Meditações Diárias | 18 de Maio | J.C. Philpot

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E porei o meu temor nos seus corações, para que nunca se apartem de mim.❞ (Jeremias 32:40)

Como o temor de Deus surge em uma alma crente, e é mantido vivo pelas influências que fluem de Cristo como o Cabeça da Aliança, produz, com seus efeitos, uma aproximação dEle. Não podemos nos afastar dEle, pois o temor de Deus está em nosso coração. O temor de Deus é, portanto, chamado de “fonte de vida, para desviar dos laços da morte”. Se é uma fonte de vida, deve ser alimentada por Aquele que é a fonte da vida; e é à medida que afasta dos laços da morte, ela se aproxima mais completa e estreitamente a Ele, enquanto esses laços são rompidos e deixados para trás.

Se examinarmos as manifestações do temor piedoso em nossos corações, veremos que todas as tendências estão voltadas para a vida e a fonte da vida; em direção a um ódio pelo pecado e amor pela santidade; em direção a um gozo das realidades celestiais e morte para as coisas do tempo e sentidos; em direção ao conhecimento de cristo na manifestação de Si mesmo, é um desejo de viver mais para o Seu louvor, andar mais em Seus passos e ser conformado à Sua imagem.

Agora, como nenhuma dessas coisas pode ser produzida, a não ser pela união com Cristo e a permanência nEle, vemos como o temor de Deus ajuda e é necessário para essa aproximação. Pois, à medida em que o temor de Deus é apagado na alma, ocorre um afastamento gradual e um declínio perceptível dessa aproximação de Cristo.

 

Título original: Daily Portions — Via: GraceGems.org: • Traduzido e publicado com permissão. Tradução por Juliana e Ana Beatriz Oliveira Meninel • Revisão por Camila Rebeca Teixeira