Consolai, por Robert Murray M’Cheyne

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“Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai benignamente a Jerusalém, e bradai-lhe que já a sua milícia é acabada, que a sua iniquidade está expiada e que já recebeu em dobro da mão do Senhor, por todos os seus pecados” (Isaías 40:1-2)

Estas palavras são uma explosão das trombetas prateadas do Evangelho. Bem-aventurado é o povo que conhece o som alegre. Elas são como as palavras do anjo, em Belém: “Eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo” [Lucas 2:10]. Esta é a voz do Pastor, que todo o Seu rebanho conhece e ama.

I. Os crentes têm recebido punição em dobro por todos os seus pecados. “Já recebeu em dobro da mão do Senhor, por todos os seus pecados”, versículo 2. Existem duas maneiras pelas quais os pecadores podem suportar o castigo de seus pecados.

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A Mudança e Perpetuidade do Sabath: A Perpetuidade do 4º Mandamento – Jonathan Edwards

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“Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for”. (1 Coríntios 16: 1, 2)

Encontra-se mencionada com frequência no Novo Testamento uma coleta, feita pelas igrejas Gregas para os irmãos da Judéia, que estavam reduzidos a uma aguda necessidade devido a uma fome que então prevalecia, e que era ainda mais crítica para eles devido a suas circunstâncias, tendo sido, desde o início, oprimidos e perseguidos pelos Judeus incrédulos. Esta coleta, ou contribuição, é mencionada duas vezes no livro de Atos (11:28-30 e 24:17). Também é notada em diversas Epístolas, como em Romanos 15:26 e em Gálatas 2:10. Todavia, é mais amplamente insistida nestas duas Epístolas aos Coríntios. Na primeira, no capítulo 16, e na segunda, nos capítulos 8 e 9. O apóstolo inicia suas instruções, que aqui ele entrega com relação a este assunto, com as palavras do nosso texto, no qual observamos:

1. Qual é o dever que o apóstolo os instrui a fazer: o exercício e a manifestação de caridade para com seus irmãos, repartindo com eles para o suprimento de suas necessidades. Isto foi com frequência insistido por Cristo e pelos apóstolos como um dever primordial da religião Cristã, e é assim expressamente declarado ser pelo Apóstolo Tiago, no capítulo 1:27: “A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações”.

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A Milícia da Fé – Arthur Walkington Pink

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Há alguns que ensinam que os cristãos que se envolvem no combate espiritual estão vivendo abaixo de seus privilégios. Eles insistem que Deus está disposto a fazer todo o nosso combate para nós. Seu slogan de estimação é: “Deixe acontecer, e deixe Deus agir” Eles dizem que o cristão deve deixar a batalha para Cristo. Há uma meia verdade nisso, mas uma meia verdade quando levada a extremos, torna-se erro. A meia verdade é que o filho de Deus não tem a força em si mesmo, Cristo diz aos seus discípulos: “Sem Mim, nada podeis fazer” (João 15:5). No entanto, isso não significa que devemos ser meramente passivos, ou que o estado ideal na vida é simplesmente ser autômatos Galvanizados. Há também um lado positivo, ativo e agressivo na vida cristã, que apela para o exercício dos nossos maiores esforços, para o uso de todas as faculdades, uma cooperação pessoal e inteligente com Cristo.

Não há pouco do que é conhecido como “a vida vitoriosa” sendo ensinado que é virtualmente uma negação da responsabilidade do cristão. É desequilibrada. Embora enfatizando um aspecto da verdade, infelizmente ignora outros aspectos igualmente necessários e importantes, a serem mantidos diante de nós. A Palavra de Deus declara que “Porque cada qual levará a sua própria carga” (Gálatas 6:5), o que significa que ele deve cumprir sua obrigação pessoal. Santos são convidados: “purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito” (2 Coríntios 7:1), e “guardar-se da corrupção do mundo” (Tiago 1:27). Somos exortados a “vencer o mal com o bem” (Romanos 12:21). O apóstolo Paulo declarou: “Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão” (1 Coríntios 9:27). Assim, negar que o cristão é chamado a se envolver em uma guerra incessante contra a carne, o mundo e o diabo, é fugir diante da face de muitas evidentes Escrituras.

