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Qual o Lírio Entre os Espinhos, Tal é Meu Amor Entre as Filhas, por R. M. M'Cheyne

 

“Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas. Qual a macieira entre as árvores do bosque, tal é o meu amado entre os filhos; desejo muito a sua sombra, e debaixo dela me assento; e o seu fruto é doce ao meu paladar.” (Cânticos 2:2-3)
 

Se um homem não-convertido fosse levado para o céu, onde Cristo está sentado em glória, e se ele ouvisse as palavras de Cristo de admirável amor para com o crente, ele não conseguiria entendê-las, ele não conseguiria compreender como Cristo vê beleza em pobres pessoas religiosas, a quem ele no fundo do seu coração desprezou. Ou ainda, se um homem não-convertido ouvisse um Cristão em suas devoções quando ele está realmente dentro do véu, e ficasse para ouvir suas palavras de admiração, adoração amorável para com Cristo, ele, possivelmente, não poderia entendê-lo! Ele não conseguiria compreender como o ser crente deve ter uma tal afeição ardente em relação a Alguém invisível, em quem ele mesmo não viu nem beleza nem formosura.
 

Então, é verdade que o homem natural não conhece as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura. Pode haver alguém agora me ouvindo que têm uma aversão arraigada às pessoas religiosas, elas são tão duras, tão precisas, tão melancólicas, você não pode suportar a sua companhia. Pois bem, veja aqui o que Cristo pensa deles: “Qual o lírio entre os espinhos, tal é meu amor entre as filhas”. Quão diferente você é de Cristo! Pode haver alguém me ouvindo que não têm desejos por Jesus Cristo, que nunca pensou nEle com prazer, você não vê nenhuma beleza nem formosura nEle, nenhum encanto para que você deva desejá-lO, você não ama a melodia do Seu Nome, você não ora a Ele continuamente.
 

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Não Me Instes Para Que Te Abandone, por R. M. M'Cheyne

 

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” (Rute 1:16)


Nestas duas mulheres Moabitas vocês veem a diferença entre a natureza e a graça.

1. Orfa parece ter sido de uma disposição mais suave, afetuosa. Ela havia sido uma esposa gentil e amável por dez anos para o seu marido agora enterrado. Ela havia sido uma bondosa nora para Noemi: “O Senhor use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo” (v. 8). Ela não podia suportar partir com Noemi. Primeiro, ela determinou ir com ela (v. 6). Quando Noemi disse-lhes para retornar, ela disse: “Certamente voltarei contigo” (v. 10). Quando Noemi novamente mandou-lhes retornar, ela levantou a sua voz e chorou. E ela beijou sua sogra mui carinhosamente, e voltou ao seu povo e aos seus deuses. Oh, quanta amabilidade existe nas gentis afeições da natureza! Quem poderia acreditar que elas cobrem um coração tão sombrio quanto o inferno?
 

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Cristo, Totalmente Desejável, por John Flavel

 

CRISTO DEVE SER AMADO

 

“Sim, Ele é totalmente desejável.” (Cânticos 5:16)

 

No versículo nove deste capítulo, vocês têm um questionamento expressado pelas filhas de Jerusalém: “Que é o teu amado mais do que outro amado”. A esposa responde “Ele é o primeiro entre dez mil”. Ela, assim, relata muitas das coisas que ela considera mui excelentes em seu amado, e então conclui com estas palavras as quais eu li: “Sim, Ele é totalmente desejável.”

 

As palavras expressam a transcendente amabilidade do Senhor Jesus Cristo, e naturalmente elas são determinadas em três partes:

 

1 - Quem Ele é.

 

2 - O que Ele é.

 

3 - Como Ele é.
 

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O Amor a Jesus, por C. H. Spurgeon

 

O Amor A Jesus, Sermão Nº 338. Pregado na manhã de domingo, 30 de setembro de 1860.

Por C. H. Spurgeon, no Exeter Hall, Strand, Londres.

“Ó tu, a quem ama a minha alma.” (Cânticos 1:7)


Se a vida de um Cristão pudesse ser comparada a um sacrifício, então a humildade cava a base, a fundação para o altar; a oração traz as pedras não lavradas e as empilham umas sobre as outras; a penitência enche de água o rego ao redor do altar; a obediência ordena a madeira; a fé argumenta com Jeová-Jiré, e coloca a vítima sobre o altar; porém o sacrifício está incompleto até este momento, pois, onde está o fogo? O amor, só o amor pode consumar o sacrifício provendo o necessário fogo celestial. Independentemente do que nos falte em nossa piedade, assim como é indispensável que tenhamos fé em Cristo, assim também é absolutamente imprescindível que amemos a Cristo. O coração que está desprovido de um sincero amor por Jesus, ainda está morto em seus delitos e pecados. E se alguém se atreve a afirmar que tem fé em Cristo, porém não O ama, nós, imediatamente, ousaríamos declarar categoricamente que sua religião é vã.

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