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A Queda Causou Condenação e Corrupção: Uma Exposição do Capítulo 6 e Parágrafos 2 e 3 da CFB1689 | Por Steve Farrisht

 

— The Founders Journal • Inverno de 2017 | Nº 107 —

A Declaração Confessional


Tanto a condenação quanto a corrupção para toda a raça humana seguiram o pecado de Adão. Esses conceitos estão expressos nestas palavras nos parágrafos 2 e 3 do capítulo 6 da Segunda Confissão de Londres. Muitas das provas bíblicas que acompanham este artigo serão usadas na discussão abaixo.

 

2. Nossos primeiros pais, por este pecado, decaíram de sua retidão original e da comunhão com Deus, e nós neles, e por isso a morte veio sobre todos:3 todos nos tornamos mortos em pecado4 e totalmente corrompidos em todas as faculdades e partes da alma e do corpo.5

3 Romanos 3:23
4 Romanos 5:12, etc.
5 Tito 1:15; Gênesis 6:5; Jeremias 17:9; Romanos 3:10-19


3. Sendo eles os ancestrais e, pelo desígnio de Deus, os representantes de toda humanidade, a culpa do pecado foi imputada à toda a sua posteridade, e a corrupção natural passou a todos os seus descendentes que deles procedem por geração ordinária.6 Sendo estes agora concebidos em pecado,7 e por natureza filhos da ira,escravos do pecado, sujeitos à morte9 e a todas as outras misérias espirituais, temporais e eternas, a menos que o Senhor Jesus os liberte.10

6 Romanos 5:12-19; 1 Coríntios 15:21, 22, 45, 49
7 Salmos 51:5; Jó 14:4
8 Efésios 2:3
9 Romanos 6:20, 5:12
10 Hebreus 2:14-15; 1 Tessalonicenses 1:10


Uma Passagem Bíblica Chave


Como exatamente o pecado de Adão no Jardim do Éden afeta todos os seres humanos de todos os tempos que descenderam dele? O texto-chave sobre esta questão é Romanos 5:12, 18-19:

 

12 Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram... 18 Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. 19 Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos.

 

Nesses versículos Paulo parece sugerir dois efeitos que o pecado de Adão no Jardim teve sobre a descendência do primeiro homem. O apóstolo primeiro explica nos vv. 12 e 18 que — como todos os seres humanos, em certo sentido, pecaram quando Adão pecou — ​esse primeiro pecado trouxe culpa e condenação a todas as pessoas. Segundo, Paulo afirma que “pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores”, dando a entender que Adão através do primeiro pecado trouxe a corrupção para a raça humana.


Uma Analise Teológica da Discussão de Paulo


A teologia Protestante ensina que o efeito que o primeiro pecado de Adão tem em toda sua descendência é duplo:

 

1) faz com que, a partir do momento da concepção, sejamos corrompidos pela natureza; e
2) faz com que, desde o momento da concepção, sejamos culpados diante de Deus como pecadores.

 

O primeiro desses dois efeitos significa que, a partir do momento da concepção, todo ser humano herda de seus pais uma natureza que está inerentemente inclinada para longe de Deus e para o pecado. Este é precisamente o entendimento que Davi parecia ter quando declarou no Salmo 51:5 que: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe”. Davi não queria dizer que as relações sexuais por meio das quais seus pais o geraram pecaminosas; em vez disso, ele entendeu que mesmo desde a concepção seu coração estava corrompido. O profeta Jeremias declarou, de fato, que o coração humano por natureza é tão corrupto que é “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17:9). Todos nós que ficamos perplexos e chocados com nossa própria capacidade pecaminosa podemos nos relacionar com as palavras de Davi e de Jeremias.

