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A Beleza da Santidade, por Arthur W. Pink

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Maravilhosa meditação! Que Deus nos ajude e que nossa oração seja: ““Seja sobre nós a formosura do SENHOR nosso Deus” (Salmos 90:17). Amém!

Eis o seu esboço:

“Adorai o Senhor na beleza da santidade” (Salmos 29:2). Santidade é a antítese do pecado, e a beleza da santidade está em contraste direto com a feiura do pecado. O pecado é uma deformidade, uma monstruosidade. O pecado é repulsivo, repelente ao Deus infinitamente puro; é por isso que Ele escolheu a lepra, a mais repugnante e terrível de todas as doenças, para ser seu emblema. Quando o Profeta foi divinamente inspirado para descrever a condição degenerada de Israel foi nestas palavras: “Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres” (Isaías 1:6). Oh, que o pecado fosse repugnante e odioso para nós; não apenas em suas formas mais grosseiras, mas o pecado em si. No extremo oposto da hediondez do pecado está a “beleza da santidade”. A santidade é amável aos olhos de Deus, é necessariamente assim. Ela é o reflexo da Sua própria natureza, pois Ele é “glorioso em santidade” (Êxodo 15:11); oh, que ela possa ser cada vez mais atraente e mais sinceramente buscada por nós. Talvez a maneira mais simples de trazer à tona a beleza da santidade será em contrastá-la a partir das belezas temporais e do sentido.

***

• A beleza da santidade é imperceptível para o homem natural.

• A beleza da santidade é real e genuína, e é aí que ela difere radicalmente de grande parte da beleza que é vista no mundo.

• A beleza da santidade é permanente, e é aí que ela difere radicalmente de toda a beleza da Terra.

• A beleza da santidade é satisfatória, e aqui ela difere radicalmente da beleza das coisas do tempo e sentido.

• A beleza da santidade é glorificar a Deus, e é aí que ela difere radicalmente de muita beleza humana.

• “Adorai o Senhor na beleza da santidade”.
 

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