Textos

 

Devocional Banco da Fé • 31 de Dezembro

 

Nenhum Desconhecido no Céu

“Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás na glória.” (Salmos 73:24)

De dia a dia e de ano a ano a minha fé confia na sabedoria e no amor de Deus, e eu sei que não creio em vão. Nenhuma boa palavra Sua jamais falhou e estou certo de que nunca nenhuma cairá por terra.

Eu me coloco nas Suas mãos por direção. Eu não sei o caminho que devo escolher: o Senhor escolhe a minha herança para mim. Eu preciso de conselhos e alertas; pois, os meus deveres são complicados e minha condição é difícil... Eu busco o conselho do Deus infalível em vez de preferir o meu próprio julgamento ou o conselho de amigos...

Logo virá o fim: mais alguns anos e sairei deste mundo para o Pai. Meu Senhor estará perto do meu leito. Ele me encontrará na porta do céu: Ele me receberá para a terra da glória. 

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Devocional Banco da Fé • 17 de Dezembro

 

Mais Íntima e Querida Comunhão

“Assim estaremos sempre com o Senhor.” (1 Tessalonicenses 4:17)


Enquanto estamos aqui o Senhor está conosco e quando somos chamados para longe, estamos com Ele. Não há como dividir o santo de Seu Salvador. Eles são um, e eles sempre serão um: Jesus não pode estar sem o Seu próprio povo, pois Ele seria uma cabeça sem corpo. Seja nas alturas ou descansando no paraíso, ou peregrinando aqui, estamos com Jesus; e quem nos separará dEle?

Que alegria é essa! Nossa honra suprema, descanso, conforto e prazer é estarmos com o Senhor. Não podemos conceber algo que possa superar ou mesmo se igualar a esta comunhão com Deus. Através desta santa comunhão, estaremos com Ele em Sua humilhação, rejeição e fadiga, e depois estaremos com Ele em Sua glória.

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A Glória de Cristo, por R. M. M'Cheyne

 

[Um Excerto do Sermão Pai, Eu Quero*]  


Há três estágios na glória de Cristo. Esta será a ocupação do Céu: a contemplação de todas elas.

Primeiro. A glória original de Cristo. Esta é a Sua glória não derivada, não criada, como igual ao Pai. Ela é mencionada em Provérbios 8:30: “Então eu estava com ele, e era seu arquiteto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo”. E, novamente, nesta oração: “aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (v. 5). Dessa glória nenhum homem pode falar, nenhum anjo, nem arcanjo. Somente de uma coisa sabemos, que devemos honrar o Filho, bem como devemos honrar o Pai. Ele compartilha com o Pai em ser o Único todo-perfeito, quando não havia nada para admirar, ninguém para adorar, nem anjos com harpas de ouro, nem serafins a cantar Seu louvor, nem querubins a clamar: “Santo, Santo, Santo”. Antes que todas as criaturas existissem, Ele era Um com o Deus infinitamente perfeito, bom e glorioso. Ele era, então, tudo o que Ele mais tarde evidenciou ser. A criação e redenção não O mudaram. Elas apenas revelaram o que Ele era anteriormente. Elas apenas forneceram os objetos para que aqueles raios de glória repousassem, de forma que brilhavam tão plenamente como antes, desde toda a eternidade. A eternidade será tomada com o louvor a Deus, à medida que Ele revelou a Si mesmo absolutamente; assim mesmo Ele sairá do retraimento de Sua amável e bem-aventurada eternidade.

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