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A Bondade do Redentor para com a Alma Crente – Robert Murray M’Cheyne

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“Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado? Debaixo da macieira te despertei, ali esteve tua mãe com dores; ali esteve com dores aquela que te deu à luz. Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas. As muitas águas não podem apagar este amor, nem os rios afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens de sua casa pelo amor, certamente o desprezariam” (Cânticos 8:5-7)

 Apresentaremos o grande Redentor e uma alma crente, e lhes faremos ouvir seu diálogo.


I.
A postura da Igreja.

1. Desde o deserto. Para um filho de Deus este mundo é um deserto.

Primeiro, porque tudo aqui está desvanecendo. Aqui não há nada permanente, o dinheiro tem asas e foge; os amigos morrem. Todos são como a erva, e se alguns são mais belos, ou mais atraentes do que outros, ainda assim eles são apenas como a flor da erva: um pouco mais ornamentada, mas murchando, muitas vezes brevemente. Às vezes, um conforto mundano é como aboboreira de Jonas; ela cresceu por cima da cabeça para ser uma sombra, para livra-lo do seu sofrimento. E Jonas se alegrou com a aboboreira, mas Deus enviou um verme, quando o amanhecer do dia seguinte levantou-se, e secou a aboboreira. Assim, o nosso conforto mundano às vezes cresce sobre a nossa cabeça, como uma sombra, e nós ficamos muito alegres pela nossa aboboreira; mas Deus prepara um verme, e desfalecemos, e ficamos angustiados até à morte. Aqui nós não temos nenhuma cidade permanente, mas buscamos a futura. Este é um deserto: “Levantai-vos, e ide-vos, porque este não é lugar de descanso; por causa da imundícia que traz destruição” [Miquéias 2:10]. Um cristão experiente olha para tudo aqui como não permanente; pois as coisas que se veem são temporais, mas as coisas que se não veem são eternas.

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Evangelismo Moderno, por Arthur Walkington Pink

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A maioria do chamado evangelismo dos nossos dias é uma tristeza para os cristãos genuínos, pois eles sentem que ele não tem qualquer garantia escriturística, que está desonrando a Deus, e que ele está enchendo as igrejas com professos vazios. Eles estão chocados que tão espumosa superficialidade, excitação carnal e sedução mundana estejam associadas com o santo nome do Senhor Jesus Cristo. Eles lamentam o baratea-mento do Evangelho, a sedução de almas incautas, e a carnalização e comercialização do que é para eles inefavelmente sagrado. Requer pouco discernimento espiritual para perceber que as atividades evangelísticas da cristandade durante o último século têm constantemente deteriorado de mal a pior, mas poucos parecem perceber a raiz de onde este mal surgiu. Agora, será nosso esforço expô-la. Seu objetivo foi errado e, portanto, o seu fruto é defeituoso.

O grande projeto de Deus, do qual Ele nunca foi e nunca Se desviará, é glorificar a Si mesmo – Manifestar ante Suas criaturas que Ele é um Ser infinitamente glorioso. Esse é o grande objetivo e ao final Ele terá em tudo aquilo que Ele faz e diz. Pois que Ele sofreu que o pecado entrasse no mundo. Pois, Sua vontade foi que Seu Filho amado Se tornasse carne, rendesse perfeita obediência à lei divina, sofresse e morresse. Pois que Ele agora está tomando para fora do mundo um povo para Si mesmo, um povo que deve mostrar eternamente os Seus louvores. Pois que tudo é ordenado por Seu trato providencial. Até tudo na terra está agora sendo dirigido, e realmente executará o mesmo. Nada mais do que isso é o que regula a Deus em todas as suas atuações: “Porque dele, e por dele, e para ele são todas as coisas, glória, pois a ele para sempre. Amém” (Romanos 11:36).

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A Porção dos Ímpios – Jonathan Edwards

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“Mas ira e indignação aos facciosos, que desobedecem à verdade e obedecem à injustiça. Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego”. (Romanos 2:8, 9 – ARA)

