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Uma Exposição de John Gill de 2 Coríntios 12:9

 

“E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo.” (2 Coríntios 12:9)


E disse-me... Ou pelo que os Judeus chamam קול בת, “Bath Kol”, uma voz do Céu, uma voz articulada audível; ou por alguma revelação extraordinária do Espírito de Deus; ou por uma impressão Divina sobre sua mente; pelo que ele foi assegurado do que se segue,

A minha graça te basta; o Senhor sempre ouve e responde ao Seu povo, mais cedo ou mais tarde, de uma forma ou de outra, embora nem sempre na forma e maneira que eles desejam; mas ainda de tal forma que seja mais para a Sua glória e bem deles. O apóstolo não teve seu pedido concedido, a saber, que Satanás se apartasse imediatamente dele, ele somente teve a garantia de uma suficiência da graça para apoiá-lo no âmbito do exercício, enquanto ele tiver que durar. Aqui parece haver uma alusão à palavra שדי, “Shaddai”, uma denominação de Deus (Gênesis 17:1), e significa, “que é suficiente”, porque Deus é todossuficiente, e este é um nome que pertence ao Messias. O anjo que Deus prometeu aos israelitas, que andaria diante deles no deserto (Êxodo 23:23, os judeus dizem é “Metatron” (que é uma corruptela da palavra “Mediador”), cujo nome é como o nome do seu mestre. “Metatron” por gematria é “Shaddai, que é suficiente”: no entanto, certo é que a graça de Cristo é suficiente por si só para todo o Seu povo, para todos os fins salvíficos, em todos os seus momentos de necessidade. É suficiente por si só, não para excluir a graça do Pai ou o Espírito; mas em oposição e distinção a qualquer outra coisa, que pode ser com ou sem razão chamada de graça. O que os homens geralmente chamam de graça comum ou suficiente, o que, dizem eles, é dado a todos os homens, é uma mera quimera; nenhuma graça é suficiente, senão a que é eficaz, e esta é apenas a graça de Cristo...

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Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Conclusão, por Charles Ray

 

[Sra. C. H. Spurgeon: Uma Biografia de Susannah Spurgeon • Capítulo 15 • 1905]


SraSpurgeon se foi, mas a sua obra permanece. Seus últimos pensamentos foram para o Fundo para Livros, e para os ministros pobres que são beneficiados por sua ajuda; e por sua vontade, ela deixou uma soma de dinheiro para a assistência do trabalho, que deve seu início e seu sucesso contínuo ao seu incansável zelo. Além disso, ela tinha manifestado o desejo de que sua amiga e companheira de 40 anos, a Srta. E. H. Thorne, continuasse o Fundo para Livros com seus vários segmentos; em conjunto com o pastor J. S. Hockey a SrtaThorne tem voluntariamente concordado em fazer isso, e seu entusiasmo para o trabalho perde somente para o da SraSpurgeon. Será uma questão de satisfação para todos os Cristãos que seguiram com interesse os esforços da senhora falecida, que não haja interrupção na condução do Fundo para Livros.

C. H. Spurgeon escreveu certa vez: “Este bom trabalho de fornecer alimento mental para os ministros nunca deveria cessar até que os seus rendimentos sejam dobrados. Que o Fundo para Livros da SraSpurgeon se torne uma fonte permanente de bênção para os ministros e igrejas!”. O trabalho não deve murchar por falta de fundos, e como a demanda tem sido sempre muito maior do que a oferta, os recursos para fornecer os livros não podem ser recebidos muito rapidamente. Que a mulher devotada que originou o “Fundo”, e que o conduziu com tal sucesso esplêndido por tanto tempo, e que tão generosamente em sua vida de serviços e firmeza, deixou algum dinheiro para o Fundo, sem dúvida sirva tão somente como um incentivo a outros “mordomos do Senhor” a darem liberalmente, para que este importante esforço pode prover cada vez mais às necessidades que levaram à sua instituição. Como um tributo à memória da SraSpurgeon, o que poderia ser melhor do que um presente para o Fundo para Livros, que ainda terá o nome dela? Se grandeza depende da quantidade de bem que se faz no mundo, se é apenas um outro nome para a devoção abnegada no serviço aos outros — e certamente a verdadeira grandeza é tudo isso — então a Sra. C. H. Spurgeon ficará para a posteridade como uma das maiores mulheres do seu tempo.

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Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Viuvez, por Charles Ray

 

Sra. C. H. Spurgeon: Uma Biografia de Susannah Spurgeon • Capítulo 14 • 1905]


A viuvez da SraSpurgeon durou quase doze anos, e em certo sentido, a sua vida, desde 1892, deve ter sido singularmente solitária, embora ela tenha tido seus dois filhos sempre perto para confortá-la e animá-la, e os muitos amigos de seu falecido marido estavam sempre prontos para atender a qualquer desejo que ela pudesse expressar. A tristeza, no entanto, não a tomava de maneira a impedir um trabalho útil e reflexivo. Na verdade, seus últimos anos foram, levando em consideração a sua idade e a enfermidade crescente, seus mais ocupados. O Fundo para Livros nunca foi autorizado a murchar; o Fundo de Apoio aos Pastores estava sempre pronto para ajudar os ministros dignos em doloridos apuros financeiros, e todos os outros segmentos originais da organização foram mantidos em uma condição florescente. Então a SraSpurgeon dedicou uma boa parte do seu tempo ao trabalho literário, seu opus magnum, claro, sendo “C. H. Spurgeon’s Autobiography, compiled from his Diary, Letters and Records [A Autobiografia de C. H. Spurgeon, compilada a partir de seu Diário, Cartas e Registros], no qual ela teve a ajuda do Sr. Harrald. Esta, como é do conhecimento geral, é uma obra monumental em quatro grandes volumes, e ocupou a SraSpurgeon vários em anos em sua preparação; todas as correspondências, sermões e livros de seu marido foram cuidadosamente pesquisados, a fim de fornecer o material para a autobiografia.

