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A Interpretação das Escrituras • Cap. 15 • A. W. Pink

A Interpretação das Escrituras • Cap. 15 • A. W. Pink




Capítulo 15

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1 Coríntios 10:1-4 fornece outra ilustração do que estamos tratando aqui, a saber, o conteúdo espiritual de muitas passagens na Palavra de Deus: “Ora, irmãos, não quero que ignoreis que nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem, e todos passaram pelo mar. E todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar, e todos comeram de uma mesma comida espiritual, e beberam todos de uma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo”. Como uma questão de fato, histórica e divinamente registrada, eles comeram do alimento físico e beberam da água que, literalmente, fluiu de uma pedra; ainda assim, por mais três vezes o apóstolo declarou que o mesmo ocorria de modo espiritual. Ao fazê-lo, Paulo não estava apenas intencionando que havia uma estreita analogia entre o relacionamento de Deus com os hebreus do passado e com os Seus santos hoje; antes, ele estava insistindo que as experiências no deserto de Israel segundo a carne esboçavam as experiências da alma de Israel segundo o espírito. Não é apenas que as instituições divinas sob o judaísmo possuíam um significado simbólico e típico, mas que os Cristãos entram na substância espiritual do que eles tinham apenas como sombras. Cristo é o nosso altar (Hebreus 13:10), nossa páscoa (1 Coríntios 5:7), nosso Sumo Sacerdote (Hebreus 4:14). Em Cristo nós somos circuncidados espiritualmente (Colossenses 2:11).

“Mas chegastes ao monte Sião” (Hebreus 12:22) também deve ser entendido espiritualmente, e não de modo literal. Isso deve ser bastante óbvio, mas, por causa das ideias grosseiras e carnais dos Dispensacionalistas modernos há necessidade que insistamos nesse ponto. Essa é uma das muitas passagens em que as bênçãos e privilégios da Nova Aliança são expressos em linguagem extraída da Antiga, o antítipo sendo apresentado sob a fraseologia do tipo. Assim, quando Cristo anunciou o livre caminho que agora há entre o Céu e a Terra, e o que Sua obra redentora efetuaria, Ele o descreveu em palavras tiradas da visão de Jacó: “Na verdade, na verdade vos digo que daqui em diante vereis o Céu aberto, e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem” (João 1:51). Tão notável e plena foi essa declaração, que contém muito mais em si do que foi discernido pela maioria dos expositores. Ele não somente declarou que seria restaurada uma relação bendita entre os santos espíritos do mundo superior e os santos enquanto aqui em baixo, mas também revelou a base sobre a qual essa relação se baseia, fornecendo a chave para passagens como Atos 12:7 e Hebreus 1:14. Deve ser cuidadosamente observado que Cristo aqui refere a Si mesmo como “o Filho do homem”, um título que alude uniformemente à Sua auto-humilhação como o último Adão, ou a algumas das consequências da Sua obediência até à morte.

Como o resultado da morte expiatória de Cristo, um novo e vivo caminho foi aberto na presença de Deus, os pecadores lavados pelo sangue têm o direito de se aproximarem dEle, em plena certeza de fé. Mas João 1:51 ensina algo mais do que o Redentor ser o elo da união entre o Céu e a Terra, o único Mediador entre Deus e os homens; a saber, que um dos frutos preciosos de Sua obra expiatória é a restauração daquela relação, há tempos rompida, entre os homens e os anjos. Como Cristo derrubou a parede de separação entre judeus e gentios através da Sua morte na cruz, tendo assim matado a inimizade que havia entre eles, dessa forma Ele também pôs fim ao estranhamento que o pecado causara entre anjos e homens; eles são considerados como os dois ramos de uma mesma família, reunidos e unidos sob uma cabeça (Efésios 1:10). Pelo sangue da Sua cruz, Cristo reconciliou todas as coisas no Céu e na Terra (Colossenses 1:20), unindo-os em uma feliz comunhão, e por essa razão um anjo diz a João: “Sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 19:10). Assim João 1:51 nos ensina que Cristo é o Mediador de uma comunhão espiritual entre os habitantes da Terra e do Céu, e o Mantenedor dessa comunhão.