É a intenção do apóstolo Paulo, nos três primeiros capítulos desta Epístola, mostrar que tanto Judeus quanto Gentios estão debaixo do pecado e que, portanto, não podem ser justificados por obras da lei, mas apenas pela fé em Cristo. No primeiro capítulo, ele mostrou que os Gentios estavam debaixo do pecado. Neste, mostra que os judeus também estão, e que, conquanto fossem severos nas suas censuras aos Gentios, faziam as mesmas coisas que condenavam, pelo que o apóstolo os acusa: “Portanto, és indesculpável, ó homem, quando julgas, quem quer que sejas; porque, no que julgas a outro, a ti mesmo te condenas; pois praticas as próprias coisas que condenas”. E os adverte que não sigam por este caminho, prevenindo-os da miséria a que ficariam expostos, e dando-lhes a entender que, ao invés de sua miséria ser menor que a dos Gentios, seria maior, pelo fato de Deus ter sido mais benevolente para com eles do que para com os Gentios. Os Judeus achavam que estavam livres da ira vindoura, porque Deus os escolhera para ser Seu povo peculiar. Mas o apóstolo os informa que haveria indignação e ira, tribulação e angústia, para a alma de todo homem, não apenas dos Gentios, mas para toda alma, e para o do Judeu primeiramente e em especial, quando faziam o mal, pois seus pecados tinham mais agravantes. (continue reading…)


As Consequências da Depravação Humana – Arthur Walkington Pink

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As Consequências da Depravação Humana – Parte 1

A chave que nos abre o mistério da depravação humana é encontrada em uma correta compreensão das relações que Deus nomeou entre o primeiro homem e a sua posteridade. Como a grande verdade da redenção não pode ser correta e inteligentemente apreendida até que percebamos a conexão federal, que Deus ordenou entre o Redentor e os redimidos, nem pode a tragédia da ruína do homem ser contemplada em sua correta perspectiva, a menos que a vejamos à luz da apostasia de Adão do seu Criador. Ele foi o protótipo de toda a humanidade. Enquanto ele permanecia por toda a raça humana, assim nele Deus lidou com todos os que descenderiam dele. Se Adão não fosse a nossa cabeça do pacto e representante federal, a mera circunstância de que ele era o nosso primeiro pai não nos teria envolvido nas consequências jurídicas de seu pecado, nem teríamos o direito de recompensa legal de sua justiça se ele tivesse mantido a sua integridade e servido sua experiência condicional ao render ao seu Criador e Senhor aquela obediência que Lhe era devida e que era totalmente capacitado a executar. Foi divinamente constituído o nexo (princípio conectante ou vínculo) e unidade do primeiro homem e toda a humanidade à vista da Lei, o que explica a participação deste último na penalidade efetuada sobre o primeiro. (continue reading…)


Santificação, por Thomas Watson

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“Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Tessalonicenses 4.3).

A palavra santificação significa consagrar e separar para uso sagrado. Por conseguinte, elas são pessoas santificadas que estão separadas do mundo e separadas para o serviço de Deus. Santificação tem uma parte privativa e outra positiva.

I. A parte privativa consiste na remoção do pecado. O pecado é comparado ao fermento, que leveda; e à lepra, que contamina. A santificação remove “o velho fermento” (1Co 7). Embora não tire a existência do pecado, no entanto, elimina o amor a ele.

II. A parte positiva, que é a depuração espiritual da alma; que na Escritura é chamada de “renovação da nossa mente” (Rm 12.2), e a “coparticipação da natureza divina” (2Pe 1.4). Os sacerdotes sob a Lei não foram apenas lavados numa grande pia, mas também adornados com um glorioso vestuário (Êx 28.2); assim também a santificação não só lava do pecado, mas adorna com pureza. O que é santificação? É um princípio da graça produzido de forma salvadora, pelo qual o coração se torna santo e feito segundo o coração de Deus. Uma pessoa santificada tem não só o nome de Deus, senão também Sua imagem. Na exposição da natureza da santificação, vou mostrar as seguintes sete posições:

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A Doutrina da Eleição, por João Calvino

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“Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; e que é manifesta agora pela aparição de nosso Salvador Jesus Cristo, o qual aboliu a morte, e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo Evangelho” (2 Timóteo 1:9-10).

Nós mostramos nesta manhã, de acordo com o texto de São Paulo, que se nós quisermos conhecer a livre misericórdia de nosso Deus em nos salvar, devemos nos achegar a Seu conselho eterno pelo qual Ele nos escolheu antes da fundação do mundo. Pois aqui pode-mos ver que Ele não tinha nenhuma estima às nossas pessoas, nem à nossa dignidade, nem a quaisquer méritos que poderiam haver em nós. Antes de nascermos, estávamos inscritos em Seu registro; Ele já havia nos adotado por Seus filhos. Portanto, vamos atribuir tudo à Sua misericórdia, sabendo que não podemos nos orgulhar de nós mesmos, a não ser que roubemos a honra que pertence a Ele.

