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O Calvinismo Estimula as Missões, por John Divito

 


"O Calvinismo mata missões!", dizem muitos. Afinal, se Deus já escolheu alguns para salvar antes da fundação do mundo, deixando outros para serem condenados, então por que nos incomodaríamos pregando o evangelho às nações? Os eleitos serão salvos e nenhum dos outros será. Mas quando fazemos uma pausa para examinar de perto o Calvinismo, descobrimos que ele não mata missões – ele, de fato, é combustível para missões! Consideremos os bem conhecidos cinco pontos do calvinismo para ver como eles se relacionam com as missões.

Depravação Total – A necessidade de Missões

Como Calvinistas, acreditamos que "por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram" (Romanos 5:12). Assim, todos os homens nascem como pecadores; todos nascemos em rebelião contra Deus. Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus (Romanos 3:10-11). Somos totalmente depravados por natureza, o que não significa que somos tão completamente perversos quanto possível, mas que nossa pecaminosidade afeta todas as áreas da vida. Nenhum aspecto das nossas vidas está livre da corrupção do pecado.

Uma vez que todos os seres humanos são pecadores, todos nós nascemos sob o juízo de Deus. Não importa onde vamos no mundo de hoje, separados de Cristo, aqueles que encontramos enfrentam a ira de Deus por seus pecados. “Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da nossa carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Efésios 2:3). Uma eternidade no inferno espera as pessoas ao redor do mundo, como castigo por seus pecados. Como esta realidade pode não nos levar a encontrar maneiras de levar as boas novas de Jesus Cristo para as nações? Jesus é o único que pode salvá-los de um futuro terrível e lamentável!

Eleição incondicional - A esperança através das missões

Porque Deus não tem prazer na morte dos ímpios, mas chama os ímpios para que se convertam do seu caminho e vivam (Ezequiel 33:11), Ele predestinou um povo para a adoção de filhos por Jesus Cristo, de acordo com o beneplácito da Sua vontade (Efésios 1:5). A escolha de Deus, ou eleição, de um povo para manifestar a Sua graça foi incondicional, já que não há nada em nós como pecadores que faria com que Deus nos amasse (1 João 4:10)...

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O Que Eu Penso Sobre a “Cultura do Estupro”, por William Teixeira

 

Recentemente divulgou-se que uma jovem de 16 anos foi estuprada por cerca de 30 homens, no Rio de Janeiro. Este triste e terrível crime tem sido amplamente noticiado na mídia brasileira e repercutido internacionalmente.

Mais que depressa, aproveitando a oportunidade, artistas, a grande mídia e muitos dos “sábios segundo o mundo” alarmaram, clamando: “Temos que combater essa cultura do estupro, e este inconsciente coletivo da cultura do patriarcado machista que vê a mulher como objeto, abusam dela, estupram, e ainda botam culpa em suas roupas curtas, comportamentos, etc.”.

Quando escuto discursos semelhantes a estes penso: quem são estes que fazem parte e promovem esta “cultura do estupro” e que acusam a jovem de ser a culpada de seu próprio estupro? A realidade dos fatos nos diz que até mesmo os outros traficantes “bonzinhos” da favela repudiaram tal ato brutal e impiedoso. Por favor, senhores e senhoras nos digam quais são os nomes das pessoas que estão acusando a jovem estuprada de ser a culpada da barbárie que sofreu?

É obvio que o estupro não é culpa da vítima. É obvio que a violência contra a mulher é algo real e grave, e que precisa ser tratado com toda seriedade e combatida com toda a força, por todos os meios possíveis e justos. Entretanto, culpar a “sociedade machista”, o “patriarcado” ou alegado “potencial para o estupro” que há em “todos os homens”, etc. pela violência praticada contra as mulheres e não objetivamente aqueles que cometem os atos criminosos, é algo que só faz sentido na cabeça egoísta de quem busca promover interesses próprios e escusos às custas da suposta luta contra a “cultura do estupro”...