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Um Chamado Ao Autoexame | Por Benjamim Keach

 

O que pode tornar pior o estado de uma pessoa do que ser um inimigo de Deus, de Jesus Cristo e do poder da piedade, e ainda achar que é santo e um bom cristão? Nada, porque a sua consciência é cega sobre o assunto, ela o absolve porque carece de luz salvífica, enquanto ele se mantém em uma zelosa atuação quanto às ações externas do dever e da religião; pelo que significa que é privado da ajuda que alguns assumidamente profanos recebem dos castigos e das chicotadas de suas próprias consciências, que muitas vezes acabam por se tornar um meio para sua conversão. Mas o professo hipócrita, não sabendo que carece de um coração transformado, nem sequer compreende que está sem esses princípios sagrados de onde devem fluir todas as suas ações e seus dizeres, mas por outro lado é movido por princípios falsos e age apenas pelo poder de sua consciência e de suas afeições naturais, não tendo um juízo claro para discernir seu próprio perigo, nem em que estado ainda se encontra. Sua condição é deplorável, e esse espírito imundo é pior e mais perigoso do que o que ele estava antes.

Sua cegueira e sua ignorância consistem em não poderem discernir nem distinguir entre um coração transformado e uma vida alterada, ou entre uma reforma legal e a verdadeira regeneração. Eles pensam que, por seu comportamento parecer muito melhor do que antes, em sua própria percepção e também na percepção dos outros, que sua condição é suficientemente boa. Eles comparam-se consigo mesmos, observando a grande diferença que existe, ou parece existir em relação ao que eram antes, quando eram blasfemadores, bêbados, prostitutas, etc., não podendo senão recomendar-se a si mesmos. Uma vez viram-se pecadores e se chamaram assim, e se envergonharam de suas vidas pecaminosas e perversas; mas agora eles são justos aos seus próprios olhos e, portanto, não precisam de mais trabalho, tendo chegado a um tal estado de santidade, (assim pensam) a um tal grau de piedade, à essa suposta mudança, à essa suposta conversão, que concluem que não precisam buscar mais mudanças e ainda assim estão enganados…

O estado das pessoas farisaicas é muito pior do que o estado dos pecadores grosseiros e profanos. Elas estão doentes e não o sabem; feridas, mas não vêm necessidade de um médico... Elas podem concluir que são convertidas, e, portanto, que nada devem buscar após a conversão.

É uma coisa dura e difícil fazer com que um indivíduo farisaico, que vê a si mesmo como homem religioso, enxergue seu estado e condição miseráveis.

Os homens podem ser civilizados, fazerem uma grande profissão de fé, se passarem por santos na terra e, contudo, não serem assim aos olhos de Deus no Céu.

É uma coisa muito perigosa fazer uma profissão de fé sem que a verdadeira regeneração seja primeiramente operada na alma; melhor não professar nada do que não ser sincero…

Isso pode nos mostrar a razão de haver tão grande opróbrio sobre a religião, sobre os caminhos de Deus e sobre o povo de Deus, a saber, por causa de alguns que professam o evangelho. Infelizmente, sobre muitos dos que são chamados santos, podemos temer que sejam falsos cristãos, como aqueles que nunca experimentaram uma verdadeira obra da graça; eles podem ter suas mentes instruídas, mas corações não santificados…

Outrossim, isso reprova veementemente os pregadores cujo grande trabalho é levar os homens à profissão visível e a torná-los membros de igrejas, cuja pregação tende mais a levar as pessoas ao batismo e a sujeitarem-se a ordenanças externas do que mostrar-lhes a necessidade de regeneração, da fé ou de um coração transformado. Pelo amor de Deus, preste atenção ao você faz, se quiser não ser cobrado pelo sangue de todos os homens. Muitas vezes vemos que, quando as pessoas entram para as igrejas, concluem que tudo está bem; e quando a conversão é pregada, elas não pensam que isso lhes diz respeito, mas a outras pessoas que são claramente profanas: e assim eles ficam cegos, talvez para sua própria destruição...

