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A Mensagem de Spurgeon Sobre o Sacrifício Expiatório de Cristo, Thomas Nettles

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Eis o esboço desta maravilhosa coletânea de assertivas de C. H. Spurgeon sobre o Sacrifício expiatório de nosso Senhor jesus Cristo:

“Estou convicto de que difamamos a Cristo quando pensamos que estamos atraindo as pessoas por alguma outra coisa que não seja a pregação de Cristo crucificado. Sabemos que a maior concentração de pessoas em Londres foi reunida durante estes 30 anos graças a nada mais do que a pregação de Cristo crucificado. Onde está a nossa música? Onde está a nossa oratória? Onde está a arquitetura atraente, ou a beleza do ritual? ‘Um serviço nu’, eles o chamam. Sim, mas Cristo compensa todas as deficiências”.

O Senhor Jesus Cristo em Sua cruz de redenção era o centro, circunferência, e somatório do ministério de pregação de Charles Haddon Spurgeon. Seus temas se repetiam contínua e incansavelmente, mas sempre com um frescor de poder e paixão que poderia impactar seus ouvintes e colocá-los na congregação da Galácia, perante os olhos de quem Cristo foi claramente retratado como crucificado. Spurgeon foi uma catarata, uma avalanche, uma inundação Mississippiana em sua ênfase implacável sobre a morte por crucificação do Senhor Jesus Cristo. A Redenção é o “coração do evangelho” e a “essência da redenção é a expiação substitutiva de Cristo”2. É tanto o coração quanto a “pedra angular do Evangelho”. Ao anunciá-la como seu tema, com algum espanto ele se perguntaria muitas vezes: “Quantas vezes vou conseguir, eu me pergunto? A doutrina de Cristo crucificado está sempre comigo”.3

• A Centralidade da Redenção

Central à Escritura

Central para a Plena Compreensão de Deus e do Homem

Central para o Poder Evangelístico

Central Para a Doutrina

• A Pessoa do Redentor

• Substituição e Propiciação

• A Extensão da Expiação

• Incapacidade e Responsabilidade

• A Fonte Aberta

• A Eficácia da Expiação

• Conclusão

Em primeiro lugar, devemos cultivar a sua paixão pela cruz.

Em segundo lugar, não devemos ser intimidados pela disciplina moderna da teologia bíblica de modo que possamos deixar de ver a centralidade da cruz em toda a Escritura.

Em terceiro lugar, devemos aprender a explorar a doutrina da segurança a partir do fundamento da cruz como Spurgeon fez.

Em quarto lugar, devemos aprender a ver na cruz a apresentação tangível histórica dos propósitos eternos de Deus no Pacto Eterno.

Em quinto lugar, podemos aprender com Spurgeon o poder evangelístico da expiação definida. Seus sermões se movem e vibram com a aplicação positiva e otimista da doutrina maravilhosa.

Em sexto lugar, podemos aprender a aplicar a cruz à santificação.

“Deus me livre de gloriar-me senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo” (Gálatas 6:14).
 

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