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Um Estudo Sobre o Dispensacionalismo por A.W. Pink

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Cada linha deste maravilhoso tratado vale ouro! Nos cinco maravilhosos capítulos que compõem esta obra Arthur Pink não apenas desvela o moderno e pernicioso erro do Dispensacionalismo, como também desvela a beleza da interpretação fiel da Bíblia Sagrada, tomando-a como deve ser: Antigo e Novo Testamentos como um todo único, harmônico, perfeito, “a única, suficiente, correta e infalível regra de todo conhecimento, fé e obediência salvíficos” [CFB, Cap. I, seção 1], todo-útil e proveitoso para todo o povo de Deus em todas as eras.

Recomendamos a leitura atenciosa destas linhas, e rogamos que Deus abençoe este escrito para edificação e instrução de Seu povo na verdade, por Cristo. Amém!

A seguir é apresentado um tema central de cada capítulo:

• Capítulo 1.

A Bíblia é composta de muitas partes, primorosamente correlacionadas e vitalmente interdependentes entre si. Deus tanto controlou todos os agentes que Ele empregou na escrita da mesma, e assim coordenou os seus esforços, de modo a produzir um único Livro vivo. Dentro dessa unidade orgânica, de fato, há muita variedade, mas nenhuma contrariedade.

• Capítulo 2.

Não há conflito entre a Lei e o Evangelho da graça de Deus.

“… a Lei é ‘estabelecida’, não só na alta corte do Céu, mas nas almas dos redimidos. Assim, longe da lei e graça serem inimigas, elas são servas mútuas: a primeira revela a necessidade do pecador, a última a supre; uma faz as exigências de Deus conhecidas, a outra nos capacita a nos adequarmos a elas. A fé não se opõe às boas obras, mas executa-as em obediência a Deus, por amor e gratidão”.

• Capítulo 3.

Consciente ou inconscientemente, Dispensacionalistas estão, na realidade, repetindo o pecado de Joaquim, que mutilou a Palavra de Deus com seu canivete (Jeremias 36:23). Em vez de “abrir as Escrituras”, eles estão empenhados em trancar a maior parte delas para o povo de Deus dos nossos dias. Eles estão tão empenhados em fazer o trabalho do Diabo como estão os Altos Críticos, que, com suas facas de dissecação, estão erroneamente “dividindo a palavra da verdade”. Eles estão tentando forçar uma pedra goela abaixo daqueles que estão pedindo pão. Estas são, de fato, acusações graves e solenes, mas não mais do que o caso requer…

Por todos os meios, que a Palavra da Verdade seja “bem manejada”; não por dividi-la em diferentes “dispensações”, mas por distinguir entre o que é doutrinal e o que é prático, entre o que diz respeito aos perdidos e aquilo que é atribuído aos salvos…

Os santos do Antigo Testamento eram os sujeitos da mesma Aliança Eterna, tinham o mesmo bendito Evangelho, foram gerados para a mesma herança celestial que os santos do Novo Testamento…

Não apenas os lidares de Deus com o Seu povo durante os tempos do Antigo Testamento foram substancialmente os mesmo que aqueles com Seu povo hoje, mas em detalhes também. Não há discórdia, mas perfeita harmonia e concórdia entre eles.

• Capítulo 4.

Desde que a Queda alienou a criatura de seu Criador, não poderia haver relações entre Deus e os homens, senão por alguma promessa de Sua parte. Ninguém pode contestar nada da Majestade nas alturas, sem um mandado dEle mesmo, nem a consciência poderia ser satisfeita a menos que tivesse uma concessão Divina para qualquer bem que esperamos dEle.

Deus em todas as eras regulou o Seu povo por Suas promessas, de forma que eles possam exercer a fé, a esperança, a oração, a dependência dEle mesmo: Ele dá-lhes promessas, a fim de testá-los, se realmente confiam ou não nEle, se contam ou não com Ele.

As são feitas por meio de mediação e o Mediador é o Deus-homem, Jesus Cristo, pois não pode haver relações entre Deus e nós, exceto através do Árbitro nomeado. Em outras palavras, Cristo deve receber tudo de bom para nós, e devemos tê-lo de segunda mão, a partir dEle.

Que o Cristão sempre esteja sempre vigilante contra contemplar qualquer promessa de Deus à parte de Cristo.

Uma vez que todas as promessas de Deus são feitas em Cristo, segue-se claramente que nenhuma delas está disponível para qualquer um que esteja fora de Cristo, pois estar fora dEle é estar fora do favor de Deus….

Tendo apresentado acima um breve resumo sobre o tema das promessas Divinas, agora vamos examinar uma expressão impressionante, ainda que pouco notada, ou seja, “os filhos da promessa” (Romanos 9:8).

• Capítulo 5.

Nestes artigos nós estamos buscando mostrar o uso que os crentes devem fazer da Palavra de Deus: ou, mais particularmente, como é o seu privilégio e seu dever receber o todo dela como dirigidas imediatamente para si mesmos, e praticar a mesma, apropriando-se de seu conteúdo para as suas necessidades pessoais.

– Provas sobre como interpretar as Escrituras fornecidas pelo Espírito Santo e o Senhor Jesus na aplicação que Eles fizeram das Escrituras.

– O filho de Deus está em necessidade diária dessa obra graciosa do Espírito Santo: fazer com que a Palavra opere “eficazmente” (1 Tessalonicenses 2:13) dentro de sua alma e verdadeiramente regule a sua vida, para que ele possa reconhecer felizmente: “Nunca me esquecerei dos teus preceitos; pois por eles me tens vivificado” (Salmos 119:93).

 

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Que Deus abençoe a sua leitura!

 

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