Isso também deve levar a todos nós a um exame rigoroso de nossos próprios corações, para que não sejamos encontrados como um desses cristãos falsos e impostores. E para que possamos nos esclarecer sobre esse assunto, consideremos:

1. Você já foi completamente convencido de sua condição pecaminosa e perdida por natureza, e do horrível mal que há no pecado? Você já viu o pecado como o maior dos males, o mais odioso para Deus, não só os efeitos maléficos do pecado, mas também a natureza maligna do pecado, não só porque causou uma ruptura entre Deus e o homem, mas também desfigurou a imagem de Deus no homem, e nos fez como o Diabo, enchendo nossas mentes de inimizade contra Deus, contra a piedade e os contra bons homens?

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O Oleiro e o Barro | Por George Whitefield

 

“A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo: 2 Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. 3 E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas, 4 Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. 5 Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: 6 Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o Senhor. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel” (Jeremias 18:1-6)


Em diversas ocasiões e de diversas maneiras, agradou a Deus falar aos nossos pais pelos profetas, antes de falar a nós nestes últimos dias por Seu Filho. Para Elias, Ele se revelou através de uma voz tranquila. Para Jacó, por um sonho. Com Moisés, falou face a face. Em alguns momentos Ele se agradou de enviar um profeta escolhido em alguma tarefa especial; e enquanto ele era assim usado, este profeta era agraciado por Deus com uma mensagem particular, a qual era ordenado a anunciar a todos os habitantes da terra. Um exemplo muito instrutivo deste tipo de mensagem nós temos registrado nesta passagem que acabamos de ler para vocês. O primeiro versículo nos informa que foi uma palavra, ou mensagem, que veio imediatamente do Senhor para o profeta Jeremias. Mas não somos informados em que momento, ou como o profeta foi direcionado quando ela veio. Talvez, enquanto ele estava intercedendo por aqueles que não orariam por si mesmos. Talvez, ao amanhecer, quando o profeta ainda estava dormindo ou meditando em sua cama.

Mas o que interessa é que a palavra veio a ele, dizendo: “Levanta-te”. E o que ele deveria fazer ao se levantar? Ele tinha “que descer à casa do oleiro” (e o profeta sabia onde encontrá-lo) “lá [diz o grande Yahwéh] te farei ouvir as minhas palavras”. Jeremias não procura carne e sangue, ele não se opõe dizendo que estava escuro ou frio, ou deseja que possa receber a mensagem ali mesmo, mas sem a menor hesitação imediatamente é obediente à visão celestial. “E [disse Jeremias] desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas”. Assim que ele estava entrando na casa ou na oficina, o oleiro, ao que parece, tinha um vaso em sua roda. E havia algo tão extraordinário nisso, que deveria ser introduzido com a palavra “Eis”? Que sonhador visionário ou entusiasta supersticioso Jeremias seria considerado mesmo por muitos que liam suas profecias com aparente respeito, ele estaria vivo agora? Mas esta não foi a primeira vez que Jeremias ouviu a Deus desde o Céu desta maneira. Ele prontamente obedeceu; e se eu e você tivéssemos o acompanhado até a casa do oleiro, creio que o veríamos em silêncio e aguardando intensamente o seu Grande e Sábio Comandante para saber por que o enviou ali. Parece-me que o vejo com total atenção. Ele notou que o vaso era de “barro”, e aconteceu que quando o oleiro o segurou entre as mãos e girou a roda, a fim de trabalhá-lo de alguma forma particular, “quebrou-se na mão do oleiro”, e consequentemente ficou impróprio para o uso intencionado. E o que faz ele então com o vaso estragado? Estando o vaso tão desfigurado, suponho que o oleiro, sem a menor injustiça, poderia tê-lo jogado de lado e ter tomado outra quantidade de argila em seu depósito, ele não fez isso, mas, “tornou a fazer dele outro vaso”. E por acaso o oleiro pede conselho aos seus domésticos e lhe pergunta que tipo de vaso eles o aconselham a fazer? Não, de forma alguma. Ele fez um vaso novo “conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer”.