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Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Os Últimos Anos de Vida Conjugal, por Charles Ray

 

[Sra. C. H. Spurgeon: Uma Biografia de Susannah Spurgeon • Capítulo 13 • 1905]


Em 1880, o Sr. e a SraSpurgeon mudaram-se de Nightingale Lane, Clapham, para “Westwood”Beulah HillNorwood, a sua última casa na terra. As circunstâncias notáveis ​​presentes na venda da antiga casa e a compra da nova foram totalmente contadas em “A Vida de Charles Haddon Spurgeon”, e não é necessário repetir a história aqui. A nova casa foi uma grande melhoria em relação à antiga; não somente era localizada mais longe da fumaça e barulho de Londres, mas os quartos eram muito mais amplos e convenientes do que os da Helensburgh House, e os jardins cobriam quase nove hectares. A mudança efetiva, no entanto, foi um tempo de muito desconforto, embora a saúde da Sra. Spurgeon estava muito melhor do que tinha sido por muito tempo antes. “Que agitação do próprio ninho tranquilo esta remoção é”, ela escreveu em seu diário, “e quão carinhosamente se aprende a olhar para objetos familiares a partir dos quais devemos ser separados para sempre. O coração anseia por um amável lugar conhecido familiarmente por vinte e três anos e cheio de associações felizes e solenes. Todos os cantos, tanto da casa quanto do jardim, estão repletos de memórias doces ou tristes, e a lembrança da grande misericórdia se agarram como uma rica tapeçaria às paredes dos quartos desolados. Nesta local quase um quarto de século de feliz vida conjugal foi passada, e embora ambos, marido e esposa foram chamados a sofrer dor física severa e meses de fraqueza dentro de seus limites, para nós a nossa casa tem sido muito mais vezes ‘Betel’ do que ‘Boquim’...

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Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Continuação do Sucesso do Fundo para Livros, por Charles Ray

 

[Sra. C. H. Spurgeon: Uma Biografia de Susannah Spurgeon • Capítulo 12 • 1905]


Relatar algo como uma história de Fundo para Livros da SraSpurgeon nestas páginas está completamente fora de questão. Aqueles que desejam um relato detalhado de como o trabalho cresceu e prosperou e foi desenvolvido ano após ano, vai encontrá-lo nos volumes de relatos que a própria SraSpurgeon preparou “Ten Years of My Life” [Dez Anos da Minha Vida] e “Ten Years After” [Dez Anos Depois]. Que o trabalho cresceu, prosperou e desenvolveu-se em uma comparação entre as estatísticas mostrar-se-á claramente o grande êxito durante doze meses. Assim, em 1881 o número de volumes distribuídos foi de 7.298, e 10.517 sermões individuais de C. H. Spurgeon foram enviados em volumes para distribuição gratuita. Em 1883, os livros para o ano tinham aumentado para 1.351; no ano seguinte, o número foi de 9.149, e os sermões, 11.981, enquanto três anos mais tarde a distribuição anual incluiu 10.311 volumes e 21.227 sermões.

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Uma Biografia de Susannah Spurgeon: O Fundo Para Livros Cresce, por Charles Ray

 

[Sra. C. H. Spurgeon: Uma Biografia de Susannah Spurgeon • Capítulo 11 • 1905]


Poucos meses antes do Fundo para Livros ser originado, a SraSpurgeon tinha semeado em um grande jardim num vaso de flores, algumas sementes de limão, na esperança de que pelo menos uma delas brotaria e cresceria uma planta saudável. Com certeza, uma enraizou, e um caule frágil com duas folhas minúsculas fez a sua aparição, e foi carinhosamente tratada por sua dona. Em um momento feliz a mente da SraSpurgeon associou o seu Fundo para Livros, então, a um “renovo”, cuja existência continuada poderia ser precária, mas que tinha possibilidades esplêndidas na mesma, como o pequeno limoeiro, e uma vez que este floresceu e cresceu, ela determinou considerá-lo como algo na natureza, como um presságio de prosperidade do seu Fundo, cada folha representando uma soma de cem libras, que mais cedo ou mais tarde, certamente viriam à mão. O crescimento da árvore era regular e contínuo, e, curiosamente, o Fundo manteve o ritmo com ela. Tão logo as folhas frescas eram formadas, logo novos assinantes vinham à frente para ajudar no labor de amor da SraSpurgeon, e durante toda a sua história o Fundo para Livros e o limoeiro foram associados na mente da senhora, a quem ambos eram tão queridos.

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II Coríntios 4

  • Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus... Veja mais

Reflexões

"Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas. Porque contigo entrei pelo meio duma tropa, com o meu Deus saltei uma muralha. O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; é um escudo para todos os que nele confiam."
(Salmo 18:28-30)
Sola Scriptura!
"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
(Mateus 28:19-20)
Sola Scriptura!
"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescen-tadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal."
(Mateus 6:33-34)
Sola Scriptura!

A Confissão De Fé Batista de 1689

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    Uma Palavra dos Editores A fé é a base da alegria verdadeira. O Objeto da Verdadeira Fé Evangélica é o Senhor Jesus Cristo, segundo as Escrituras test... Download