Agora, como Cristo anunciou a unidade que Ele produziria entre os anjos e Seu povo por uma alusão à visão de Jacó, assim Ele se referiu ao paraíso como o “seio de Abraão” (Lucas 16:22), e Seu apóstolo falou da Nova Aliança (prefigurada por Sara) como “a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós” (Gálatas 4:26) e os santos do Novo Testamento como “circuncisão” (Filipenses 3:3). De modo semelhante (para voltar a Hebreus 12:22), quando Ele disse: “Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo”, se referiu à “Sião” espiritual, ou àquele estado abençoado e glorioso no qual os crentes foram chamados pelo Evangelho. Essa linguagem olha para trás, é claro, para o Antigo Testamento, onde (de acordo com as diferentes grafias em hebraico e grego) é chamado de “Sião”, o que representou ou exemplificou a maior revelação da graça divina nos tempos do Antigo Testamento. Era o lugar de habitação de Deus (Salmos 76:2). Era o objeto do amor especial de Deus e o local de nascimento dos seus eleitos: “O Senhor ama as portas de Sião, mais do que todas as habitações de Jacó. Coisas gloriosas se dizem de ti, ó cidade de Deus. (Selá)... E de Sião se dirá: Este e aquele homem nasceram ali; e o mesmo Altíssimo a estabelecerá” (Salmos 87:2,3,5). A salvação e todas as bênçãos eram ditas ser provenientes de Sião (Salmos 128:5, 134:3).

Sião não era apenas o local do templo, mas o trono a partir do qual Davi reinou e governou o reino de Israel, emitindo suas leis e estendendo o poder do seu governo sobre toda a terra santa. Como tal, prefigurava o reino do Messias. É (em cumprimento da promessa do Pai) para Sião celestial que o Senhor Jesus foi exaltado (Salmos 2:6, e cf. Hebreus 2:9), e Ele estende o Seu cetro sobre os corações de Seu povo. Sião é onde o Davi espiritual é entronizado, e de onde “a vara da Sua força” é manejada, não só para trazer os Seus remidos em submissão voluntária, mas dominará “no meio dos teus inimigos” (Salmos 110:2; Isaías 2:3). Assim, ao dizer aos crentes do Evangelho: “Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo”, o Espírito Santo assegura que a eles foi dada uma participação pessoal em todas as coisas notáveis ditas sobre Sião em qualquer passagem nas Escrituras, e que o conteúdo espiritual daquelas boas coisas pertence aos santos do Novo Testamento em particular, e que eles têm acesso ao trono espiritual do antítipo Davi — o trono da graça. Uma vez que “todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém...” (2 Coríntios 1:20), então aqueles que estão em Cristo têm o direito e os títulos a todas as coisas gloriosas faladas de Sião no Antigo Testamento. Compare Josué 1:5 e Hebreus 13:5-6, para uma ilustração desse princípio.

Há um outro tipo de passagens, um pouco diferentes daquelas citadas acima, que precisa ser considerado no âmbito do presente tópico sobre a importância espiritual de versos da Palavra. Estes podem ser adequadamente introduzidos por uma declaração em Apocalipse 11:8: “E os seus corpos jazerão na praça da grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde também o seu Senhor foi crucificado”. Como poderia muito bem ser esperado, mesmo por aqueles que têm apenas relativamente pequena familiaridade com as numerosas obras sobre o Apocalipse, e com as suas diversas interpretações, os comentaristas diferem amplamente em suas explicações sobre esse verso. Não nos propomos acrescentar a esse grande número, tentando identificar as “duas testemunhas” ou determinar se a “grande cidade” onde eles jazerão mortos deve ser entendida literal ou simbolicamente, nem se a referência é a algum lugar ou algo no passado, no presente ou no futuro, pois tais especulações não possuem nenhum valor prático, oferecendo pequena ajuda na luta do bom combate da fé. É suficiente para o nosso presente propósito, simplesmente chamar a atenção do leitor para as palavras que temos em itálico, e apontar como essa afirmação estabelece mais uma vez o princípio de exegese que estamos ilustrando aqui.

Ao dizer que a “grande cidade” de Apocalipse 11:8, espiritualmente chama-se Sodoma e Egito, o Espírito Santo dá a entender que ela é caracterizada pelos mesmos males que a Escritura nos ensina a associar àqueles lugares, aquela imundície de Sodoma e crueldade do Egito, ao afligirem a vida do povo de Deus no passado, marcou a cena onde as duas testemunhas testificaram sobre Deus e foram mortos por sua fidelidade. É provável que a linguagem de Apocalipse 11:8 contenha uma alusão a Ezequiel 16:44-59, onde repetida menção é feita sobre uma Sodoma mística. “Mística”, dizemos, pois quando o Senhor declarou: “Eu, pois, farei voltar os cativos delas; os cativos de Sodoma e suas filhas” (v. 53), e a questão a ser feita, se ainda haverá uma restauração das históricas Sodoma e as outras cidades da planície, ou seja, apenas materializam o que deve ser entendido espiritualmente (por literalizar o que é figurado), e deveria transferir o assunto aqui falado do governo moral de Deus para com os homens, para o mero reino natural dos arranjos providenciais divinos referentes ao mundo material.

