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A Seriedade Exigida No Púlpito Evangélico, por Abraham Booth

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Este volume é um excerto de “Um Ensaio sobre o Reino de Cristo”, escrito em 1783 pelo pregador Batista Particular Confessional, Abraham Booth.

Suas advertências solenes são tão válidas quanto no passado, e talvez, mais necessárias do que nunca, pois, como disse Lewis Bayly, “…nos coube viver na escória dos tempos. Estes, sendo os últimos dias, só podem ser os piores”. 

Que Deus Se agrade em abençoar este escrito, para Sua glória. Amém!

***

Eis um trecho:

“… pode o pregador ter alguma devoção, enquanto mostra os ares de um charlatão; e quando, se a maioria de sua audiência não tiver mais decência do que ele, haveria uma explosão de risos em toda a assembleia? Seja o que for que esses declamadores pensem, onde não há solenidade, não há nenhuma devoção, e, podemos nos aventurarmos a acrescentar que uma pessoa habitualmente destituída de devoção em seu próprio coração, enquanto finge ensinar aos outros a doutrina de Cristo, é um miserável caráter à vista de Deus e tem razões para tremer. Tal homem não serve ao nosso Senhor Jesus Cristo, mas aos seus próprios interesses, de uma forma ou de outra. Ele pode desejar a popularidade e, talvez, pode obtê-la da multidão ignorante; mas as pessoas de bom senso e de piedade o considerarão como desonrando o seu ofício, como afrontando seus entendimentos e como insultando a majestade daquela presença Divina em que ele está. Pois, onde, sobre a terra, devemos esperar solenidade, se não no púlpito? Ali, um homem deve ser sério e solene como a morte.

Talvez possa ser dito: ‘Esse tipo de frivolidades tem seu uso. É um meio de excitar a curiosidade e de atrair a muitos para ouvir o Evangelho, os quais, de outro modo, não teriam a menor inclinação de fazê-lo’. Tal coisa, presumo, é o principal motivo pelo qual os pregadores deste tipo de esforço justificam-se no tribunal de suas próprias consciências. Em resposta a isso, uma repetição daquele dito capital, o Meu reino não é deste mundo, pode ser suficiente; pois, esta deve ser uma causa miserável, mesmo de um tipo secular, a que precisa de bufonaria para apoiá-la. Brincar no serviço de Deus é ser profano”.
 

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