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Sermão Nº 2619, O Capitão de Nossa Salvação, por Charles Haddon Spurgeon

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Pregado por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano,
Newington, na Quinta-feira, 19 de janeiro de 1882.
Destinado para Leitura no Dia do Senhor, 23 de Abril de 1899.

“Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e mediante Quem tudo existe, trazendo muitos filhos à glória, consagrasse pelas aflições o príncipe da salvação deles.” (Hebreus 2:10)


OBSERVEM, queridos amigos, quão glorioso é Deus. A descrição dada aqui pelo Apóstolo contém apenas poucas palavras, e essas quase todas pequeninas, mas quão plenas de significado elas são! “Aquele, para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe”. Aqui vocês têm Deus manifesto como sendo tanto o princípio e o fim de tudo! Todas as coisas são para Ele – para efetuar Seu desígnio, cumprir Seu propósito, operar a Sua glória, e isso porque todas as coisas são por Ele – em sua primeira criação, em sua posterior preservação e em tudo o que ainda está por vir sobre elas! De quem fala isso o Apóstolo, senão do Deus Triuno, ao qual seja a glória para todo o sempre? De que “Aquele” fala-se isso, se quisermos ser ainda mais exatos, senão do Pai que fez o Seu Filho perfeito em trazer muitos filhos à glória? É o Pai “para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe”.

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Uma Palavra Sincera Aos Não-Convertidos, por Richard Baxter

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Para todas as Pessoas não santificadas que lerão este Livro; especialmente para os meus ouvintes em Borough e Paróquia de Kiderminster.

Homens e Irmãos,

O Deus eterno, que fez vocês para a vida eterna, e os redimiu por meio de Seu único Filho, quando vocês perderam isto e a si mesmos, estando consciente de vocês em vosso pecado e miséria, tanto compôs o Evangelho, e o selou por Seu Espírito, e ordenou a seus ministros prega-lo ao mundo, para que o perdão seja livremente oferecido a vocês, e o céu sendo posto diante de vocês, Ele pode chama-los para fora de seus prazeres carnais, e de seguir após o mundo enganador, e familiariza-los com a vida para a qual vocês foram criados e redimidos, antes que vocês estejam mortos e fora de remediação.

Ele enviou a vocês não profetas ou apóstolos, que receberam a sua mensagem por imediata revelação; mas ainda assim Ele vos chamou por Seus ministros comuns, que são comissionados por Ele a pregar o mesmo Evangelho o qual Cristo e Seus apóstolos pregaram, primeiramente. O Senhor vê como vocês se esqueceram dEle e o vosso fim último, e quão leve vocês consideram as coisas eternas, como homens que não compreendem o que tem que fazer ou padecer. Ele vê quão vigorosos vocês são em pecar, e quão alarmantemente sem temor, e quão descuidados de suas almas, e como as obras de infidelidade estão em suas vidas, enquanto a crença dos Cristãos está em suas bocas.

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O Vale da Visão

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Senhor, alto e santo, manso e humilde, Tu me trouxeste para o vale da visão, onde eu vivo embora nas profundezas, vejo-Te nas alturas; cercado por montanhas de pecado eu contemplo a Tua glória.

Permita-me aprender pelo paradoxo que o caminho para baixo é o caminho para o alto, que ser rebaixado é ser elevado, que o coração quebrantado é o coração curado, que o espírito contrito é o espírito alegre, que a alma arrependida é a alma vitoriosa, que não ter nada é possuir tudo, que carregar a cruz é usar a coroa, que dar é receber, que o vale é o lugar da visão.

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As Características do Verdadeiro Cristão, por Paul David Washer

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Vamos abrir as nossas bíblias no livro de 1 João, capítulo 2, verso 7. Vamos ficar em pé.

“Irmãos, não vos escrevo mandamento novo, mas o mandamento antigo, que desde o princípio tivestes. Este mandamento antigo é a palavra que desde o princípio ouvistes. Outra vez vos escrevo um mandamento novo, que é verdadeiro nele e em vós; porque vão passando as trevas, e já a verdadeira luz ilumina. Aquele que diz que está na luz, e odeia a seu irmão, até agora está em trevas. Aquele que ama a seu irmão está na luz, e nele não há escândalo. Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos”. (1 João 2:7-11)

Vamos orar.

Pai, oro pra que uses a Tua palavra na vida de muitos de acordo com a necessidade e de acordo com aquilo que Te trará a maior glória, em nome de Jesus. Amém.

