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A Condenção de Jesus Cristo, por João Calvino

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Baseado em Mateus 26:51-66, João Calvino expõe o sublime tema: A Condenação do Filho de Deus, Jesus Cristo, o Justo, para a salvação, libertação e absolvição de vis pecadores.

• Esta foi a vontade de Deus, Seu Pai.

• “Como, pois, se cumpririam as Escrituras?”

• Esta, então, é a intenção de nosso Senhor Jesus.

• Não podemos pensar que os homens ímpios estavam no controle e que o Filho de Deus não tinha os meios para Se defender. Pois, tudo começou a partir da vontade de Deus, e do decreto imutável que havia feito.

• Então, uma vez que Deus mostrou a Ele a que Ele foi chamado, isto é sobre o que Ele confia.

• Vemos que o nosso Senhor Jesus é sujeito a essas coisas vergonhosas nas mãos dos homens.

• Ele é a rocha que seria rejeitada pelos construtores. E quem eram os construtores da casa de Deus e de Sua Igreja? Os sacerdotes. Pelo menos eles deveriam permanecer naquele ofício. No entanto, eles rejeitaram a pedra que Deus estabeleceu como a pedra angular. E esta pedra, embora pudesse ter sido rejeitada, no entanto, tem sido estabelecida no lugar principal do edifício, ou seja, Deus não deixará de cumprir o que Ele havia ordenado por meio de Seu conselho, quando Ele ressuscitou dos mortos Seu único Filho e elevou-O mais do que Ele era antes de ser esvaziado. Para que todo joelho se dobre diante dEle.

• Jesus Cristo não teve consideração por Si mesmo e que, antes, Ele coloca-Se no dever, o qual Ele tomou a responsabilidade, ou seja, ser nosso Redentor.

• Desde que é assim, aprendamos a nos humilhar diante do Senhor Jesus.

• Que todos nós aprendamos a nos humilhar, e dar a Ele toda a glória, pois Ele esteve tão disposto a inclinar-Se, de fato, a esvaziar-Se de tudo por nossa salvação.

“Prostremo-nos em humilde reverência diante da majestade do nosso Deus”. Amém.
 

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