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Falar e Fazer │ Jonathan Edwards │ ❝Citações❞ #2

 

 

A segunda citação da nossa série é do grande Puritano Jonathan Edwards, extraída de seu livro “A Genuína Experiência Espiritual”, publicado em português pela PES, é que é um resumo da sua obra clássica “A Treatise Concerning Religious Affections” [Um Tratado Concernente às Afeições Religiosas]. A citação é a seguinte:

 

❝Tudo o que dizemos será inútil, se não for confirmado pelo que fazemos... Palavras custam pouco. É pela dispendiosa e desinteressada prática cristã que mostramos a autenticidade de nossa fé.❞*

 

A frase supracitada está contida na Parte III: Os sinais que distinguem verdadeiras emoções espirituais. E ponto 14: A prática cristã é, para os outros, o principal sinal da sinceridade de um convertido. Bom, penso que isso já resume bem o contexto em que essa citação está inserida.

 

É um verdadeiro cuidado de todo aquele que quer seguir os ensinamentos bíblicos fugir da tão terrível ‘hipocrisia”, que pode ser definida, meio que parodiando a frase do Edwards, como: “Inutilizar o que dizemos por não o confirmarmos, fazendo”. De fato, errar aqui, isto é, dizer e não fazer, é errar em tudo e simplesmente tornar inútil toda a sua suposta vida crista.

 

Infelizmente, vejo que esse é um problema comum, e é mais sútil do que se pensa. Por exemplo, você ouvir alguém dizer que quer conhecer, buscar e ter comunhão com Deus, mas que ao mesmo tempo não quer ler a Bíblia? Ou talvez você já tenha visto, aquela pessoa que se diz Jesus Cristo é o seu senhor que toda a sua vida pertence a Ele, mas não tempo para adora-lO e servi-lO ao lado seus irmãos no contexto da igreja local?

 

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* EDWARDS, Jonathan. A Genuína Experiência Espiritual, ou Experiência Espiritual, Verdadeira ou Falsa. 1ª Ed. [Tradução: Marcia Serra Ribeiro Viana]. São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas (PES), 1993. p. 107.

 

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O Amor de Cristo Demonstrado ao Morrer por Pecadores, por Jonathan Edwards

 

[Excerto do Sermão Agonia de Cristo, por Jonathan Edwards]
 

“E, posto em agonia, orava mais intensamente; e o Seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue que corriam até ao chão.” (Lucas 22:44)
 

O sofrimento que Cristo, então, esteve realmente sujeito, foi terrível e assombroso, como foi demonstrado; e quão maravilhoso foi o Seu amor, que ainda permaneceu e foi confirmado! O amor de qualquer mero homem ou anjo sem dúvida teria afundado sob tal peso, e nunca teria sofrido um conflito em um suor tão sangrento como o de Jesus Cristo. A angústia da alma de Cristo naquele momento foi tão forte a ponto de causar esse efeito maravilhoso em Seu corpo. Mas o Seu amor aos Seus inimigos, miseráveis e indignos como eram, foi ainda mais forte. O coração de Cristo, nesse momento estava cheio de angústia, todavia era mais cheio de amor por vermes desprezíveis: Suas tristezas abundavam, mas o Seu amor superabundou. A alma de Cristo foi esmagada com um dilúvio de sofrimento, mas isto ocorreu a partir de um dilúvio de amor por pecadores em Seu coração, suficiente para transbordar o mundo, e sobrepujar as mais altas montanhas de seus pecados. Aquelas grandes gotas de sangue que corriam ao chão foram uma manifestação de um oceano de amor no coração de Cristo.

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Deus Salva A Quem Ele Quer!, por Jonathan Edwards

 

[Uma compilação do Sermão A Soberania De Deus Na Salvação Dos Homens]

Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer.” (Romanos 9:18)


O apóstolo, no início deste capítulo, expressa sua grande preocupação e tristeza de coração pela nação dos judeus, que foram rejeitados por Deus. Isso o leva a observar a diferença que Deus fez por eleição entre alguns e outros dentre os judeus, e entre a maior parte daquele povo e os Cristãos gentios. Ao falar isso, ele entra em uma discussão no ponto mais específico da soberania de Deus na eleição de alguns para a vida eterna, e rejeição dos outros, que é encontrado em qualquer outra parte da Bíblia. Durante seu discurso Paulo cita várias passagens do Antigo Testamento, confirmando e ilustrando esta doutrina.

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O Terrível Estado Dos Não-Convertidos, por Jonathan Edwards

 

“Então, o carcereiro, tendo pedido uma luz, entrou precipitadamente e, trêmulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Depois, trazendo-os para fora, disse: Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” (Atos 16:29-30)


Temos aqui e no contexto um relato da conversão do carcereiro, que é uma das mais notáveis nas Escrituras. Ele, anteriormente, parece não apenas ter estado completamente insensível às coisas da Religião, mas ter sido um perseguidor, tendo perseguido estes mesmos homens, Paulo e Silas, embora agora venha a eles de forma tão urgente, perguntando-lhes o que devia fazer para ser salvo. Lemos no contexto que todos os magistrados e multidões da cidade juntaram-se a uma em um tumulto contra Paulo e Silas, arrebatando-os, e lançando-os na prisão, encarregando o carcereiro da sua guarda. Imediatamente ele os lançou na prisão interior, e prendeu seus pés ao tronco. E é provável que não tenha agido assim meramente como um servo ou instrumento dos magistrados, mas que tenha se juntado com o resto do povo na sua fúria contra os apóstolos, e que assim o fez induzido por sua própria vontade, bem como pelas ordens dos magistrados, o que o fez executar suas ordens com tal rigor.

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Perdão Para os Maiores Pecadores, por Jonathan Edwards

 

“Por amor do Teu nome, Senhor, perdoa minha iniquidade, pois é grande.” (Salmos 25:11)


É evidente por algumas passagens deste Salmo, que quando foi escrito, era um momento de aflição e perigo para Davi. Isto transparece particularmente até o 15º e seguintes versos: “Meus olhos estão sempre voltados para o Senhor; pois ele tirará os meus pés da rede”, e etc. Seu sofrimento o faz pensar de seus pecados, e leva-o a confessá-los e clamar a Deus por perdão, como é apropriado em um momento de aflição. Veja o verso 7: “Não te lembres dos pecados da minha mocidade, nem das minhas transgressões”; e verso 18: “Olha para a minha aflição, e minha dor, e perdoa todos os meus pecados”.

É observável no texto que argumentos o salmista usa ao implorar por perdão.

1. Ele implora perdão por causa do nome de Deus. Ele não tem nenhuma expectativa de perdão por causa de qualquer justiça ou merecimento dele por quaisquer boas ações que ele tenha feito, ou por qualquer compensação que havia feito por seus pecados; mesmo que se a justiça de um homem pudesse ser usada como argumento, Davi teria tido tantos argumentos quanto a maioria. Mas ele implora que Deus o perdoe por causa de Seu próprio nome, por Sua própria glória, pela glória da Sua própria livre graça, e pela honra da Sua própria fidelidade.

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