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O Reino de Cristo Não é deste Mundo no Tocante às suas Leis, por Abraham Booth

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Este é o maravilhoso quarto e-book da Série “O Reino de Cristo”, por Abraham Booth. Belamente condizente com o ensino da Escritura e de nossa Confissão de Fé, Abraham expressa a solene e gloriosa verdade que O Senhor Jesus Cristo é a Cabeça da igreja, em Quem, pela designação do Pai, todo o poder de chamado, instituição, ordenação e governo da igreja está investido de uma forma suprema e soberana. (CFB1689 26:4).

Eis um trecho:

“O reino de Cristo não é deste mundo, no que diz respeito às leis pelas quais ele é governado. Os reinos seculares estão sob a direção das leis humanas, que são frequentemente fracas, parciais e injustas, de leis que, quando persuadem imperfeitamente, estendem seu poder de obrigação a não mais do que ao comportamento exterior; pois seria vão e tolo em um soberano temporal, pensar em legislar os pensamentos ou desejos de qualquer súdito. As penalidades civis são a sanção das leis humanas, e força externa que lhes dá o seu poder. Não são assim as leis deste império santo. Pois, provenientes dAquele, em Quem estão todos os tesouros do conhecimento, elas devem ser completamente sábias; sendo autorizadas por Aquele que é inflexivelmente justo e extremamente gentil, elas não podem deixar de ser perfeitamente boas: sendo dadas por Aquele que sonda o coração e é o Senhor da consciência, sua obrigação estende-se ao desejo latente, e à concepção emergente. Controlando os pensamentos e ordenando a consciência, a sua sanção é inteiramente espiritual. Os motivos que estimulam a obediência a elas, são os sorrisos ou as carrancas dAquele que tem o nosso eterno tudo à Sua disposição. 

Como é o reino, assim é o soberano; e como o soberano, assim as suas leis. Se o reino for deste mundo, ele deve ter um soberano político; cujas leis devem ser coercitivas, e limitadas a um comportamento exterior. Mas se o reino for de um tipo espiritual, o soberano deve ser assim também. Suas leis devem prolongar-se não menos do que à consciência, do que à conversação, e ser aplicadas por sanções de natureza espiritual. Tal é o Rei Messias, e tais são as leis de Seu reino. 

Os súditos de nosso Divino Soberano podem ser considerados, ou como indivíduos separadamente, ou como unidos em sociedades distintas, e visivelmente professando a sua sujeição à Sua autoridade. Daí a execução dessas leis pelas quais eles são regidos, vem sob uma consideração dupla. Como indivíduos separadamente, a aplicação de Suas leis para casos particulares, é inteiramente com Ele, e com a consciência de cada um. Como unidos em sociedades distintas, que são chamadas de igrejas particulares, Suas leis de admissão, de culto e de exclusão, estas devem ser aplicadas pela comunidade; aplicadas não sob a influência de motivos carnais, mas no âmbito da operação de Sua autoridade, e para fins inteiramente espirituais”.

Solus Christus!
 

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