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O Som Alegre do Evangelho da Graça de Deus, por Augustus Toplady

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Louvamos a Deus por ter preservado esta preciosidade até os nossos dias. Este texto maravilhoso escrito em 1774, nos últimos anos da peregrinação terrena do piedoso Augustus Toplady, um vigoroso defensor das Verdades Eternas de nosso Deus, é tão urgente e atual, além de ser uma composição de beleza singular sobre as Doutrinas da Graça, e exaltação de nosso Senhor Jesus, o Justo e Justificador de muitos, como nosso Único Redentor e Esperança.

Ao lê-lo, sinto-me diante de uma obra de arte, onde a beleza existe justamente por causa da Verdade exposta em cada uma destas linhas douradas. Verdade e Beleza tecem esta valiosa tessitura sobre as Boas Novas de Nossa Salvação.

Sinto-me incapaz de macular tal obra com minhas débeis palavras, então, gostaria de mostrar-lhes alguns trechos, e peço a Deus que abençoe este Sermão a cada leitor, para o bem da Sua Amada Igreja, e essencialmente para a Sua glória somente.

Vamos ao som alegre: “Nós podemos ser reconciliados com Deus apenas por Jesus Cristo.”

“Porque a notícia do Evangelho da salvação é chamado “o som alegre”? Não, por tempo indeterminado, uma alegria, mas peculiarmente, e exclusivamente de todos os outros regimes que sejam, o som alegre? Porque ele é o veículo de fazer conhecido a nós que Deus é amor, e que ele (no sangue e Justiça de Cristo) abriu um canal para o Seu amor exercitar-se na salvação do indigno. Os perdidos são encontrados; os cegos veem; os surdos ouvem; os coxos andam; os leprosos são limpos; os mortos são vivificados, e tudo isso sem dinheiro e sem preço (Isaías 4:1).”

“Bendito seja Deus, a nossa salvação é uma obra consumada. Ela não precisa, nem admitirá, suplemento. – E aqui, lembremo-nos de que, quando falamos de uma Salvação consumada, nós queremos dizer a completa e infalivelmente efetiva Redenção realizada pelo mérito propiciatório da própria obediência pessoal de Cristo e dos próprios sofrimentos pessoais de Cristo.”

“Saiba de onde toda a sua salvação espiritual e eterna surge. Não vem de vocês mesmos, em nenhum aspecto, nem em qualquer grau. A livre-agência, até ser santificado pela regeneração, é um dente quebrado, e um pé fora da articulação. E obras “feitas antes da Graça de Cristo e da inspiração de seu Espírito são”, como a nossa Igreja justamente os pronuncia ser, “pecaminosas e desagradáveis a Deus”. Não, mesmo as melhores obras que podem ser executadas após a conversão caem imensamente aquém do que a lei de Deus requer, no ponto, tanto de matéria e de forma, de quantidade e qualidade, de número, extensão, pureza e peso. O que, então, seria de nós, se não fosse a justiça de Cristo?”

“Ó bendito Filho de Deus, exalta-nos em Tua justiça, e retira de nós a nossa própria! Vós, que hoje me ouvem, o que, ó, o que vós estais procurando? Serem encontrados e exaltados na obediência de Cristo? Ou herdarem perdição e condenação em sua própria? Deus vos capacite e leve-os a escolher a boa parte!”

Amém e Amém.
 

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