Informação adicional

Autor

Formatp

eBook/PDF

Páginas

14

Título Original

Of the Respective Duties of Husband and Wife (A Body of Practical Divinity • Liv. 4 • Cap. 1)

Edição

Os Respectivos Deveres dos Maridos e das Esposas (2ª Edição)

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Descrição

Os Respectivos
Deveres dos Maridos & das Esposas

 

(Um Compêndio de Teologia Prática • Livro 4 • Capítulo 1 • Editado).

 

É designado pelo nome de “culto” ou “adoração” tudo aquilo que, por todos, possa ser realizado em relação a Deus, sob a autoridade dele, de acordo com a sua vontade e ordenança, em obediência a ele e tendo em vista a sua glória. É de acordo com isso que todos os deveres relativos e mútuos devem ser executados. A sujeição das esposas aos seus maridos deve ser feita como “ao Senhor”, o cabeça do homem, e em obediência a ele. E os maridos devem amar suas esposas, “como Cristo amou a igreja”, de acordo com o seu padrão e exemplo, e devem ser influenciados pelo amor dele (Efésios 5:21, 29).

Os respectivos deveres de marido e esposa se resumem nestes dois deveres gerais: “Amor”, por um lado e “reverência”, por outro (Efésios 5:33). Estes deveres decorrem de uma união conjugal e da relação matrimonial entre um homem e uma mulher. O casamento é uma união de homem e mulher, de um único homem e de uma única mulher em casamento legal, de acordo com a criação original do homem (Gênesis 1:27; Malaquias 2:15) e com curso da providência, que tem sido sempre mantido em todas as épocas e nações, que faz com que continuamente quase o mesmo número de homens e mulheres nasçam no mundo, geralmente na proporção de 13 para 12 ou 14 para 13 — o excedente do lado dos machos, e isso é uma provisão por parte do sábio Ordenador de todas as coisas para o fornecimento de guerreiros, marinheiros etc.

Por essa união conjugal, homens e mulheres, tornam-se um, uma só carne (Gênesis 2:24; Mateus 19:6). Portanto, tal união é muitíssimo íntima e estrita, e de fato indissolúvel, senão pela morte, com exceção de um caso: a infidelidade de um para com o outro, por adultério ou fornicação (Romanos 7:2; Mateus 5:32). O matrimônio deve ser celebrado com consentimento mútuo de todas as partes que têm interesse nele: tanto com o consentimento dos pais e encarregados da educação dos que pretendem casar-se, sob cujos cuidados as pessoas solteiras porventura estivessem como também, e especialmente, com o próprio consentimento dos noivos, pois ninguém pode ser forçado a se casar contra a sua vontade nem mesmo por aqueles que são autoridades sobre ele, como pais, etc. O matrimônio deve ser o seu próprio ato e ação voluntários e, sendo assim celebrado, ele é um estado muito honroso: “Venerado seja entre todos o matrimônio” (Hebreus 13:4).

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Of the Respective Duties of Husband and Wife (A Body of Practical Divinity • Liv. 4 • Cap. 1)

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