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O Elevado Mistério da Predestinação | Por Fred Malone

 

Capítulo III, Sobre os Decretos de Deus, parágrafo 7:

 

A doutrina deste elevado mistério da predestinação deve ser tratada com especial prudência e cuidado, para que os homens, atendendo à vontade de Deus revelada em Sua Palavra, e prestando obediência a esta, possam, a partir da certeza do seu chamado eficaz, certificar-se de sua eleição eterna.18 Portanto, esta doutrina deve motivar louvor,19 reverência e admiração a Deus; e humildade,20 diligência e consolação abundante para todos os que sinceramente obedecem ao Evangelho.21

18 1Tessalonicenses 1:4-5; 2Pedro 1:10
19 Efésios 1:6; Romanos 11:33
20 Romanos 11:5,6,20
21 Lucas 10:20

 

Nosso Senhor Jesus Cristo possuía um perfeito conhecimento da verdade de Deus, bem como um entendimento perfeito dos corações a quem Ele falou (João 16:30, João 2:25). No caminho para a cruz, Ele disse a Seus discípulos que ainda tinha muitas coisas para ensiná-los que não podiam suportar naquele tempo (João 16:12). É preciso considerar a condição do ouvinte ao ensinar a verdade de Deus (2 Timóteo 2: 23-25). Jesus sempre foi o pastor que ensinou a verdade ao considerar o entendimento e a condição espiritual dos outros.

 

Da mesma forma, nossos antepassados ​​acrescentaram o sétimo parágrafo pastoral ao Capítulo III: Sobre os Decretos de Deus. Ele adverte que é preciso ter “prudência e cuidado” em como se ensina o grande mistério da predestinação.

 

A exposição seguinte deste parágrafo incluirá: (1) a consideração sobre o ensino da predestinação); (2) o raciocínio para tal consideração; e (3) o efeito esperado naquele que crê na predestinação.

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Nenhum Homem é Salvo Contra a Sua Vontade, por C. H. Spurgeon

 

[Um excerto do Sermão Nº 762, “A Relação de Casamento”]


Irmãos, nenhum homem é salvo contra a sua vontade. Se alguém dissesse que foi salvo contra a sua vontade, seria uma prova de que ele não foi salvo de modo nenhum; pois, relutância ou indiferença revelam uma alienação completa de todas as afeições do coração. Se a vontade ainda está estabelecida contra Deus, então, todo o homem é provado estar em inimizade contra Ele. Por natureza, nós não escolhemos Deus, por natureza, recalcitramos contra a Sua lei e recusamos o Seu domínio. Mas, não está escrito: “Meu povo será voluntário no dia do meu poder” [Salmos 110:3]? Você não entende como, sem qualquer violação de sua livre agência, Deus usou argumentos e motivos adequados, de modo a influenciar o seu entendimento? Através de nosso entendimento, a nossa vontade é convencida e nossas almas são atraídas espontaneamente.

Em seguida, abaixamos as armas de nossa rebelião e nos humilhamos ao pé do estrado do Altíssimo; e agora nós livremente escolhemos aquilo que uma vez perversamente abominávamos. Você, Cristão, neste mesmo momento, não escolhe a Cristo com todo seu coração para ser o seu Senhor e Salvador? Se fosse colocado diante de você mais uma vez escolher se você amará o mundo ou amará a Cristo, você não diria: “Oh! O meu Amado é melhor para mim do que dez mil mundos! Ele atrai todo o meu amor, absorve toda a minha paixão: eu entrego-me a Ele mui livremente; Ele me comprou por um bom preço, Ele me conquistou com Seu grande amor, Ele me extasiou com Seus encantos inefáveis, então, eu me entrego a Ele”? Aqui há uma escolha mútua.

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Sinais e Frutos da Eleição, por A. W. Pink

 

[Excerto de A Doutrina da Eleição • Livro de The Doctrine of Election • Editado]

 

A doutrina da eleição é uma das coisas mais profundas de Deus e deve ser recebida com fé simples, inquestionável; que, como o assunto da Santíssima Trindade é um mistério profundo que transcende a compreensão da mente finita. Então, temos procurado mostrar por uma livre citação das Escrituras que a verdade da eleição é claramente ensinada na Palavra de Deus; mais ainda, que é uma das verdades mais importantes da Revelação Divina. Além disso, vimos que o princípio da eleição atravessa todas as relações de Deus com o Seu povo; que, tanto na época do Antigo e Novo Testamento, Deus passa por alguns e chama outros. Em seguida, consideramos brevemente a justiça da eleição, e descobrimos que em abençoar alguns, Deus não mostrou nenhuma injustiça para com os outros, porque ninguém tem qualquer direito sobre Ele. E que, como a salvação é o Seu dom gratuito, ele dispensa Seus favores de acordo com Sua própria boa vontade. Finalmente, observamos os corolários desta Doutrina e mostramos como ela atribui toda a glória a Deus, e garante da forma mais enfática a segurança eterna de todos os que foram escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo.


Os Sinais da Eleição


Como podem os crentes saber que estão entre o número de eleitos de Deus?

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Perguntas e Respostas sobre a Doutrina da Eleição, por A. W. Pink

 

[Excerto de A Doutrina da Eleição • The Doctrine of Election • Editado]


A doutrina da eleição é uma das coisas mais profundas de Deus e deve ser recebida com fé simples, inquestionável; que, como o assunto da Santíssima Trindade é um mistério profundo que transcende a compreensão da mente finita. Então, temos procurado mostrar por uma livre citação das Escrituras que a verdade da eleição é claramente ensinada na Palavra de Deus; mais ainda, que é uma das verdades mais importantes da Revelação Divina. Além disso, vimos que o princípio da eleição atravessa todas as relações de Deus com o Seu povo; que, tanto na época do Antigo e Novo Testamento, Deus passa por alguns e chama outros. Em seguida, consideramos brevemente a justiça da eleição, e descobrimos que em abençoar alguns, Deus não mostrou nenhuma injustiça para com os outros, porque ninguém tem qualquer direito sobre Ele. E que, como a salvação é o Seu dom gratuito, ele dispensa Seus favores de acordo com Sua própria boa vontade. Finalmente, observamos os corolários desta Doutrina e mostramos como ela atribui toda a glória a Deus, e garante da forma mais enfática a segurança eterna de todos os que foram escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo.

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Eleição e Vocação, por Robert Murray M´Cheyne

 

[Compilação de Escolhidos Para a Salvação & Chamados Com Uma Santa Vocação]


 

I. ELEIÇÃO – Escolhidos Para a Salvação

 

“Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade.” (2 Tessalonicenses 2:13)

 

Quando viaja por países papistas, onde o povo se curva diante de imagens de madeira e pedra, e onde a Palavra de Deus é esquecida, a mente de um crente se volta para as temíveis palavras nos versículos precedentes com um sentimento de tristeza inexprimível; e, novamente, quando a mente vagueia a partir destas desoladas regiões para o pequeno rebanho de queridos crentes na bem-aventurada Escócia, isto proporciona algo do deleitável sentimento com o que Paulo escreveu estas palavras: “devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor”.

 

1. Aqui nós somos ensinados que Deus é soberano ao escolher as almas que são salvas.

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