!

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Devocional Banco da Fé • 22 de Abril

 

O Poder de Levantar

“O Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor levanta os abatidos.” (Salmo 146:8)


Estou abatido? Então, que eu pleiteie esta palavra graciosa diante do Senhor. É o Seu modo usual de agir, Seu costume, Sua promessa e o Seu deleite levantar os que estão abatidos. Um senso do pecado e uma depressão de espírito que me angustiam? Então, neste caso, a obra de Jesus é levantar-me para que eu descanse. Oh, Senhor, levanta-me, por amor da Tua misericórdia!

Ocorreu alguma triste perda ou grande queda? Aqui, novamente, o Consolador comprometeu-Se a consolar. Que misericórdia para nós que uma Pessoa da santíssima Trindade seja o Consolador! Esta obra será bem feita, já que está sob os cuidados de um Ser tão glorioso.

Alguns estão muito abatidos, pois somente Jesus pode curá-los de sua enfermidade; mas Ele pode fazê-lo. Ele pode levantar-nos à saúde, à esperança e à felicidade. Ele tem feito assim com frequência sob aflições passadas, e Ele é o mesmo Salvador e repetirás os Seus atos de benignidade. Nós, que hoje estamos abatidos e entristecidos podemos ser levantados, e aqueles que agora zombam de nós ficarão muito confundidos. Que honra é ser levantado pelo Senhor! Sendo assim, é bom estarmos abatidos, para que possamos experimentar o Seu poder de levantar.

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Devocional Banco da Fé • 21 de Abril

 

Deus Retribui

“Ao Senhor empresta o que se compadece do pobre, ele lhe pagará o seu benefício.” (Provérbios 19:17)


Devemos dar aos pobres por compaixão. Não devemos buscar ser vistos e aplaudidos, e muito menos obter influência sobre eles; mas por pura solidariedade e compaixão devemos oferecer-lhes ajuda.

Não devemos esperar receber nada em troca dos pobres, nem mesmo a gratidão; mas devemos considerar o que fizemos como um empréstimo ao Senhor. Ele assume a obrigação, e, se olharmos para Ele, não devemos olhar para outros. Que honra o Senhor nos concede quando Ele condescende emprestar de um de nós! É grandemente favorecido aquele comerciante que tem o Senhor como um daqueles em seus registros. Seria triste que tal empréstimo fosse de uma ninharia insignificante; consideremos envolver grandes quantias. Ajudemos o próximo homem necessitado que vier até nós.

Quanto ao reembolso, dificilmente podemos pensar sobre isso, e ainda assim aqui o reembolso está assegurado pelo Senhor. Bendito seja o Seu nome, pois a Sua promessa de pagar mais do que ouro e prata. Nós estamos fazendo pouco devido à dificuldade dos tempos? Ousemos humildemente apresentar este propósito no banco de fé. Algum de nossos leitores tem oprimido os pobres? Pobre alma. Que o Senhor lhe perdoe.

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II Coríntios 4

  • Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus... Veja mais

Reflexões

"E assim fez Ezequias em todo o Judá; e fez o que era bom, e reto, e verdadeiro, perante o SENHOR seu Deus. E toda a obra que começou no serviço da casa de Deus, e na lei, e nos mandamentos, para buscar a seu Deus, ele a fez de todo o seu coração, e prosperou."
(II Crônicas 31:20-21)
Sola Scriptura!
"Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas. Porque contigo entrei pelo meio duma tropa, com o meu Deus saltei uma muralha. O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; é um escudo para todos os que nele confiam."
(Salmo 18:28-30)
Sola Scriptura!
"A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente."
(Salmo 19:7-9)
Sola Scriptura!

A Confissão De Fé Batista de 1689

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    Uma Palavra dos Editores A fé é a base da alegria verdadeira. O Objeto da Verdadeira Fé Evangélica é o Senhor Jesus Cristo, segundo as Escrituras test... Download

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