Quando o Senhor disse aos habitantes de Jerusalém: “Tu és filha de tua mãe, que tinha nojo de seu marido e de seus filhos... vossa mãe foi hetéia, e vosso pai amorreu” (Ezequiel 16:45), Ele estava acusando-os de serem culpados das mesmas abominações que caracterizavam os habitantes originais da Palestina, que muito precocemente apostataram de Deus, sendo entre os primeiros idólatras depois do grande dilúvio. “Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não fez Sodoma, tua irmã, nem ela, nem suas filhas, como fizeste tu e tuas filhas. Eis que essa foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado” (16:48-49). Deus se dirigiu assim à nação judaica apóstata e corrupta porque havia trilhado o caminho contaminado e imitado os pecados da antiga cidade de má fama. Designar o povo da aliança como “Sodoma”, porque a situação e costumes desses eram idênticos, era uma das maneiras mais solenes e impressionantes que poderiam ser empregadas para descrever a sua depravação inveterada e caráter vil. Claro, então, é que “hetéia”, “amorreu” e “Sodoma” nesses versos não devem ser considerados mais literalmente do que “Davi” em Ezequiel 34:23, ou “Balaão” e “Jezabel” em Apocalipse 2:14,20.

Mais uma ilustração desse tipo deve ser suficiente. Quando Seus discípulos perguntaram a Cristo: “Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro?”. Ele lhes respondeu: “Em verdade Elias virá primeiro”, e nos é dito: “Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista” (Mateus 17:10-13). Essa é uma das passagens que os Teosofistas apelam como apoio da sua crença na reencarnação, e se as palavras do Senhor fossem tomadas em seu valor literal, então deveríamos admitir que elas oferecem, no mínimo, alguma brecha para essa teoria. Como os Dispensationalistas de nossos dias, os escribas eram grandes defensores da letra da Escritura, e insistiam que aquela promessa divina: “Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor” (Malaquias 4:5), significava exatamente o que Ele disse. Aqui é certamente outro caso em questão, onde é necessário que o intérprete cuidadosamente compare Escritura com Escritura e anuncie o significado espiritual das palavras. Que João Batista não era a pessoa real do tisbita é bastante claro a partir de sua própria negação, pois quando ele foi perguntado: “És tu Elias?”, Ele declarou expressamente: “Eu não sou” (João 1:21). Por conseguinte, a questão permanece: O que nosso Senhor intencionava quando disse sobre o Seu precursor “Elias virá primeiro”?

Que Cristo estava afirmando uma verdade profunda, a qual pode ser apreendida apenas por almas espiritual e divinamente iluminadas, quando declarou que João Batista era Elias, é muito evidente a partir de Suas palavras aos apóstolos em Mateus 11:13-14: “Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João. E, se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir”. Essas palavras também continham uma repreensão indireta às suas crenças e sentimentos carnais a respeito do esperado reino do Messias. Seu acréscimo, “quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v. 15) confirma o que acabamos de sinalizar, pois essa exortação não era feita, exceto quando algo difícil para o homem natural entender estava em questão. João Batista foi rejeitado pelos líderes de Israel. Herodes o decapitou, e Cristo declarou que Ele também “padeceria” (Mateus 17:12), e isso era algo que dificilmente estaria de acordo com suas opiniões. Um Messias sofredor, cujo arauto tinha sido assassinado, era difícil de harmonizar com o ensinamento dos escribas relativos a Malaquias 4:5; ainda assim, não há nada nesse verso que deve nos fazer tropeçar hoje, pois o nosso Senhor revelou de modo muito claro o seu significado.

Além da elucidação de Malaquias 4:5, fornecida acima, deve ser ressaltado que a passagem-chave que abre o mistério é Lucas 1:17, onde foi anunciado que João viria antes de Cristo “no espírito e virtude de Elias”, linguagem que significa manifestamente que ele não era uma reencarnação do tisbita. A unidade essencial dos dois homens em seu caráter e obra transmitiam a ideia de que o anterior seria uma profecia do outro. O último apareceu num momento em que as condições eram muito semelhantes àquelas que caracterizaram o estado de Israel nos dias de Acabe. As semelhanças entre os dois homens são muitas e notáveis. João era essencialmente um pregador do arrependimento. Ele era um homem de grande austeridade, vestido de forma semelhante ao profeta de Gileade. O julgamento real foi feito a respeito de sua fidelidade, e também pelo ódio e perseguição dos ímpios, mas ele era zeloso pelo Senhor, tanto em reprovar o pecado mesmo dos poderosos e na busca pela reforma de sua nação. Tanto a sua missão quanto a sua disposição eram semelhantes em caráter às de Elias.

