Textos

 
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Conhecer a Deus, por William Teixeira

 

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR.” (Oséias 6:3)

 

Parece algo contraditório o fato do Senhor nos ordenar que O conheçamos, sendo que todos os homens possuem conhecimento do Deus que existe. Pois, Deus, ao criar o homem, assim como deu instinto aos animais e leis para regerem a natureza, assim gravou no coração do homem a seguinte convicção: “Há um Deus Criador”. Deste conhecimento natural da Existência de Deus, Paulo testifica em Sua Epístola aos Romanos ao dizer: “Porquanto, [os homens] tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus...” (Romanos 1:21). Os romanos eram idólatras, humanistas ou ateístas, mas, ainda assim, Paulo escreve: “tendo conhecido a Deus”.

 

Em outra ocasião ao pregar o Evangelho em Listra, cidade de Licaônia, Paulo testifica perante a multidão dizendo: “...vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles; o qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos. E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações (Atos 14:15-17).

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Para Mim Viver é Cristo, por Thomas Watson

 

Paulo era um grande admirador de Cristo. Ele não desejava conhecer nada além de Cristo, e Este crucificado. “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro”. (Filipenses 1:21)

 

"Para mim, o viver é Cristo". Ou seja, "Cristo é a minha vida!", ou desta forma: "Minha vida é constituída de Cristo”. Como a vida de um homem ímpio é constituída de pecado, assim a vida de Paulo era feita de Cristo. Ele era pleno  de Cristo. Para que eu possa dar-lhe o sentido mais completo do texto, observe-o nestes três aspectos:

 

1. "Para mim, o viver é Cristo", ou seja , Cristo é o PRINCÍPIO da minha vida. Eu busco a minha vida espiritual de Cristo, como o ramo busca a sua seiva da raiz. "Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20). Jesus Cristo envia a vida para dentro de mim, para me vivificar para cada ação sagrada. Assim, Cristo é o princípio da minha vida: de Sua plenitude eu vivo, como o ramo vive a partir da raiz.

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O Coração Agraciado e o Coração Carnal, por Jeremiah Burroughs

 

A piedade nos ensina este mistério: Não satisfazer-se com todo o mundo como a nossa porção, e ainda, estarmos contentes com pior condição em que estivermos. Quando grandes presentes foram enviados por duques e príncipes a Lutero, ele os recusou, e disse: “Eu veementemente protestei que Deus não me desencorajaria, então, não há nada que me contentará”. Pouco no mundo contentará um Cristão em sua peregrinação.


Observem, aqui reside o mistério disto: Pouco no mundo contentará um Cristão em sua peregrinação, mas todo o mundo, e dez mil vezes mais, não contentarão um Cristão como a sua porção.  Um coração carnal contentar-se-á com estas coisas do mundo como a sua porção; e esta é a diferença entre um coração carnal e um coração agraciado. 

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A Beleza Da Santidade, por Arthur W. Pink

 

“Adorai o Senhor na beleza da santidade" (Salmos 29:2). Santidade é a antítese do pecado, e a beleza da santidade está em contraste direto com a feiura do pecado. O pecado é uma deformidade, uma monstruosidade. O pecado é repulsivo, repelente ao Deus infinitamente puro; é por isso que Ele escolheu a lepra, a mais repugnante e terrível de todas as doenças, para ser seu emblema. Quando o Profeta foi divinamente inspirado para descrever a condição degenerada de Israel foi nestas palavras: "Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres” (Isaías 1:6). Oh, que o pecado fosse repugnante e odioso para nós; não apenas em suas formas mais grosseiras, mas o pecado em si. No extremo oposto da hediondez do pecado está a "beleza da santidade”. A santidade é amável aos olhos de Deus, é necessariamente assim. Ela é o reflexo da Sua própria natureza, pois Ele é "glorioso em santidade" (Êxodo 15:11); oh, que ela possa ser cada vez mais atraente e mais sinceramente buscada por nós. Talvez a maneira mais simples de trazer à tona a beleza da santidade será em contrastá-la a partir das belezas temporais e de sentido.

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Um Chamado à Separação, por A. W. Pink

 

“Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2 Coríntios.6:14-18)

Esta passagem dá expressão a uma exortação Divina para os que pertencem a Cristo para manterem-se afastados de todas as associações íntimas com os ímpios. Ela expressamente os proíbe de entrar em alianças com os não-convertidos. Ela definitivamente proíbe os filhos de Deus que andem de mãos dadas com os mundanos. É uma advertência aplicável a todas as fases e áreas das nossas vidas — religiosa, doméstica, social, comercial. E nunca, talvez, houve um momento em que mais necessitamos pressionar os Cristãos do que agora. Os dias em que vivemos são marcados pelo espírito de compromisso. Por todos os lados vemos misturas profanas, alianças ímpias, jugos desiguais. Muitos Cristãos professos parecem estar tentando descobrir quão perto do mundo podem andar e ainda ir para o céu.

“Não vos prendais em jugo desigual”. Este é um chamado aos piedosos para a separação. Em cada dispensação essa ordenança Divina foi feita. Para Abraão a Palavra peremptória de Jeová foi: “Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai”. Para Israel, Ele disse: “Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual vos levo, nem andareis nos seus estatutos” (Levítico 18:3). E ainda: “Não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós” (Levítico 20:23). E foi pelo descaso dessas mesmas proibições que Israel trouxe sobre si tão severos castigos.
 

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