Textos

 
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Devocional Banco da Fé • 2 de Março

 

Dando em Secreto

 

“Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.” (Mateus 6.3-4)

 

Nenhuma promessa é feita para aqueles que dão aos pobres para serem vistos pelos homens. Eles têm a sua recompensa simultaneamente e não podem esperar serem recompensados duas vezes.

 

Vamos esconder a nossa caridade — sim, escondê-la até de nós mesmos. Dê tantas vezes e tanto, e chame a atenção para sua ajuda aos pobres tanto quanto você dirige sua atenção para o que você come em suas refeições regulares. Dê sua esmola sem sequer sussurrar para si mesmo: quão generoso eu sou! Não tente recompensar a si mesmo desse modo. Deixe o assunto com Deus, que nunca deixa de ver, registrar e recompensar. Bem-aventurado o homem que está ocupado em secreto com a sua bondade: ele encontra uma alegria especial em suas benevolências desconhecidas. Esse é o pão, que comido às ocultas, é mais doce do que os banquetes dos reis. Como posso mimar a mim mesmo com esse fino deleite? Deixe-me ter uma verdadeira festa de ternura e derramar de alma.

 

Aqui e no futuro o próprio Senhor cuidará pessoalmente da recompensa do doador secreto da esmola. Isso acontecerá de Sua própria maneira e em Seu próprio tempo; e Ele irá escolher o melhor. O quanto significa esta promessa será necessário a eternidade para revelar.

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Devocional Banco da Fé • 1 de Março

 

Alegria Para o Rejeitado

 

“Ouvi a palavra do Senhor, os que tremeis da sua palavra. Vossos irmãos, que vos odeiam e que para longe vos lançam por amor do meu nome, dizem: Seja glorificado o Senhor, para que vejamos a vossa alegria; mas eles serão confundidos.” (Isaías 66:5)

 

Possivelmente, esse texto pode não se aplicar a um em mil dos leitores deste pequeno livro de promessas; mas o Senhor anima este com palavras como estas. Oremos por todos os que são rejeitados injustamente da sociedade que eles amam. Que o Senhor se mostre ser a sua alegria!

 

O texto se aplica aos homens verdadeiramente receberam a graça de Deus e que tremem ao ouvir a Palavra do Senhor. Estes eram odiados de seus irmãos e finalmente expulsos por causa da sua fidelidade e da sua santidade. Isso deve ter sido muito amargo para eles; e tanto mais porque a sua rejeição foi feita em nome da religião, e declaradamente tendo em vista glorificar a Deus. Muitas coisas são feitas para o Diabo em nome de Deus! Usar o nome Yahwéh para adicionar veneno à mordida da antiga serpente é apenas um exemplo de sua sutileza.

 

A aparição do Senhor é a esperança do seu povo perseguido. Ele aparece como o advogado e defensor dos seus eleitos; e quando Ele faz isso significa uma libertação clara aquele que teme a Deus e vergonha por seus opressores. Ó Senhor, cumpra essa palavra para aqueles que os homens estão ridicularizando!

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Charles Spurgeon e a Coragem no Púlpito, por Tom Ascol

 

Um dos grandes desafios que cada pastor enfrenta é a coragem para se manter fiel às suas convicções. Isso é ainda mais verdadeiro quando essas convicções, mesmo estando profunda e claramente embasadas na Escritura, são contrárias à opinião popular ou dos desejos de membros influentes das igrejas. Estou certo que não sou o único pastor que já foi ameaçado por líderes de igreja de ser “demitido” se eu insistisse no ensino e na pregação do verdadeiro significado de certas passagens da Escritura. Ainda mais comum é a pressão sutil que pastores frequentemente sentem de comprometer suas convicções para manter a paz. Há muito tempo perdi as contas do número de pastores que eu conheço que já sofreram sérias consequências por apenas pregar expositivamente sermões e clamar à congregação por uma santidade que seja proporcional ao Evangelho.

A coragem pastoral tende a ser contagiosa e exemplos de pastores fieis que se recusaram a comprometer a Palavra de Deus mesmo em face de grandes pressões são dignos de estudo por qualquer homem que deseja permanecer humildemente corajoso no cumprimento de sua responsabilidade pastoral. Um dos mais notáveis exemplos de tamanha coragem é Charles Spurgeon. Embora ele seja justamente lembrado por muitos feitos maravilhosos e por traços pessoais, é seguro dizer que se ele não tivesse sido corajoso em sua pregação, muito provavelmente seus sucessos teriam sido grandemente diminuídos.

