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Sermão Nº 504, Eu Sei Que o Meu Redentor Vive, por C. H. Spurgeon

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“Porque eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, contudo ainda em minha carne verei a Deus, Vê-lo-ei, por mim mesmo, e os meus olhos, e não outros o contemplarão; e por isso os meus rins se consomem no meu interior” (Jó 19:25-27).

Nosso texto merece profunda atenção; este prefácio dificilmente seria escrito se não tivesse a maior importância no julgamento do patriarca que o pronunciou. Escutem o notável desejo de Jó: “Quem me dera agora, que as minhas palavras fossem escritas! Quem me dera, fossem gravadas num livro! E que, com pena de ferro, e com chumbo, para sempre fossem esculpidas na rocha” [Jó 19:23-24]. Talvez, Jó dificilmente estava consciente do pleno significado destas palavras que ele pronunciou, ainda assim, sua santa alma foi impressionada com o senso da importante revelação que estava oculta em suas palavras. Ele, portanto, desejou que pudesse registrá-las em um livro; o seu desejo foi realizado, o Livro dos livros embalsama as palavras de Jó. Ele desejou tê-las gravadas em uma rocha; gravadas profundamente com uma pena de ferro, e depois que as linhas fossem incrustadas com chumbo; ou ele as teria gravado, conforme o costume dos antepassados, sobre uma chapa de metal, assim o tempo não seria capaz de deteriorar a inscrição. Ele não obteve o seu desejo a este respeito, salvo apenas que sobre muitos e muitos sepulcros estas palavras de Jó permanecem registradas: “Eu sei que meu redentor vive”.

I. Primeiramente então, com o patriarca de Uz, VAMOS ADENTRAR AO SEPULCRO.

II. Agora, tendo vós descido à sepultura, e não tendo visto nada ali exceto o que é asqueroso, VAMOS OBSERVAR ACIMA COM O PATRIARCA E CONTEMPLAR UM NASCER DO SOL COM CONSOLO PRESENTE.

III. E agora, em terceiro e último lugar, como A ANTECIPAÇÃO DE FUTURO DELEITE, deixe-me chamar à sua lembrança a outra parte do texto.

Desde que sabemos que nosso Redentor vive, isto será o nosso consolo na vida, que embora nós caiamos nós não ficaremos prostrados; e desde que nosso Redentor vive, isto será nosso consolo na morte, ou seja, que embora vermes destruam este corpo, ainda em nossa carne nós veremos a Deus.

Que o Senhor adicione Sua bênção sobre as débeis palavras desta manhã, e a Ele seja a glória para sempre. Amém. 
 

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