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Semper Idem ou A Imutável Misericórdia de Jesus Cristo, por Thomas Adams

 

“Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.” (Hebreus 13:8)
 

Pelo nome de Jeová, Deus era conhecido por Israel, desde o momento da primeira missão de Moisés junto a eles, e seu êxodo do Egito, e não antes. Pois, disse Deus a Moisés: “Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido” (Êxodo 6:3). Este EU SOU é uma palavra eterna, compreendendo três tempos: “que era, que é, e que há de vir”.
 

Agora, para testificar a igualdade do Filho com o Pai, a Escritura dá a Jesus a mesma eternidade que é dada a Jeová. Ele é chamado o Alfa e Omega, primus et novissimus, “o Primeiro e o Último: o que é, que era e que há de vir” (Apocalipse 1), e aqui, “o mesmo ontem, e hoje, e eternamente”. Desta forma, Ele era não apenas Christus Dei, o ungido de Deus, mas também Christus Deus, o próprio Deus ungido; tendo em vista esta eternidade, que não tem começo nem fim, que é exclusiva e apropriada apenas para Deus.

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Uma Escala Ascendente Ou Passos Para Ações De Graças, por J. C. Philpot

 

Pregado em Providence ChapelOakham, em 13 de junho de 1865.

 

“Ele é o que perdoa todas as tuas iniquidades, que sara todas as tuas enfermidades, que redime a tua vida da perdição; que te coroa de benignidade e de misericórdia.” (Salmos 103:3-4)

 

Tudo o que Deus faz, tudo o que Deus tem feito, é para a Sua própria glória. Um Ser tão glorioso, como o grande auto-existente EU SOU não pode ter nenhum outro objeto, finalidade ou objetivo além de Sua própria glória e Sua manifestação às inteligências criadas. As Escrituras testemunham abundantemente esta verdade. Quando, por exemplo, elas falam sobre a criação, seu testemunho é: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos” [Salmos 19:1]. Assim testemunha o Salmo 8:1: “Ó Senhor, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus!”. Em um modo similar, no Livro de Apocalipse, uma canção de louvor emana dos vinte e quatro anciãos: “Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas” (Apocalipse 4:11).
 

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A Necessidade da Morte de Cristo, por Stephen Charnock

 

“Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória?” (Lucas 24:26)

Vejamos aqui o mal do pecado. Nada é mais adequado para mostrar a baixeza do pecado e a grandeza da miséria por causa dele, do que a satisfação devida por ele; como a grandeza de uma enfermidade é vista pela força do remédio, e o valor da mercadoria pela grandeza do preço que custou. Os sofrimentos de Cristo expressam o mal do pecado, muito acima dos julgamentos mais severos sobre qualquer criatura, tanto no que diz respeito à grandeza da Pessoa, e a amargura do sofrimento. Os gemidos moribundos de Cristo mostram a terrível natureza do pecado aos olhos de Deus; como Ele foi maior do que o mundo, por isso Seus sofrimentos declaram que o pecado é o maior mal do mundo. Quão maligno é que o pecado deva fazer Deus sangrar para curá-lo! Ver o Filho de Deus levado até a morte pelo pecado é a maior porção de justiça que jamais Deus executou. A terra tremeu sob o peso da ira de Deus, quando Ele puniu a Cristo, e os céus estavam escuros como se estivessem fechados para Ele, e Ele clama e geme, e nenhum alívio aparece; nada, senão o pecado é a causa da meritória aquisição disto.

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Um Ensaio Sobre O Calvinismo, por Patrick Hues Mell

 

“Calvinismo” foi designado a mim como o tema para um ensaio. Embora o assunto é abraçado em uma única palavra, os temas que ele contém são numerosos demais para admitir uma discussão detalhada dentro dos limites que me foram atribuídos. Meu ensaio, portanto, destacará apenas a dignidade das observações sobre o Calvinismo.

O que é o Calvinismo? É um sistema de doutrinas cridas estarem contidas na Bíblia, desenvolvido pela primeira vez de forma mais elaborada e consistente por João Calvino, e, portanto, chamado pelo seu nome. Este termo, no entanto, é usado como designação deste sistema de doutrinas unicamente por uma questão de conveniência, e não implica, de forma alguma, que qualquer uma dessas doutrinas se originaram com o Reformador de Genebra, ou que os Calvinistas são responsáveis por todos os sentimentos defendidos por ele.

A característica distintiva do Calvinismo é que ele sustenta a Soberania de Deus sobre todas as coisas, e o pecado não é uma exceção; e que Sua vontade é demonstrada ou de forma eficiente ou permissivamente em todas as existências e todos os eventos na terra. Deus não é apenas um Criador e Preservador, mas um Governante soberano e eficiente. Sua providência e Sua graça, portanto, controlam todas as coisas e eventos, grandes e pequenos, bons e maus, materiais e mentais. A partir de uma escolha inteligente, Ele permite que cada coisa nos homens seja moralmente errada, e por Sua graça, de forma eficiente opera neles tudo o que é moralmente certo. Como Criador, Preservador e Governador, Ele tem bastante inteligência para saber que Ele criaria; e Sua sabedoria e poder são adequados a todas as exigências do empreendimento em Sua incipiência, seu processo e sua consumação.

O mundo, portanto, em todos os seus detalhes físicos e morais, é exatamente como Deus projetou que fosse; e em todos os termos de sua história, em casos especiais, bem como os seus resultados gerais, ele vai realizar o que Ele projetou em sua criação, na sua preservação, e em seu governo. Ele não cometeu nenhum erro em Seu plano; portanto, nada acontece no Seu sistema de forma inesperada para Ele. Deus não é deficiente em poder, portanto, nada funciona ali à parte dEle. “Deus dispõe de e direciona para algum fim particular, cada pessoa e coisa a que ele deu, ou ainda está a dar, existência, e faz com que toda a criação seja subserviente a declarativa de sua própria glória”. “O Senhor fez todas as coisas para atender aos seus próprios desígnios, até o ímpio para o dia do mal” (Provérbios 16:4). “Tudo o que o Senhor quis, fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos” (Salmo 135:6). “O Senhor dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará. Este é o propósito que foi determinado sobre toda a terra; e esta é a mão que está estendida sobre todas as nações. Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?” (Isaías 14:24-27). “Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém” (Romanos 11:36).

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A Mudança e Perpetuidade do Sabath, por Jonathan Edwards

 

“Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.” (1 Coríntios 16:1-2)
 

Encontra-se mencionada com frequência no Novo Testamento uma coleta, feita pelas igrejas gregas para os irmãos da Judéia, que estavam reduzidos a uma aguda necessidade devido a uma fome que então prevalecia, e que era ainda mais crítica para eles devido a suas circunstâncias, tendo sido, desde o início, oprimidos e perseguidos pelos judeus incrédulos. Esta coleta, ou contribuição, é mencionada duas vezes no livro de Atos (11:28-30; 24:17). Também é notada em diversas Epístolas, como em Romanos 15:26 e em Gálatas 2:10. Todavia, é mais amplamente insistida nestas duas Epístolas aos Coríntios. Na primeira, no capítulo 16, e na segunda, nos capítulos 8 e 9. O apóstolo inicia suas instruções, que aqui ele entrega com relação a este assunto, com as palavras do nosso texto, no qual observamos:

 

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