E-books

A Eterna Geração Do Filho, Uma Análise A Partir Da Segunda Confissão De Fé Batista, por Stefan T. Lindblad (Carta Circular ARBCA 2013)

A Eterna Geração Do Filho, Uma Análise A Partir Da Segunda Confissão De Fé Batista, por Stefan T. Lindblad (Carta Circular ARBCA 2013)




"O Filho é eternamente gerado do Pai" (CFB 2:3; cf. 8:1).

Nesta bela e instrutiva Carta Circular da ARBCA do ano de 2013, somos conduzidos a reverentemente meditarmos na doutrina da Eterna Geração do Filho a partir do Pai.

Eis o seu esboço:

• Introdução.

1. Trinitarianismo Reformado e Progressos Evangélicos Modernos.

2. Um na Trindade e Trindade na Unidade: O contexto teológico da Doutrina da Eterna Geração contida na CFB.

A CFB, por isso, não mede esforços para ensinar tanto a unidade e distinção da natureza Divina; ou seja, o Deus Triuno é essência única, simples, totalmente presente, eterna e infinita e ao mesmo tempo, as Pessoas da Trindade são distintas e distinguidas.

 

2.1. A Essência Divina Comum: Trinitarianismo do Credo.

2.2. A Essência Divina Comum, Indivisível.

2.3. Uma Essência, Três Subsistências: A Linguagem Confessional da Unidade e Distinção.

3. A Eterna Geração do Filho.

3.1. Conteúdo Teológico.

3.2. Fundamentos Bíblicos.

4. Eterna Subordinação Funcional?

• Conclusão.

Palavras nos falham.

No entanto, a Palavra de Deus não falha. Ela é certa, suficiente e infalível.

A razão nos falha.

No entanto, a auto-revelação de Deus nas Escrituras não falha. Esta Palavra, essa revelação, é clara: o Filho é "eternamente gerado do Pai".

Embora tenhamos observado durante algum tempo o que esta significa ou não, assim como a nossa incapacidade de compreender o modo desta geração, devemos reconhecer também que esta é uma doutrina prática. É parte integrante daquela doutrina da Trindade, que é “o fundamento de toda a nossa comunhão com Deus, e confortável dependência dEle” [CFB 2:3]. Na verdade, a vida eterna depende se conhecemos, e cremos, ou não, no Filho, o Filho unigênito do Pai (João 3:16). O perigo é claro: "Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18). Sim, essa doutrina é um mistério.

No entanto, é um mistério revelado necessário não somente para a adoração e oração, mas, fundamentalmente, para a nossa salvação, para a fé verdadeira, salvífica. Que o Deus Triuno nos conceda a graça de confessar com nossas bocas e crer em nossos corações que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, gerado pelo Pai antes de todos os mundos, gerado, não criado.

Amém!
 


INSCREVA PARA RECEBER
NOSSAS ATUALIZAÇÕES: