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A Natureza da Depravação Total do Homem, Cap. 6 – The Total Depravity of Man, A. W. Pink

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O presente excelente volume é o Capítulo 6 do Livro The Total Depravity of Man”, por A. W. Pink.

Eis o seu esboço:

• A Corrupção da Carne

• Faremos todos os esforços com cuidado para definir e descrever a atual condição do homem natural, começando com o lado negativo e apontando uma série de coisas em que a depravação humana não consiste.

• Em primeiro lugar, a Queda não resulta na extinção daquele espírito que fazia parte do complexo ser do homem quando criado por Deus.

• Em segundo lugar, a Queda não resultou na perda de qualquer faculdade humana. Não privou o homem da razão, consciência ou discernimento moral, pois teria se transformado em uma outra espécie de ser.

• A Corrupção do Espírito Humano.

• A Queda não privou o homem de nenhuma de suas faculdades mentais ou morais, mas tirou-lhe o poder de usá-las da maneira correta.

• E terceiro lugar, a Queda não resultou na perda da liberdade da vontade, o seu poder de volição como uma faculdade moral.

“O homem natural age como lhe agrada, mas ele agrada a si mesmo em uma única direção — para si e para baixo, nunca para Deus e para cima”.

• Em quarto lugar, a Queda não resultou em qualquer redução, menos ainda, a destruição, da responsabilidade do homem.

• Voltando agora ao que resultou da Queda, descobrimos que há um lado negativo e um positivo, que havia certas coisas boas de que fomos privados, e que havia algumas coisas más que nos foram procedentes. Apenas quando ambas forem levadas em consideração é que poderemos obter uma resposta completa à nossa pergunta.

• Em primeiro lugar, pela Queda o homem perdeu a imagem moral de Deus.

• Em segundo lugar, pela Queda o homem perdeu a vida de Deus. A alma não só foi feita por Deus, mas para Deus, equipada para conhecer, desfrutar e comungar com Ele; e sua vida está nEle.

• Em terceiro lugar, pela Queda o homem perdeu seu amor por Deus.

• Em quarto lugar, pela Queda nossos primeiros pais e toda a humanidade perderam a comunhão com Deus.

• Aqui, então, está a natureza terrível da depravação humana. Do lado negativo é composta por perda do homem da imagem moral de Deus — conscientemente sentida pelos nossos primeiros pais no sentido vergonhoso que eles tinham de sua nudez. Eles também perderam a vida de Deus, de modo que eles se tornaram alienados de Seu favor, desprovidos de alegria, esvaziados de santidade — fracamente percebido por eles, como era evidente a partir de sua tentativa de tornarem-se mais apresentável pela fabricação de aventais de folhas de figueira. O amor a Deus foi perdido, de modo que eles não mais O reverenciavam e O adoravam, mas foram repelidos por Suas perfeições — manifestado por eles em sua fuga assim que perceberam Sua aproximação. Eles perderam a comunhão com Deus, de modo que ficaram totalmente indignos diante de Sua presença, finalizando com sua expulsão do Éden. Somente o regenerado pode estimar o quanto foi irreparável a perda do homem por causa da Queda, e quão terrível é a condição do homem natural.

• Nós já apontamos uma série de coisas que a depravação da natureza humana não consiste, e algumas das bênçãos inestimáveis da qual o homem foi privado pela Queda. Passamos agora para o lado afirmativo, ou a uma consideração daqueles males que se abateram sobre a natureza humana como resultado da apostasia dos nossos primeiros pais. Nós não concordamos com aqueles que ensinam que algo meramente negativo — a ausência do bem — é transmitido de Adão e Eva para seus descendentes, através da via da geração natural e da propagação. Em vez disso, estamos plenamente convencidos de que algo de positivo — um princípio ativo do mal — é transmitido de pai para filho. Enquanto consideramos que o pecado não é uma substância ou uma coisa material, temos a certeza de que é muito mais do que uma mera abstração e nulidade. A própria natureza do homem é corrompida; o vírus do mal está em seu sangue. Embora haja privação no pecado — uma não-conformidade à lei de Deus —, há também uma potência positiva real nela para o mal. Assim como a santidade, o pecado é um poder, mas um poder que opera a desordem e a morte.
 

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