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Confessando a Fé em 1644 e 1689, por James M. Renihan

Confessando a Fé em 1644 e 1689, por James M. Renihan




“... com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10:10).

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Estamos mui alegres e gratos por compartilhar com vocês, irmãos, esta preciosa publicação que o Senhor nos concedeu, mediante parceria com nosso irmão Rafael Abreu.

Recomendamos muitíssimo a leitura deste maravilhoso escrito sobre a história das duas grandes Confissões de Fé Batistas Particulares.

Eis o esboço deste belíssimo relato:

• O contexto dos membros de sete igrejas Batistas Calvinistas, em Londres, em 1644... Eles sabiam que era essencial demonstrar que... eles eram cidadãos obedientes à lei, que estavam sendo mal compreendidos e representados por muitos. Eles queriam e precisavam mostrar que eram bem ortodoxos em suas crenças teológicas, e que não tinham outra agenda senão o compromisso fiel e consciente para com Deus e Sua Palavra.

• Um dos principais objetivos ao publicar sua Confissão de Fé em 1644 era repudiar laços com os Anabatistas.

• A Primeira Confissão Londrina De 1644.

• Os Batistas estavam preocupados em demonstrar a todos que suas convicções doutrinarias, desde o começo, tinham sido ortodoxas e quase idênticas às convicções dos Puritanos à volta deles. Para tanto, eles procuraram os melhores meios disponíveis pelos quais poderiam provar que seus pontos de vista estavam, de fato, alinhados com as doutrinas das demais igrejas. Os Batistas fizeram isso ao elaborar uma Confissão de Fé.

• A Primeira Confissão Londrina em 1644: uma ferramenta apologética!

• A Segunda Confissão Londrina, juntamente com suas antecessoras de 1644/46, são talvez as Confissões Batistas mais influentes desde sua existência.

• Essa Confissão, com toda a sua influência, talvez seja mais bem entendida contra seu contexto histórico e teológico. Ela não apareceu repentinamente, o produto de uma súbita explosão de conhecimento teológico da parte de seu autor ou autores, mas seguindo o costume de elaborar bem uma Confissão, ela está amplamente vinculada a documentos Reformados mais antigos.

• Em ambas as suas Confissões, os Batistas usaram documentos existentes de propósito, para demonstrar seu consentimento com muito do pensamento teológico corrente... as doutrinas expressadas em ambas as Confissões Batista são as mesmas, mas eles escolheram basear a Confissão mais nova nos documentos mais recentes e amplamente disponíveis de Westminster e Savoy. Ao fazer isso, eles estavam declarando com vigor seu próprio desejo de serem colocados entre a Cristandade Inglesa Reformada e Confessional.

• Devemos observar quando as Confissões [Batistas] se afastam de algum desses documentos. São nesses pontos que os Batistas expressam suas contribuições distintivas à Teologia Cristã. Onde essas coisas estão mais evidentes, em ambas as Confissões? Claramente, no que diz respeito à doutrina da Igreja. Mesmo que pudessem concordar com muito do que era crido pelos Pedobatistas, os aspectos característicos de sua fé são encontrados nas declarações acerca da igreja. Aqui encontramos a diferença. Ambos esses documentos são documentos Batistas. A Eclesiologia foi a força motriz por trás do movimento Batista, e é a cabeça da teologia que dá a essas confissões suas ênfases distintas, diferentes da Verdadeira Confissão e da Declaração de Savoy.

• As Origens Da Segunda Confissão Londrina De Fé.

• A Confissão rapidamente tornou-se o padrão de ortodoxia nas igrejas... [A Confissão] se tornou uma leitura comum do dia a dia, e foi usada como teste de ortodoxia.

• Implicações

1. Não há diferenças teológicas substanciais entre a Primeira e a Segunda Confissão Londrina.

2. Segundo, essa discussão mostra a importância das Confissões de Fé, especialmente como elas são encontradas na vida dos primeiros Batistas.

“Uma boa Confissão — e honestidade ao vivê-la — pode ser o meio pelo qual se pode fazer muito bem à igreja. Ela não será um albatroz para impedir a obra de Deus; ao invés disso será um meio de unir o povo de Deus em volta da verdade, e prevenir a propagação de erros. Acreditamos que a Bíblia é um Livro coeso. As doutrinas nela encontradas integram-se umas às outras, e produzem um sistema que deve ser recebido e crido. Uma boa Confissão, simplesmente expressa a verdade encontrada na Escritura de forma concisa. Dessa forma, todos os interessados podem entender exatamente aquilo em que creem.”

3. A nossa herança como Batistas na América.

“[...] graças a Deus, através da influência de muitos homens e movimentos, as grandes doutrinas da soberania de Deus estão sendo recuperadas entre os Batistas, de maneira que, gradualmente, as igrejas estão adotando a antiga Confissão, ou novas igrejas estão sendo formadas firmadas nessas convicções vitais e vigorosas. Onde uma vez havia deserto, há agora novos sinais de que no solo seco está brotando novas e bonitas flores. Ainda há um longo caminho a percorrer, e a maioria das igrejas Batistas na América ainda vaga em terrenos baldios da teologia. Mas Deus tem levantado muitas igrejas firmes no claro testemunho da fé, e esperamos que muitas mais nascerão nos dias por vir. Pela graça de Deus, o futuro parece brilhante para as igrejas que adotam a Confissão de Fé Batista de 1689. Que Deus abençoe nossos esforços para Sua glória”.

Amém e Amém!

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Que Deus seja glorificado e honrado hoje e para sempre! Amém!
 


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