Textos

 
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Devocional Banco da Fé • 12 de Janeiro

 

“Amei Até o Fim”

 

“Pois o Senhor não rejeitará para sempre.” (Lamentações 3:31)

 

Ele pode afastar por um tempo, mas não para sempre. Uma mulher pode retirar os seus enfeites por alguns dias, mas ela não vai esquecer ou jogá-los no lixo. O Senhor não abandona aqueles que Ele ama, pois “como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim” [João 13:1]. Alguns falam de nosso estar na graça e fora dela, como se fôssemos como coelhos que ficam dentro e fora de suas tocas; mas, na verdade, não é assim. O amor do Senhor é uma questão muito mais séria e duradoura do que isso.

 

Deus nos escolheu desde a eternidade, e Ele nos ama por toda a eternidade...

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Devocional Banco da Fé • 30 de Dezembro

 

“Como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.” (João 13:1)

 

Este fato é essencialmente uma promessa; pois, o que nosso Senhor foi, Ele é, e o que Ele foi para aqueles com quem Ele viveu na Terra, Ele sempre será para todos os Seus amados.

 

“Tendo amado”: aqui estava a maravilha! Que Ele alguma vez amou os homens é a maravilha. O que havia em Seus pobres discípulos para que pudesse amá-los? O que há em mim?

 

Porém, quando Ele amou, é de Sua natureza continuar a amá-los. O amor fez dos santos “Seus” — esse é um título precioso! Ele os comprou com sangue e eles se tornaram o Seu tesouro. Pertencendo a Jesus, Ele não irá perdê-los. Sendo os Seus amados, Jesus não deixará de amá-los. Minha alma, Ele não deixará de amar-te!

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Devocional Banco da Fé • 21 de Dezembro

 

Da Ira ao Amor

 

“Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.” (Miquéias 7:19)

 

Deus nunca se arrepende de Seu amor, mas Ele logo deixa a Sua ira. Seu amor ao Seu eleito é de acordo com a Sua natureza; Sua ira é apenas de acordo com o Seu ofício. Ele ama porque Ele é amor; Ele Se ira, porque isso é necessário para o nosso bem. Ele voltará ao lugar onde o coração descansa, ou seja, Seu amor a Si mesmo e então Ele terá piedade de nossas dores e acabará com elas.

 

Que promessa preciosa: “Sujeitará as nossas iniquidades”! Ele as vencerá.

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Devocional Banco da Fé • 6 de Novembro

 

Deleite e Desejos

 

“Deleita-te também no Senhor, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4)

 

Deleitar-se em Deus tem um poder transformador e ergue um homem acima do desejo grosseiro de nossa natureza anteriormente caída. Deleitar-se em Yahwéh não é somente doce em si, mas adoça toda a alma, até que os desejos do coração se tornem de tal forma que o Senhor pode prometer certeza em cumpri-los. Não é este um grande deleite que molda os nossos desejos até que eles sejam como os desejos de Deus?

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A Relação de Casamento, por C. H. Spurgeon

 

Sermão Nº 762. Pregado por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

"Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o Senhor; pois eu vos desposei...” (Jeremias 3:14)


Estas são palavras graciosas — um grato anódino para uma consciência perturbada. Tal conforto singular é apropriado para animar a alma, e colocar o mais brilhante tom em todas as suas perspectivas. A pessoa a quem isso é dirigido tem uma posição eminentemente feliz. Satanás estará muito ocupado com você, crente em Cristo, esta noite. Ele dirá: “Que direito você tem de acreditar que Deus é casado com você?”. Ele irá lembrá-lo de suas imperfeições e da frieza de seu amor, e talvez do estado de retrocesso do seu coração. Ele dirá: “Ora, com tudo isso sobre você, você pode ser presunçoso o suficiente para reivindicar união com o Filho de Deus? Você pode se aventurar a esperar que haverá qualquer casamento entre você e o Santo?”. Ele dirá a você, como se ele fosse um advogado da santidade, que não é possível que tal pessoa como você sente que é, possa realmente ser um participante de tão precioso e especial privilégio como ser casado com o Senhor.

 

Que isto seja suficiente para uma resposta a todas essas sugestões: o texto é encontrado dirigido não para o Cristão em um estado de florescimento de coração, não para os crentes no Monte Tabor, transfigurados com Cristo, e não a uma cônjuge casta e justa, e que senta-se sob o estandarte do amor, banqueteando-se com o seu Senhor; mas os destinatários são aqueles que são chamados de “filhos rebeldes”. Deus fala à Sua igreja em seu mais baixo e abjeto estado, e embora Ele não deixa de repreender o seu pecado, lamenta-o e a faz lamentá-lo também, mas ainda assim, em tal condição, Ele diz a ela: “Eu vos desposei”. Oh! é por graça que Ele Se casasse com qualquer um de nós, mas é graça em seu mais alto grau, é o oceano de graça em sua maré alta, que Ele fale, assim aos “filhos rebeldes”. Que Ele fale em notas de amor a qualquer um da raça caída de Adão é “extremamente estranho, é maravilhoso”, mas que Ele escolha aqueles que se comportaram traiçoeiramente para com Ele, que viraram as costas para Ele e não o rosto, que portaram-se falsamente com Ele, embora, sejam Seus próprios, e dize-lhes: “Eu vos desposei”, isso é uma doçura de amor além do que poderíamos supor ou imaginar. Ouve, ó céus, e admire-se, ó terra, que todo coração com discernimento irrompa em cântico, sim, que cada mente humilde bendiga e louve a condescendência do Altíssimo! Animai-vos, pobres corações abatidos. Aqui há doce estímulo para alguns de vocês que estão deprimidos e desconsolados, e sentam-se sozinhos, tirem águas vivas deste poço. Não deixe que o barulho dos arqueiros o mantenham distante do lugar onde se retira água.
 

Não tema que você venha a ser amaldiçoado, enquanto você está aguardando a bênção. Se você temer, apenas confie em Jesus, se você tem apenas um interesse vital nAquele Senhor uma vez humilhado, agora exaltado, venha com santa ousadia ao texto, e qualquer que seja o conforto que haja aqui, receba-o e se alegre nele. Para esta finalidade, vamos considerar atentamente a relação da qual se fala aqui e diligentemente investiguemos o quanto estamos experimentalmente familiarizados com ela.
 

I. Ao considerar a relação da qual se fala aqui, você observará que a relação de casamento, embora seja extremamente próxima, não provém de nascimento.

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