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Devocional Banco da Fé • 11 de Fevereiro

 

Os Filhos Estão Incluídos?

 

“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.” (Isaías 44:3)

 

Nossos queridos filhos não têm o Espírito de Deus por natureza, como vemos claramente. Percebemos muitas coisas neles que nos fazem temer quanto ao seu futuro, e isso nos leva à oração agonizante. Quando um filho se torna especialmente perverso, choramos com Abraão: “Oh, que viva Ismael diante de ti!”. Nós preferiríamos ver nossas filhas como Anas do que como imperatrizes. Este versículo deve nos encorajar muito. Ele segue as palavras: “Não temas, ó Jacó, meu servo”, e pode muito bem remover os nossos medos.

 

O Senhor dará o Seu Espírito; o dará com abundância, derramando-o; o dará de modo eficaz, de forma que seja uma bênção real e eterna. Sob esse derramamento divino, nossos filhos seguirão adiante, e “Este dirá: Eu sou do Senhor; e aquele se chamará do nome de Jacó” [Isaías 44:5].

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10 Coisas Para Fazer Com Seus Filhos Pequenos, por Jared Longshore

 

Paternidade é algo fácil... ninguém nunca disse isso. Paternidade é um trabalho árduo, mas é o tipo do trabalho que é bom, recompensador e alegre. Salomão, o Sábio, mostrou sua sabedoria quando disse dos filhos: “Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava” (Salmo 127:5). Com a recente adição, minha esposa e eu agora temos 5 crianças de 7 anos e menos. Não é necessário dizer que gastamos muito tempo pensando em como aplicar o que Deus diz sobre paternidade aos nossos pequeninos. Aqui estão 10 coisas para fazer com seus filhos pequenos em um esforço para educa-los “na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4):

 

1. Conte-lhes sobre a glória de Deus

 

Diga-lhes quem é Deus. Diga-lhes o que Ele fez. Aponte para o peixe nadando, para a estrela cadente, para a árvore balançando, para o pássaro voando, para o morango amadurecendo, e mostre-lhes o agir da mão de Deus. Recentemente, ao saímos de um culto pelas portas dianteiras do edifício de nossa igreja com nossas crianças, nos deparamos com um pôr-do-sol que deixou o céu com brilho rosa e laranja. Uma das doces e piedosas damas de nossa congregação se inclinou e perguntou aos nossos filhos: “Vocês ouvem o que o sol está dizendo?”. Calvino estava certo: “O mundo inteiro é um teatro para a exibição da divina bondade, sabedoria, justiça e poder”.

 

2. Leia a Bíblia com eles

 

Não retenha o livro que é mais doce do que o mel e o licor dos favos (Salmo 19:10). Dê às crianças o doce. Leia para elas as palavras vivificantes da Escritura. Ore para que Deus lhes dê fé e então fale da Bíblia para eles, pois “a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17).

 

3. Catequize-os

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7 Razões Para Ensinar História da Igreja aos Seus Filhos, por Jeff Robinson

 

Pergunte aos meus quatro filhos o que o pai deles ama e coloca no topo da lista depois de “Jesus, nossa mãe, beisebol e os Georgia Bulldogs[1]", a resposta pode ser apenas “pessoas mortas”. Por quê? Eu penso que o fato de eu ensinar história da igreja para os meus filhos é importante — tendo começado desde pequeninos — para que eles entendam a riqueza da fé, e que eu sou ordenado a isso a partir das Escrituras. (E sim, eles sabem que o herói deste Livro ressuscitou dentre os mortos).

 

Presumindo que eles têm ouvido, meus filhos podem dizer algo sobre Lutero, sobre as 95 teses e sobre uma porta da igreja em Wittenberg. (Eles até mesmo pronunciam o “W” como um “V”, porque acham que parece com o som de um inseto). Eles conseguem lhe dizer tudo sobre Calvino e seu confronto desagradável com William Farel. Podem dizer-lhe que William Carey é o pai das missões modernas (e provavelmente eles lembrarão que ele era um Batista). Podem dizer-lhe que Spurgeon fumava um charuto ocasionalmente e que um homem com o nome engraçado de Atanásio ganhou o dia em uma reunião convocada pelo Concílio de Nicéia (eles provavelmente dirão a data, a qual é 325 d.C.). Eles sabem que uma importante batalha ocorreu em uma ponte chamada Mílvio (ou como meu filho de 6 anos de idade chama: “Melvin”). Eles têm aprendido que aquelas pessoas que aparecem na nossa varanda especificamente aos sábados, com as suas revistas Sentinela nas mãos são os Arianos modernos. Eu tinha 30 anos antes que soubesse tudo isso.

 

De maneira alguma a história da igreja deve sobrepujar o ensino da Bíblia em família. O culto familiar e a Palavra de Deus devem vir em primeiro lugar em sua casa. Porém, os benefícios de ensinar-lhes algo sobre as pessoas importantes e movimentos da rica herança da Igreja são inumeráveis. Aqui estão sete razões pelas quais devemos ensinar história da Igreja aos nossos filhos.

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Devocional Banco da Fé • 22 de Outubro

 

Pleiteie a Sua Própria Promessa

 

“...tu, ó Senhor DEUS, o disseste; e com a tua bênção será para sempre bendita a casa de teu servo.” (2 Samuel 7:29)

 

Esta é uma promessa pleiteada, e por isso produz instruções duplas para nós. Qualquer coisa que o Senhor Deus falou, devemos receber como certamente verdadeiro e, em seguida, devemos pleiteá-lo diante do trono.

 

Oh, como é doce citar o que o nosso próprio Deus falou! Como é precioso usar um “portanto”, quanto ao que a promessa indica, como Davi fez neste verso!

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9 Elementos de um Casamento Cristocêntrico, por Phil Newton

 

O casamento é um trabalho árduo. Não consiste em 40 ou 50 horas semanais de trabalho, mas em 168 horas por semana, 365 dias por ano, “até que a morte nos separe”. Não existem dias de folga ou de férias ou licença médica. Porém, o trabalho árduo não significa miséria, tristeza ou escravidão. Por trabalho árduo, quero dizer que o casamento exige que prestemos atenção aos detalhes na relação conjugal, que aprendamos a servir o nosso cônjuge sacrificialmente e que nos dediquemos àqueles elementos que edificam, fortalecem e melhoram o casamento.

Mas alguns não querem se esforçar pelo casamento. Eles proferiram os seus votos com os dedos cruzados ou com paraquedas em suas costas. Eles não têm a intenção de fazer o que é preciso para que tenham um casamento que reflete Jesus Cristo e Sua Noiva (Efésios 5). No entanto, é suficiente dizer que quando Paulo descreve a relação que Jesus tem com a Igreja como a Sua Esposa, ele relata a história e a instrução sobre o casamento, para que todos vejam. O que ele nos apresenta é isso: o casamento não é sobre vocês; não se trata de agir do seu modo; trata-se de Jesus Cristo ser glorificado por meio de um homem pecador e de uma mulher pecadora, redimidos por Sua morte sangrenta, habitados pelo Seu Espírito e que vivem juntos como seguidores de Cristo.

Então, com o que esse tipo de vida se parece? Vamos pensar em nove elementos de um casamento cristocêntrico.

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