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Por Que Não Usamos Sistemas de Apelo, por William R. Downing

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O Sistema de Apelos “não é neutro e, deste modo, opcional; é claramente antibíblico, e, portanto, prejudicial. Sua história revela seu verdadeiro caráter psicológico e pragmático, e como ele coloca ambos os lugares e os homens em posições que são bastante contrárias à Palavra de Deus por aqueles que aceitam esse sistema antibíblica. Nós vemos como ele é, em princípio e prática, de natureza sacramental e sacerdotal. Em seu zelo ansioso por resultados imediatos e tangíveis, os ministros podem tornar-se exigentes e até mesmo abusivos em suas apelações. Seus frutos maus são muitas vezes vistos nas vidas daqueles que foram seduzidos por seus erros. Como um sistema, ele reúne em si uma série de outras crenças e práticas não-bíblicas.

Esta é uma dura lição sobre a capacidade da natureza humana religiosa para acomodar o erro através da tradição e substituir a verdade das Escrituras por um sistema pragmático e manifestamente antibíblico. Apesar de não duvidar da sinceridade, seriedade, zelo e amor pelas almas por parte daqueles que usam este sistema, temos de sustentar, tanto quanto é humanamente possível, pela graça de Deus, o princípio da Sola Scriptura. As palavras dos profetas Isaías e Jeremias merecem destaque e devem ser cuidadosamente consideradas:

‘À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles’ (Isaías 8:20).

‘Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?’ (Jeremias 5:31)”.

Eis o esboço deste artigo:

• INTRODUÇÃO.

– O Sistema de Apelos Definido e Descrito.

– Experiência Pessoal.

– Uma Palavra de Esclarecimento: Pecadores São Convidados a Virem a Cristo, Não Para a Frente.

I. A HISTÓRIA DO SISTEMA DE APELO.

– Os Primórdios: Os Reavivamentos nas Fronteiras de Kentucky.

– O Advento de Charles G. Finney e as “Novas Medidas”.

II. A NATUREZA ANTIBÍBLICA DO SISTEMA DE APELOS.

– O Sistema de Apelos: Nenhum Precedente Bíblico.

– Charles G. Finney e Sua Defesa das “Novas Medidas”.

– O Batismo e o Banco dos Ansiosos.

– Billy Graham e Sua Defesa do Sistema de Apelos.

– Os Efeitos e Legado de Charles G. Finney.

– Sola Scriptura: A Questão Decisiva.

III. A NATUREZA PSICOLÓGICA DO SISTEMA DE APELOS.

– O Homem Não-Regenerado Não Pode Ir Além Do Nível Psicológico.

– Regeneração e Conversão.

– Fé e Regeneração: Salvação Pela Graça Ou Pelas Obras?

IV. O CARÁTER UTILITÁRIO DO SISTEMA DE APELOS.

– O Sistema de Apelos: Uma Resposta Alegada Para Cada Questão.

– Agindo Biblicamente.

V. A NATUREZA SACRAMENTAL DO SISTEMA DE APELOS.

– Sacramento e Sacrossanto: O Altar.

– Igrejas Evangélicas Com Altares?

– Público, Local, Propósito, Postura e Performance?

VI. A NATUREZA SACERDOTAL DO SISTEMA DE APELOS.

– O Que é Sacerdotalismo?

– Pregador ou Sacerdote?

– Sacerdote ou Psicólogo?

VII. A NATUREZA PREJUDICIAL DO SISTEMA DE APELOS.

– Doutrina, Prática e Uma Metodologia Antibíblica.

– Uma Abordagem Híbrida Para Evangelismo.

– Conversões Espúrias.

– “As Decisões de Primeira Vez” e a Reconciliação.

– Uma Segurança Antibíblica.

• CONCLUSÃO
 

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