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Um Filho Honra o Seu Pai, por Robert M. M'Cheyne

 

“O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?” (Malaquias 1:6)

 

A primeira convicção que é essencial para a conversão da alma, é a convicção do pecado; não aquela convicção comum de que todos os homens são pecadores, mas a convicção pessoal de que eu sou um pecador arruinado; não a convicção geral de que outros homens devem ser perdoados ou perecer, mas a convicção pessoal de que, eu, devo ser perdoado ou perecer. A partir daí, não há barreira maior no caminho desta verdade que está sendo impressa na alma, como a consciência particular de que possuímos muitas virtudes. Nós não conseguimos ser levados a crer que a imagem de Deus foi tão profundamente apagada de nossas almas como a Bíblia nos diz, quando reparamos dentro de nós mesmos e vemos expostas em outros, o que poderiam ser chamadas de virtudes ''quase'' Divinas. Os heróis dos quais temos lido na história, com o seu amor por seu povo, indiferença diante da morte e sua lealdade e fidelidade em suas amizades, parecem levantar-se diante de nós para pleitear a causa de uma humanidade ferida. E o que é mais perturbador nisto, é achar que a nossa prática diária benigna de hospitalidade, que as torrentes de generosidade sem limite e a compaixão que chora porque outro chora; todas estas coisas estando em harmonia com homens que não se importam com Cristo e sua salvação, parecem levantar uma barreira intransponível contra a verdade de que o homem é concebido em pecado e formado na iniquidade. Quando entramos em uma casa, e vemos todos os irmãos e irmãs desfazendo-se em lágrimas ao ver as agonias de uma irmã ao morrer; ou quando, vemos a ternura em afeto da mãe para com a criança doente em seu seio; a alegre obediência dos filhos, prestada ao sábio pai; ou em uma família, onde o servo administra com tal integridade e minunciosamente cuida dos assuntos de seu mestre terreno, ficamos prontos a questionar: de fato será este um mundo de pecado? É possível que a ira de Deus possa estar guardada para um mundo assim? 

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As Ramificações da Depravação Humana, por A. W. Pink

 

[Capítulo 10 do Livro The Total Depravity of Man]

Parte 1
 

Enquanto me esforço para apresentar um quadro completo do homem caído como ele é retratado pelo lápis Divino nas Escrituras, é muito difícil evitar uma medida de sobreposição à medida que nos afastamos de um aspecto ou recurso do mesmo para outro, ou evitamos uma certa quantidade de repetição quando nos dedicamos a um retrato separado de cada um. No entanto, visto que este é o método que o Espírito Santo tem tomado em grande parte, um pedido de desculpas é pouco exigido daqueles que procuram seguir o Seu plano. Nos capítulos anteriores mostramos de uma forma mais ou menos geral a terrível devastação que o pecado operou na constituição humana; agora vamos considerar o mesmo, mais especificamente. Tendo apresentado as linhas gerais, resta-nos preencher os detalhes. Em outras palavras, a nossa tarefa imediata é a de refletir e descrever as várias partes da depravação humana de acordo como isso tem corrompido as diversas seções do nosso homem interior. Embora a alma, como o corpo, seja uma unidade, ela também tem um número de membros distintos ou faculdades, e nenhum deles ficou isento dos efeitos degradantes da apostasia do homem em relação ao seu Criador.

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As Evidências Da Depravação Humana, por A. W. Pink

 

[Capítulo 11 do livro The Total Depravity of Man • Editado]

 

Após termos descoberto o terreno, pode ser pensado que não havia necessidade de dedicarmos uma seção separada para o fornecimento da prova de que o homem é uma criatura caída e depravada, alguém que se extraviou para longe de seu Criador e legítimo Senhor. Embora a Palavra de Deus não precise de confirmação por qualquer coisa fora de si mesma, não é sem valor ou interesse achar que o ensino de Gênesis 3 é fundamentado pelos fatos da história e da observação. E uma vez que não há nenhum ponto em que o mundo é tão escuro como sobre a sua própria escuridão, julgamos este requisito para fazer a demonstração do mesmo. Todos os homens naturais, não-regenerados em suas mentes pelas operações salvíficas do Espírito Santo, estão em um estado de trevas com respeito a qualquer conhecimento vital de Deus. Sejam eles em outras coisas tão instruídos e habilidosos, em assuntos espirituais eles são cegos e estúpidos. Mas isso é algo que eles não podem suportar ouvir falar, e quando eles são pressionados com estas afirmações sua ira é simultaneamente inflamada. Os intelectualistas orgulhosos se consideram muito mais sábios do que o crente humilde e simples, consideram isto como um conceito vazio de analfabetos quando lhes disse que eles “não conheceram o caminho da paz” [Romanos 3:17]. Tais almas enfeitiçadas são completamente ignorantes de sua própria ignorância.

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