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Sermão Nº 229, Amor, por C. H. Spurgeon

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Não há doçura e conforto mais reais e perfeitos do que aqueles que florescem a partir da consideração do Amor do Senhor por cada um de Seu povo. Todo vero amor a Cristo nasce da percepção iluminada pelo Espírito Santo que: “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro” (1 João 4:19). Consideremos, então…

I. Em primeiro lugar, a paternidade DO VERDADEIRO AMOR A DEUS. Não há luz no planeta, senão aquela que vem do sol. Não há luz na lua, senão aquela que é emprestada e não há amor verdadeiro no coração, senão o que vem de Deus. O amor é a luz, a vida e a forma do universo. Agora, Deus é Vida, Luz, Caminho e — para coroar tudo — Deus é Amor. A partir desta fonte transbordante de infinito Amor de Deus todo o nosso amor a Deus deve saltar.

II. O Amor, então, tem como seu pai o amor de Deus derramado em nossos corações. Mas depois que ele é divinamente gerado em nosso coração deve ser DIVINAMENTE NUTRIDO. O amor é exótico. Não é uma planta que vai nutrir-se naturalmente no solo humano. O amor a Deus é uma coisa rica e rara. Ele morreria se fosse deixado para ser congelado pelas explosões frias de nosso egoísmo. E se ele não recebesse nenhum alimento, senão o que fosse tirado da rocha de nossos próprios corações duros, ele pereceria. Como o amor vem do Céu, logo, deve alimentar-se de pão celestial! Ele não pode existir neste deserto se não for alimentado de cima e alimentado por maná do Alto. De que, então, o amor se alimenta? Ora, se alimenta de amor. Aquilo que veio a produzi-lo torna-se o seu alimento. “Nós amamos porque ele nos amou primeiro”.

III. E agora vem o terceiro ponto, a CAMINHADA DO AMOR.
 

 

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