“Então”, acrescenta Jeremias, enquanto estava no caminho do dever, estava mentalmente suplicando, Senhor, o que Senhor quer que eu faça? “Então veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o Senhor. Eis que, como o barro na mão do oleiro [deformado, estragado e impróprio para o primeiro propósito designado], assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel”. Finalmente, Deus dá a Jeremias o seu sermão: curto, mas pungente, o qual deveria ser anunciado a toda a casa de Israel, aos príncipes, aos sacerdotes e ao povo: curto, mas pungente, ainda mais afiado do que uma espada de dois gumes.

“O quê?”, diz o soberano Senhor do Céu e da Terra, “me seria negado o privilégio de um oleiro comum? Não posso fazer o que Eu quero com que é Meu? Eis que o barro está nas mãos do oleiro, assim vós estais nas minhas mãos, ó casa de Israel. Eu vos criei e formei em povo, e vos abençoei acima de qualquer outra nação debaixo do céu; assim como o oleiro poderia simplesmente ter jogado de lado o seu vaso de barro estragado, assim também Eu poderia ter lhe deserdado da assembleia e lhe feito deixar de ser povo. Mas, o que Eu poderia fazer se Eu passasse sobre as montanhas de sua culpa, curasse suas feridas, reavivasse a minha obra neste tempo e lhe desse um fim grande e maravilhoso? Eis, que o barro está nas mãos do oleiro, e está à sua disposição, ou para ser destruído ou para ser transformado em outro vaso, assim vós estais em minhas mãos, ó casa de Israel: Posso tanto rejeitar-lhe e, assim, lhes arruinar ou revisitar e revivificar-lhes de acordo com a minha soberana vontade e prazer, e quem pode me dizer: Que fazes?”.

Esta parece ser a interpretação genuína e a intenção primária dessa bela porção da Escritura Sagrada. Mas considerando todos os questionamentos sobre o seu propósito principal ou significado, vou agora mostrar que aquilo que o glorioso Yahwéh diz aqui em geral para a casa de Israel é aplicável a cada indivíduo da humanidade em particular. E como eu presumo que isso pode ser feito sem torcer a Escritura, por um lado, ou forçar o seu significado original por outro. E para não me deter por mais tempo, deduzirei e me esforçarei para explicar da passagem assim explicada e parafraseada, estes dois tópicos gerais.

EM PRIMEIRO LUGAR, provarei que todo homem que nasceu naturalmente da descendência de Adão, é à vista dAquele que tudo vê e que perscruta os corações, apenas como um “caco de barro arruinado”.

EM SEGUNDO LUGAR, que, sendo assim, o homem natural necessariamente deve ser regenerado; e sob essa linha de raciocínio também indicaremos por que agência essa poderosa mudança deve ser feita.

Essas particularidades serão discutidas de maneira que serão naturalmente levadas a uma breve palavra de aplicação.


I. Buscarei provar que todo homem que nasceu naturalmente da descendência de Adão, é à vista dAquele que tudo vê e que perscruta os corações, apenas como um “caco de barro arruinado”.

Agradem-se em observar que cada homem NATURALMENTE nascido na descendência de Adão, ou todo homem desde a Queda; pois se considerarmos o homem como ele primeiro saiu das mãos de seu Criador, ele estava longe de estar em tal melancólica circunstância. Não, o homem era originalmente exaltado; ou como Moisés, aquele escritor sagrado, declara: “E criou Deus o homem à sua imagem” [Gênesis 1:27a]. Certamente nunca tanto foi expresso em tão poucas palavras; que muitas vezes me faz ficar impressionado como esse grande crítico Longino, que tão justamente admira a dignidade e a grandeza do relato de Moisés sobre a criação, e “E disse Deus: Haja luz; e houve luz” [Gênesis 1:3]. Eu me pergunto porque ele não leu um pouco mais e concedeu apenas uma aclamação desta curta, porém inexplicavelmente nobre e abrangente descrição da formação do homem: “criou Deus o homem à sua imagem”. Com um profundo senso dessa bondade maravilhosa, e sabendo que ele poderia gravar o mesmo em um sentido mais profundo em nossas mentes, ele imediatamente acrescenta: “à imagem de Deus o criou” [Gênesis 1:27b]. O conselho adorável da Trindade foi aludido nesta importante ocasião: Deus não disse: Haja um homem, e houve um homem, mas Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” [Gênesis 1:26]. Esse é o relato que os vivos oráculos de Deus nos dão do homem em seu primeiro estado; mas é muito notável a transição do relato de sua criação para o de sua miséria, o qual é muito rápido, e por quê? Por uma razão muito boa, porque ele logo caiu de sua dignidade primitiva; e por essa Queda a imagem divina foi tão desfigurada, que agora deve ser valorizada apenas como algo antigo, como o valor de uma medalha antiga, apenas por causa da imagem e da inscrição uma vez impressa sobre ela; ou deve ser valorizada por causa de uma segunda impressão divina, que, pela graça, ainda pode receber.

