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Não Me Instes Para Que Te Abandone, por R. M. M'Cheyne

 

“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” (Rute 1:16)


Nestas duas mulheres Moabitas vocês veem a diferença entre a natureza e a graça.

1. Orfa parece ter sido de uma disposição mais suave, afetuosa. Ela havia sido uma esposa gentil e amável por dez anos para o seu marido agora enterrado. Ela havia sido uma bondosa nora para Noemi: “O Senhor use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo” (v. 8). Ela não podia suportar partir com Noemi. Primeiro, ela determinou ir com ela (v. 6). Quando Noemi disse-lhes para retornar, ela disse: “Certamente voltarei contigo” (v. 10). Quando Noemi novamente mandou-lhes retornar, ela levantou a sua voz e chorou. E ela beijou sua sogra mui carinhosamente, e voltou ao seu povo e aos seus deuses. Oh, quanta amabilidade existe nas gentis afeições da natureza! Quem poderia acreditar que elas cobrem um coração tão sombrio quanto o inferno?
 

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A Arca, por R. M. M'Cheyne

 

“Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.” (Hebreus 11:7)

 

É um fato maravilhoso da natureza humana que aprendemos mais facilmente através do exemplo do que de qualquer outra maneira. Aqui, nesta passagem, vocês têm um exemplo de um pecador salvo pela fé. Isto demonstra a vocês como um pecador é salvo. E como Noé fugiu para a arca que ele havia preparado, assim você deveria fazer. Para vocês também foi providenciada uma arca; e assim como Noé deste modo condenou o mundo, ou seja, mostrou que o mundo era justamente condenado, assim você fará, se entrar nela, pois mostrará pela sua fé que a condenação do mundo é justa.

 

Examinemos estas coisas e vejamos:
 

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A Morte de Estevão, por R. M. M'Cheyne

 

“E apedrejaram a Estêvão que em invocação dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito.” (Atos 7:59)

 

Estevão foi o primeiro a morrer como um mártir pela causa de Cristo; e ele parece assemelhar-se ao Salvador mais do que qualquer um que o seguiu posteriormente. Seu próprio rosto pareceu como o rosto de um anjo. Sua sabedoria irresistível em disputar com os judeus era muito semelhante à de Cristo; sua oração por seus inimigos em seu último suspiro quase com as mesmas palavras usadas pelo Salvador, e a recomendação de sua alma às mãos do Senhor Jesus, foi feita no mesmo espírito de confiança como aquela em que Cristo disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” [Lucas 23:46]. Não pode haver dúvida de que foi ao olhar para Jesus ele se tornou, assim, semelhante a Cristo; e a última visão que ele teve de Cristo parece especialmente tê-lo dado a compostura celestial na morte, o que está muito acima do natural.

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A Visão de Ossos Secos, por R. M. M'Cheyne

 

“Veio sobre mim a mão do SENHOR, e ele me fez sair no Espírito do SENHOR, e me pôs no meio de um vale que estava cheio de ossos. E me fez passar em volta deles; e eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos. E me disse: Filho do homem, porventura viverão estes ossos? E eu disse: Senhor DEUS, tu o sabes. Então me disse: Profetiza sobre estes ossos, e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor... 

 

Ele se descreve como posto por Deus no meio de um vale que estava cheio de ossos. Era como se ele estivesse colocado no meio de algum espaçoso campo de batalha, onde milhares e dezenas de milhares foram mortos, e ninguém deixado para trás para enterrá-los. As águias haviam muitas vezes se reunido sobre os cadáveres, e ninguém as havia repelido, e os lobos das montanhas tinham comido a carne daqueles homens fortes, e bebido o sangue dos príncipes. As chuvas do céu tinham branqueado tais ossos, e os ventos que sopravam sobre o vale aberto os tinham desnudado; e um intenso sol de verão havia embranquecido e secado os ossos. E enquanto o profeta esteve em redor e por perto de modo a ver a triste cena, esses dois pensamentos surgiram em sua mente: “Eis que eram mui numerosos sobre a face do vale, e eis que estavam sequíssimos”.
 

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