Podem sentar-se. Estamos em 1 João por um pouco e estamos discutindo a verdadeira evidência da salvação. Como alguém pode saber que é verdadeiramente nascido de novo? Não é simplesmente porque repetiram uma oração. Não é simplesmente porque se juntaram a alguma organização religiosa ou porque fizeram algum ritual religioso. A evidência de salvação é um trabalho de Deus nas nossas vidas, que nos faz crescer em conformidade com o Seu caráter e em conformidade com a Sua vontade. Temos a garantia de que verdadeiramente nascemos de novo porque as coisas que estão escritas em 1 João se encontram em nossas vidas, pelo menos em algum nível.

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Dedicação Matinal

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Deus Todo-Poderoso, enquanto eu cruzo o limiar deste dia, eu confio a mim mesmo, alma, corpo, afazeres, amigos, ao Teu cuidado.

Vigia-me, guarda-me, orienta-me, dirija-me, santifica-me, abençoa-me.

Inclina o meu coração para os Teus caminhos.

Molda-me totalmente à imagem de Jesus, como um oleiro faz com o barro.

Que meus lábios sejam uma harpa bem afinada para ressoar Teu louvor.

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Auxílio Divino

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Tu és o Deus Bendito, feliz em Si mesmo, fonte de felicidade para Tuas criaturas, meu Criador, Benfeitor, Possuidor, Defensor. Tu me criaste e tens me sustentado, me auxiliado e livrado, me salvado e guardado; Tu és, em cada situação, capaz de satisfazer as minhas necessidades e misérias.

Que eu viva por Ti, viva para o Senhor, nunca sendo satisfeito com o meu progresso Cristão, senão à medida que eu me assemelhar a Cristo; e puder ser conformado com Seus princípios, temperamento e conduzido a crescer a cada hora em minha vida. Deixe Teu amor sem precedentes restringir-me à santa obediência, e torna o meu dever em meu prazer. Se os outros julgarem minha fé como loucura, minha mansidão como fraqueza, meu zelo como tolice, minha esperança como ilusão, minhas ações como hipocrisia, me alegro em poder sofrer pelo Teu nome.

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Os Respectivos Deveres dos Maridos e das Esposas, por John Gill

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Estão sob o nome de “culto” ou “adoração”; sendo que todos possam ser realizados com respeito a Deus, sob a Sua autoridade, de acordo com a Sua vontade e ordenança, em obediência a Ele, e tendo em vista a Sua glória. Desta forma todos os direitos relativos e mútuos devem ser executados; a sujeição das esposas aos seus maridos deve ser feita como “ao Senhor”, a Cabeça do homem, e em obediência a ele; e os maridos devem amar suas esposas, “como Cristo amou a igreja”, de acordo com o Seu padrão e exemplo, e como que influenciado por Seu amor (Efésios 5:21, 29). Os filhos devem obedecer aos seus pais “no Senhor”, como sendo o que ele exige, e tem incentivado por Sua promessa; e os pais, como um ato de religião, devem educar os seus filhos “na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6:1, 4). Os servos devem ser obedientes aos seus senhores, “como ao Senhor”, como seus servos, e “fazer a vontade de Deus de coração”; e “com boa vontade fazendo o serviço, como ao Senhor, e não aos homens, temendo a Deus”. E os patrões devem fazer o seu dever para com seus servos; “sabendo que eles também têm um Senhor no céu”, a quem eles devem prestar contras, (Efésios 6:5-9; Colossenses 3:22-24, 4:1) os indivíduos devem obedecer aos magistrados, como sendo o “os poderes ordenados por Deus”, e a magistratura uma ordenança de Deus; e os magistrados devem proteger os seus súditos, e ser “o terror, não para as boas obras”, antes eles devem estimular e louvar estas, mas devem vingar e castigar aqueles que são maus (Romanos 13:1-4; 1 Pedro 2:13-14). Deus tem uma preocupação em todos estes, e os homens têm uma preocupação com Ele em relação eles.

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Anseios por Deus

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Meu querido Senhor, eu posso apenas dizer que Tu sabes que eu não anseio por nada, senão Tu mesmo, nada, a não ser santidade, nada a não ser união com a Sua vontade.

Tu me concedeste esses desejos, e só Tu podes dar-me o que é desejado.

A minha alma anseia por comunhão com o Senhor, por mortificação da corrupção que habita dentro de mim, especialmente o orgulho espiritual.