Spurgeon nunca limitou a mensagem da Palavra de Deus apesar da oposição, da ridicularização ou do escárnio — tudo isso ele experimentou em excesso. Nem permitiu que a controvérsia, ou o medo dela, o silenciassem em qualquer assunto abordado pela Palavra de Deus. Como tal, ele continua sendo um maravilhoso exemplo de pregação corajosa para pastores modernos.

Quando ainda era uma criancinha. Seu avô lhe ensinou a nunca temer defender aquilo que ele acreditava que era certo, independente das consequências. Na capela de Stambourne, onde Spurgeon cultuou com seus avós pelos primeiros anos de sua vida, era comum cantar a última linha de um hino duas vezes. Quando ele completou seis anos, ele estava convencido que esse era o jeito certo de cantar. Consequentemente, quando ele retornou à casa de seus pais e começou a adorar na igreja deles, ele repetiu a última linha do hino, mesmo que a congregação fizesse isso ou não. Somente após o que ele mesmo mais tarde descreveu como o “grande castigo” é que foi convencido de outra maneira.

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A Importância Prática da Expiação Limitada, por John Divito

 

Muitas vezes, quando a doutrina da expiação limitada é considerada, as pessoas a veem apenas como um debate teológico sobre a extensão da expiação de Cristo. Raramente há é considerada uma conexão direta entre essa doutrina e suas implicações para a vida Cristã. Claro que um estudo bíblico da expiação é fundamental para nossa fé, mas também temos que lembrar que o que cremos impacta a maneira como vivemos. Nossa teologia conduz à nossa prática. Em outras palavras, o viver Cristão flui das verdades doutrinárias em que acreditamos. É por isso que não devemos ser conformados com esse mundo, mas transformados pela renovação das nossas mentes. Quando nossas mentes são renovadas pela Palavra de Deus, somos transformados a viver uma vida de acordo com a vontade de Deus. Então, qual diferença a expiação limitada faz em nossas vidas?

Minha Salvação é Consumada por Cristo

Cristo realizou plenamente minha salvação na cruz. Como um escolhido por Deus, Ele enviou Seu Filho para me salvar dos meus pecados. Em amor, Ele enviou Seu Filho para viver uma vida de justiça por mim. Em amor, Ele enviou Seu Filho para receber minha condenação em meu lugar, através de Sua morte na cruz. Em amor, Ele enviou Seu Filho para trocar meu pecado e injustiça pela obediência e justiça de Cristo. Eu fui salvo pelo sacrifício de Cristo!

Agora vamos considerar o que acontece quando negamos a expiação limitada. Se a expiação de Cristo é ilimitada, Ele morreu universalmente para salvar cada ser humano. Minha salvação é realizada por Cristo? Não totalmente, uma vez que eu posso sofrer o julgamento de condenação pelos meus pecados em incredulidade. A oferta de salvação dada por Cristo se torna provisória, dependendo da minha resposta. Como um bem-conhecido teólogo contemporâneo escreveu “Todos podem ser salvos, mas só os que creem serão salvos”, “todos são potencialmente justificáveis, não realmente justificados”, a “reconciliação de todos (‘o mundo’) não garante a salvação, mas a possibilidade de salvação de todos” e a “reconciliação por Cristo torna a salvação possível”.

Negando a expiação limitada, Cristo, na verdade, não me salva — Ele torna a salvação possível. Mas eu preciso de Cristo como meu real salvador, não como um possível salvador! Minha esperança de vida eterna depende completamente dEle. Longe de Cristo, não tenho esperança de salvação. Sua expiação limitada garante minha salvação, que me dá a vida eterna.

Minha Salvação Não Depende de Mim

Uma vez que Cristo realizou minha salvação, Ela não depende de mim. Essa verdade é o outro lado da moeda da expiação que garante a vida eterna. E que gloriosa verdade é essa! Se de algum modo minha salvação depende de mim, então estou condenado. Longe de Cristo, estou morto em transgressões e pecados. Eu sou escravo do pecado. Eu não irei buscar a Deus porque eu tenho paixão pelo pecado. É por isso que a expiação de Cristo é tão gloriosa. Ele fez tudo por mim.