Antes de deixarmos essa parte de nosso assunto complexo, um grupo muito mais numeroso de passagens, que também diferem consideravelmente daquelas já observadas, exige a nossa atenção, a saber, as que delineiam os altos e baixos da vida Cristã. Muitas delas são apresentadas em termos simples e literais, outras em linguagem altamente figurativa ou típica. Ainda outras estão escondidas atrás de acontecimentos históricos que foram divinamente designadas à sombra diante das provações e tentações, as rebeldias e quedas, os conflitos e castigos, as esperanças e as decepções, os avivamentos e restaurações dos santos nesta época. Temos deixado estas para o fim, não porque são de menor importância, mas porque exigem um expositor divinamente ensinado e maduro para lidar com elas. Elas demandam alguém que esteja bem familiarizado com o seu próprio coração, tanto com o funcionamento da corrupção quanto com as operações da graça em seu interior, bem como um com um conhecimento considerável dos “caminhos” de Deus, caso queria traçar as diferentes experiências de Seu povo como se registradas nas Escrituras. É relativamente fácil anunciar o significado espiritual de Êxodo 15:23-25, ou do Salmo 23, por exemplo; porém é mais difícil (embora necessário) anunciar o do Salmo 38:9-10, 63:1-2, 107:17-20; Provérbios 24:30-34; Isaías 17:10-11 e Oséias 2:14-15.

Vamos agora ilustrar a partir da história de Jonas, como esta retrata espiritualmente a experiência de muitos santos desviados. O Senhor deu a esse profeta um mandamento, mas este era contrário às suas inclinações naturais. Ele desobedeceu, buscando fugir “da presença do Senhor”, fazendo com que sua vontade própria enfraquecesse o espírito de oração e apreço pela Palavra. Jonas desceu para um navio, buscando as coisas do mundo. Deus começou a castigá-lo, através do envio de “um grande vento no mar” por causa de sua desobediência. Isso deveria ter falado em voz alta à sua consciência, mas, infelizmente, ele estava dormindo. Jonas não percebeu a primeira manifestação da insatisfação divina e, portanto, não estava incomodado quanto a isso. Assim é com um santo desviado: a consciência fica sonolenta quando Deus aflige, ele está muito entorpecido para “ouvir a vara”. Mas Deus não permitiria que Jonas ficasse indiferente. Ele foi severamente despertado de seu sono pelo comandante, as sortes foram lançadas e caíram sobre o próprio Jonas. Sua fala “levantai-me, e lançai-me ao mar” (1:12) era a linguagem desse desânimo que vem sobre alguém quando é levado a colher tempestades. No entanto, Deus não abandonou Seu filho rebelde e desesperado: Ele “preparou um grande peixe para engolir Jonas”, e sobrenaturalmente o preservou. A sequência é abençoada: disse esse homem errante: “Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu” (2:2); sim, e o libertou.

Em suas características essenciais, essas são as experiências comuns de um crente que, ao seguir inclinações carnais, está determinado a trilhar o seu próprio caminho. Em sua misericórdia o Senhor corrige alguém assim por causa de sua vontade própria e carnalidade. Quando ele age como “um novilho ainda não domado” (Jeremias 31:18), e adota uma conduta de desobediência, Deus frustra os seus planos de autogratificação e o impede de chegar a alguma Társis em que ele pôs o seu coração. O Senhor não permitirá que os Seus próprios façam o que quiserem. Por meio de Sua providência, um “grande vento” vem e frustra os seus desejos e projetos. Se eles não conseguem ver a mão de Deus nisso, e não se humilham penitentemente, em seguida, Sua vara ainda recai mais pesadamente sobre eles. Então, eles clamam a Deus em sua aflição. Observe como Jonas olhou para além de todos os instrumentos e reconheceu: “Porque tu me lançaste no profundo” (2:3) e confessou a sua loucura (2:8). Em sua afirmação: “o que votei pagarei” (2:9) nós vemos que ele foi restaurado a um espírito de submissão; enquanto sua declaração: “a salvação é do Senhor”, atribui livremente a sua restauração à bondade divina. Assim Jonas 1 e 2 contêm um retrato espiritual das tribulações de um santo que se rebela e da fidelidade e misericórdia de Deus em Seu lidar com ele.
 


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