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Os Mortos Bem-Aventurados, por R. M. M´Cheyne

 

“Escreve: Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos, e as suas obras os seguem.” (Apocalipse 14:13)

 

Há duas coisas notáveis ​​na maneira em que estas palavras são mostradas a nós.

 

I. Elas são as palavras do Pai ecoadas através do Espírito. “Eu ouvi uma voz do céu”. “Sim, diz o Espírito”. Os olhos de João haviam se fixado na visão maravilhosa mencionada no versículo 1 em que o Cordeiro estava sobre o monte Sião, e 144 mil remidos O seguiam onde quer que Ele fosse, quando de repente uma voz mansa e delicada rompeu do céu, dizendo: “Escreve: Bem-aventurados os mortos”; e então o Espírito Santo soprou Amém, “Sim, diz o Espírito”.

 

Está escrito na Lei que o depoimento de duas testemunhas é verdadeiro. Agora, aqui estão duas testemunhas: o Pai de todos e do Espírito Santo, o Consolador, testemunham que é uma coisa feliz morrer no Senhor. Existe alguns de vocês, filhos de Deus, que tremem só de pensar em morrer? Será que a morte parece um monstro com um dardo terrível pronto para destruí-los? Aqui, estão duas testemunhas doces e benditas que declaram que a morte perdeu seu aguilhão, que a sepultura perdeu a sua vitória. Ouça, e a carranca desaparecerá da testa da morte, o vale será cheio de luz; o Pai e o Espírito Santo, ambos se unem, dizendo: “Bem-aventurados os mortos”.

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Não Me Envergonho do Evangelho, por Robert Murray M´Cheyne

 

“E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma. Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé. Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.” (Romanos 1:15-18)

1. Onde Paulo desejou pregar: “Estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma”. Roma era naquele tempo a cidade mais poderosa de todo o mundo. Daniel a comparou a um animal com dentes de ferro pisando outros reinos com seus pés. Ela foi chamada de senhora de reinos. Ainda assim, Paulo estava disposto a pregar ali o Evangelho. Esta era a cidade mais erudita do mundo. Seus poetas, pintores, oradores, historiadores da época de Augusto, eram famosos por todo o mundo. Alguns dos exemplares mais perfeitos de composição humana que já foram produzidos foram publicados em Roma naquele tempo. Era a cidade mais perversa do mundo. As contaminações que fluíam por suas ruas eram iguais às de Sodoma e Gomorra. O imperador era um dos monstros mais cruéis que já apareceram na forma de um homem. Esse foi o lugar onde Paulo desejava ardentemente ser autorizado a pregar o Evangelho

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Não é Um Judeu Quem o é Exteriormente, por Robert Murray M´Cheyne

 

“Porque não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.” (Romanos 2:28-29)

 

A formalidade é, talvez, o pecado mais constante da mente humana. Ela pode ser encontrada entre todas as religiões; reina triunfante em cada mente natural; e ela constantemente tenta voltar a usurpar o trono no coração de cada filho de Deus. Se fôssemos buscar a prova de que o homem caído está “sem entendimento”, que ele completamente caiu de sua primitiva clareza e dignidade de inteligência; que ele perdeu totalmente a imagem de Deus, no conhecimento, depois que ele foi criado; chamaríamos a atenção para esta estranha, irracional presunção, pela qual mais da metade do mundo está iludida para a sua ruína eterna; que Deus pode ser satisfeito com meras prostrações corporais e serviços; que é possível adorar a Deus com os lábios, quando o coração está longe dEle. É contra esse erro, o constante erro que assedia a humanidade, e preeminentemente erro que assedia a mente judaica, a qual Paulo dirige as palavras diante de nós; e é muito notável que ele não condescende para discutir o assunto. Ele fala com toda a determinação e com toda a autoridade de alguém que não ficava atrás do próprio primeiro dos apóstolos, e ele coloca isso como uma espécie de primeiro princípio para o qual todos os homens de inteligência comum, previsto que ele sobriamente analisará a questão, devem ceder ao seu assentimento imediato, que “não é judeu o que o é exteriormente, nem é circuncisão a que o é exteriormente na carne. Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra; cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus”.

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Decadência Espiritual, por Robert Murray M´Cheyne

 

“... também as cãs se espalharam sobre ele, e não o sabe”. (Oséias 7:9)
 

Estas palavras descrevem um estado de apostasia secreta, o mais perigoso, talvez. É comum as pessoas envelhecerem e ficarem grisalhas sem perceberem. A maioria das pessoas não está disposta a pensar na velhice. Elas não gostam de observar o progresso da decadência, e as marcas da velhice lhes passam despercebidas. Os dentes caem um a um, a mão perde a sua firmeza, os membros perdem sua elasticidade, o olho torna-se fraco, cabelos brancos aparecem aqui e ali sobre a cabeça, e nos encurvamos por causa da velhice antes de nos darmos conta disso. Assim é com a decadência da alma nas coisas Divinas.
 

É uma das verdades mais solenes e emocionantes que a vida de Deus na alma está sujeita a murchar e decair, mas não pode morrer. Se Deus uma vez deu vida espiritual à alma, eu sei que Ele vai mantê-la para a glória eterna. “O Senhor aperfeiçoará o que me diz respeito. Não desampares as obras das tuas mãos” (Salmo 138:8). Mas isso ainda é passível de muitas e tristes quedas. Isto é claro a partir da Escritura. Deus diz: “Eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel: como, então, te tornaste uma planta degenerada, de vide estranha para mim?” (Jeremias 2:21). “Voltai, ó filhos rebeldes, diz o Senhor, pois eu vos desposei” (Jeremias 3:14). “O meu povo é inclinado a desviar-se de mim” (Oséias 11:7). “Tenho, porém, contra ti, que deixaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2:4).

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Amor Eletivo de Deus, por Robert Murray M´Cheyne

 

“Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça...”. (João 15:16)
 

Esta é uma palavra humilhante, e, ao mesmo tempo, muito abençoada para o verdadeiro discípulo. Foi muito humilhante para os discípulos ouvir que eles não tinham escolhido a Cristo. “Vossas misérias eram tantas, vossos corações eram tão duros, de modo que vocês não me escolheriam”.  E ainda assim, era extremamente reconfortante para os discípulos saber que Ele os havia escolhido: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós”. Isto mostrou que o Seu amor por eles existiu primeiro, que Ele tinha amor por eles quando eles estavam mortos. E, então, Ele mostrou-lhes que era o amor que os tornaria santos: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça”.
 

Vamos extrair as verdades neste verso à medida que elas são demonstradas:
 

I. Os homens naturalmente não escolhem a Cristo, “Não me escolhestes vós a mim”.

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