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Sermão Nº 3115, Pecado e Graça, por C. H. Spurgeon

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Neste Sermão, Charles Haddon Spurgeon trata sobre o grande mal de toda a humanidade: o pecado. Todos nós nascemos na terrível condição de pecadores, não apenas separados, mas também inimigos que odeiam o Santo, Santo, Santo Deus. O pecado é a fonte de todos os males, dores e sofrimentos, e todos os pecadores merecem ser justamente punidos com a morte e ruína eterna. Que grandes males e consequências há em que sejamos desde a nossa concepção pecadores! Que condição miserável é a do homem por natureza, pois de cada pessoa em sua condição natural pode-se dizer: aí abunda o pecado!

Por outro lado, contemplamos a inefável condescendência de Deus para com pobres vermes de pó como nós. Spurgeon, nesse sentido, trata da outra força que atua sobre a humanidade, a saber: a maravilhosa Graça Divina, definida pelo príncipe dos pregadores como:

“[…] o favor gratuito de Deus, a graça imerecida do sempre gracioso Criador contra quem temos ofendido, o generoso perdão, a bondade infinita, espontânea do Deus que tem sido provocado e irritado com o nosso pecado, mas que, deliciando-se com a misericórdia e entristecido de ter que ferir as criaturas que Ele fez, está sempre pronto para passar pela transgressão, a iniquidade e o pecado – e para salvar seu povo de todos as terríveis consequências de sua culpa.”

Ó, a superabundante onipotente, imortal, imutável graça de Deus! Mais do corresponde ao abundante pecado do homem, pois “pois traz, para suportar seu pecado, o sangue do Filho do Deus encarnado – e o majestoso e misterioso fogo do Espírito eterno que queima o mal e totalmente o consome!”

Não pela Lei, não pela “força” do homem, não qualquer “boa obra”, somente o Sangue de Cristo nos purifica de todo o pecado! Em Cristo somente a superabundante graça de Deus flui em direção a nós.

Neste Sermão, todo o Crente se identificará com o caminho trilhado por Spurgeon:

– O desespero inicial diante da Lei justa e santa de Deus, que é como um espelho que revela nossa podridão e maldade inatas;

– A conversão, como o início da batalha contra o pecado, e a relação entre a iluminação do Espírito e a percepção e sensibilidade crescentes quanto à pecaminosidade que ainda habita em cada Crente, e que milita contra o espírito renovado.

– E por fim, as bênçãos da salvação: Cristo nos restaurou e nos elevou a um nível bem maior do que a Queda nos arruinou! “O pecado trabalhou em nós um mal incalculável, mas a Graça tem feito esse mal ser um ganho para nós, pois agora somos comprados com sangue, como, de outra forma, nunca poderíamos ter sido […] A restauração maravilhosa que tem levantado e nos fez mais perfeitos do que éramos antes de sermos arruinados.”

Assim, somos exortados a fazer muito mais por Deus, do que já fizemos ou do que o mundo permanece a fazer por seus pecados! Após ler este sermão, que este clamor possa arder em cada coração: “Vamos criar coragem e solidamente afirmar as glórias de nosso Deus e as maravilhas do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo! Especialmente, nunca vamos nos envergonhar de dizer: ‘Ele me amou e se entregou por mim – bendito seja o Seu santo nome para todo o sempre. Amém.’”
 

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