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O Caráter da Segurança Bíblica: Esboço do Capítulo 18 da Confissão de 1689, por Tom Nettles

 

— The Founders Journal • Outono de 2014 | Nº 98 —


Este capítulo sugere quatro pontos principais a serem considerados na questão da segurança da salvação. Há material suficiente em cada ponto para uma série de quatro sermões sobre a questão. Cada parágrafo será citado seguido de um esboço expositivo sugerido. Eu também recomendaria para esboços de exposições o sermão de Spurgeon, pregado em 13 de maio de 1888, sobre A Bênção da Plena Segurança (1 João 5:13).

 

18:1. Embora os que creem temporariamente, e outros homens não-regenerados, possam em vão iludir-se com falsas esperanças e presunções carnais de se acharem no favor de Deus e em estado de salvação; esta esperança deles perecerá,1 mas quanto aos que verdadeiramente creem no Senhor Jesus, e O amam com sinceridade, procurando andar em toda a boa consciência diante dEle, estes podem, nesta vida, certificar-se de que eles estão em um estado de graça, e podem regozijar-se na esperança da glória de Deus,2 esta esperança jamais os envergonhará.3

1 Jó 8:13-14; Mateus 7:22-23 • 2 1João 2:3, 3:14,18,19,21,24, 5:13 • 3 Romanos 5:2,5

 

 

I. Uma segurança bem fundamentada da salvação é possível

A. Alguns podem professar com grande certeza que são salvos, mas não têm o fundamento do assunto neles. Jesus advertiu que alguns dirão Senhor, Senhor, mas nunca tiveram o coração para amar e obedecer a Cristo (Mateus 7:21-23). Hebreus tem um alerta para aqueles que parecem estar entre o povo de Deus, mas ainda têm um coração perverso de incredulidade (3:12).

B. Verdadeiros crentes podem descobrir nesta vida uma garantia bem fundamentada de que eles realmente foram redimidos por Cristo. João escreveu sua primeira carta em grande parte para dar o verdadeiro conhecimento espiritual da posse da vida eterna. “Estas coisas vos escrevi a vós que creais no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1 João 5:13).

C. Jonathan Edwards escreveu: “Não há dúvida nenhuma que é da maior importância para a humanidade, e que nada mais referente a cada indivíduo deve ser bem resolvido do que as qualificações distintivas daqueles que estão no favor de Deus e têm direito ao seu eterno galardão” (Afeições Religiosas, prefácio).

 

18:2. Esta certeza não é algo meramente conjectural e provável, baseada em uma esperança falível; mas uma infalível segurança de fé,4 fundada no sangue e justiça de Cristo revelados no Evangelho,5 bem como na evidência interna daquelas graças do Espírito em que as promessas são feitas,6 e no testemunho do Espírito de adoção que testifica com os nossos espíritos que somos filhos de Deus,7 e, como fruto disso, mantendo o nosso coração humilde e santo.8

4 Hebreus 6:11,19 • 5 Hebreus 6:17-18 • 6 2Pedro 1:4,5,10,11 • 7 Romanos 8:15-16 • 8 1João 3:1-3

 

 

II. A segurança é baseada em uma rede de evidências identificáveis, tanto objetivas quanto subjetivas.

A. Segurança genuína tem uma base objetiva

 

1. O sangue e a justiça de Cristo são as duas coisas imutáveis ​​pelas quais é impossível que Deus minta. A obra consumada de Cristo garante que Deus salvará os pecadores. Considere a possibilidade de que as “duas coisas imutáveis” de Hebreus 6:18 são definidas para nós em 7:26-28, de onde a confissão provavelmente derivou a frase “o sangue e a justiça de Cristo”.

2. Por causa da natureza da substituição, do resgate, da propiciação e da redenção, o preço que Cristo pagou certamente alcançará o seu propósito gracioso de uma maneira consistente com a justiça. Um pecador pode encontrar a verdadeira segurança apenas porque é certo que Deus através de Seu Filho salvará aqueles dados a Ele.

3. Ele salvará os pecadores que ouvem e creem no Evangelho.

 

B. A segurança genuína tem uma realidade subjetiva

 
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