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O Cajado do Peregrino, por R. M. M’Cheyne

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Este consolador sermão foi pregado na noite de terça-feira, 24 de novembro, 1842, alicerçado em Hebreus 13:5: “Não te deixarei, nem te desampararei.”

Eis o esboço deste sermão:

I. Primeiramente, vamos esboçar a história desta promessa.

II. E agora, queridos irmãos, eu desejo falar, em segundo lugar, sobre a pessoa que aqui fala: “[Eu] não te deixarei, nem te desampararei”.

Deixe-me, agora, mencionar alguns dos momentos nos quais deveríamos lembrar destas palavras:

1. Em tempos de culpa.

2. Em tempos de perigo.

3. Quando as criaturas o abandonarem.

***

E, oh, irmãos! Lembrem-se que a palavra “nunca” alcança a morte, alcança o lugar do juízo. Você pode segurar-se nesta palavra: “Não te deixarei, nem te desampararei”. E quando o juízo passar, estas palavras serão o eterno consolo para todos aqueles que creram: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”. Somente a eternidade revelará as riquezas desta promessa. Aquele que morreu por nós, será nosso eterno amigo; e Aquele que nos santificou, habitará em nós para sempre; e então, Deus, que nos amou, estará para sempre conosco. Então, nós conheceremos o significado de Sua promessa: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”. Amém.

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