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Devocional Banco da Fé • 14 de Abril

 

Minha Escolha é a Escolha de Deus

 

“Escolherá para nós a nossa herança.” (Salmo 47:4)

 

Os nossos inimigos querem nos afundar em tristeza. O Senhor nos confirmará em nossa porção, e nosso lugar é designado por Sua infinita sabedoria. Uma mente mais sábia do que a nossa estabelece o nosso destino. Deus ordena todas as coisas, e nós somos contentes por isso ser assim; nós escolhemos o que Deus escolhe para nós. Se pudéssemos ter o nosso próprio caminho, ainda assim gostaríamos de deixar todas as coisas conforme a vontade de Deus.

 

Sendo conscientes de nossa própria insensatez, não desejaríamos governar nossos próprios destinos. Nos sentimos mais seguros e mais confortáveis quando o Senhor dirige a nossa embarcação do que estaríamos se pudéssemos dirigi-la de acordo com o nosso próprio julgamento. Com alegria deixamos o presente doloroso e o futuro desconhecido com nosso Pai, com nosso Salvador e com nosso Consolador.

 

Ó minha alma, neste dia lance os seus desejos aos pés de Jesus! Se você tem estado um pouco rebelde, voluntariosa e ansiosa para ser e agir segundo a tua própria mente, abandone agora sua tolice, e coloque as rédeas nas mãos do Senhor. Diga: “Ele escolherá”. Se outros disputam sobre a soberania do Senhor e se gloriam no livre-arbítrio do homem, responda aos tais: “Deus escolherá para mim”. É a minha escolha mais livre deixá-lO escolher. Como um agente livre, eu escolho que Deus deve ter o domínio absoluto.

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Devocional Banco da Fé • 13 de Abril

 

Nosso Corpo Será Transformado

 

“Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso.” (Filipenses 3:21)

 

Muitas vezes, quando estamos dilacerados pela dor e estamos incapazes de pensar ou de adorar, nós sentimos que nosso corpo de fato é “o nosso corpo abatido”, e quando somos tentados pelas paixões que procedem da carne, nós não pensamos que a palavra “abatido” é uma tradução forte o suficiente. Nossos corpos nos humilham; e essa é a melhor coisa que eles fazem por nós. Oh, que fôssemos humildes como é devido, porque nossos corpos nos assemelham aos animais e até mesmo nos unem ao pó!

 

Mas nosso Salvador, o Senhor Jesus, mudará tudo isso. Nós seremos conformes ao Seu próprio corpo glorioso. Isso ocorrerá com todos os que creem em Jesus. Pela fé, as suas almas foram transformadas e os seus corpos serão submetidos a uma tal renovação que os preparará para os seus espíritos regenerados. Quão breve essa grande transformação acontecerá, não podemos dizer; mas o pensamento de que acontecerá nos ajuda a suportar as aflições de hoje e todos os males da carne. Em pouco tempo, seremos como Jesus é agora. Sem dores de cabeça, sem membros inchados, sem olhos fracos e sem corações que desfalecem. O idoso não terá mais um punhado de enfermidades, nem o homem doente sentirá agonia. “Conforme o seu corpo glorioso”. Que expressão! Até a nossa carne repousará na esperança de uma tal ressurreição!

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