Quão precioso é ter um terno sentimento e clara apreensão do mistério da piedade, da verdadeira santidade!

Que bem-aventurança é ser como Tu, tanto quanto for possível para uma criatura ser como Seu Criador!

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Sinceridade

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Senhor da imortalidade, diante de quem os anjos e arcanjos escondem o rosto, capacita-me a servi-lO com reverência e piedoso temor. Tu que és Espírito e requer verdade no íntimo, me ajude a Te adorar em espírito e em verdade. Tu que és justo, não me deixe abrigar o pecado em meu coração, ou satisfazer um temperamento mundano, ou buscar satisfação nas coisas que perecem.

Apresso-me em direção a um momento quando os propósitos e posses terrenos parecerão vãos, quando será indiferente se eu tenho sido rico ou pobre, bem-sucedido ou decepcionado, admirado ou desprezado. Mas será de um momento eterno se eu tenho lamentado pelo pecado, sentido fome e sede de justiça, amado o Senhor Jesus com sinceridade, gloriando-me em Sua Cruz.

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Em Oração

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Ó Senhor, em oração eu lanço-me além, no mundo eterno, e neste grande oceano minha alma triunfa sobre todos os males, às margens da mortalidade. O tempo, com os seus divertimentos alegres e decepções cruéis nunca parecem tão irrefletidos quanto nessa ocasião.

Em oração vejo-me como nada; Encontro meu coração buscando-Te com intensidade e anela com sede veemente viver para Ti. Bendito sejam os fortes ventos do Espírito que me apressam em meu caminho para a Nova Jerusalém.

Em oração todas as coisas aqui abaixo desaparecerem, e nada parece importante, senão a santidade de coração e a salvação dos outros.

Em oração todas as minhas preocupações mundanas, medos, angústias desaparecem, e são de tão pouca importância como um sopro de vento.

Em oração minha alma exulta interiormente com pensamentos vivificados com o que Tu estás fazendo pela Tua igreja, e eu anseio que Tu obtenhas um grandioso nome da parte dos pecadores que voltam a Sião.

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Sermão Nº 3175, Paz! Paz Perfeita!, por Charles Haddon Spurgeon

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“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti” (Isaías 26:3)

 

Como nós temos nos reunido neste quarto de enfermidade e todos vós quereis que vos fale, nós cuidadosamente entoaremos o hino que você acabou de cantar. É o Nº 730 no Hinário, Sacred Songs e Solos, ou o de Nº 7 no Christian Choir. Que o Divino Mestre nos leve às minas da Verdade de Deus e nos mostre as coisas profundas de Deus!

“Paz, Paz perfeita! Neste tenebroso mundo do pecado?
O sangue de Jesus sussurra paz interior”.

Paz, sim, paz perfeita! Este é o Céu interior! Paz brilhando com uma luz celestial, mesmo na meia-noite deste mundo de preocupações. Não podemos desfrutar a verdadeira paz enquanto o pecado permanece na consciência. Bem pode o oceano ficar quieto enquanto uma tempestade se enfurece, ou descansarem as aves marinhas nas ondas quando a tempestade é uma mistura de terra e do céu? Quanto mais a consciência é iluminada, mais certamente ela proibirá a paz enquanto o pecado permanecer, pois seu veredito ho-nesto é que o pecado merece a ira de Deus e deve ser punido. Toda compreensão verti-cal assente à justiça daquela dispensação pela qual “e toda a transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição” [Hebreus 2:2]. Para mim, quando fui convencido do pecado, parecia que Deus não poderia ser Deus se Ele não me punisse pelos meus pecados. Devido a essa convicção profunda, aquela grande Verdade do Evangelho: “O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” [1 João 1:7], tornou-se uma mensagem celestial, mais doce do que a música das harpas dos anjos! Então eu vi, com surpresa feliz, que Deus em Cristo Jesus é justo e justificador daquele que crê. Para mim, a gloriosa doutrina da Substituição era um poço no deserto e ainda é assim. Eu acredito nela com toda a minha alma. Um homem honesto, se ele está em dívida, sempre estará em apuros até que o débito seja removido. Mas quando a dívida for paga, ele salta em liberdade e alegria! Quando eu soube que a minha enorme dívida do pecado havia sido totalmente paga pelo Senhor Jesus Cristo, que fez isso para todos os crentes, então, esteve o meu coração em paz! Como eu desejo que todos vocês possam se juntar a mim e ao Bispo Bickersteth, e cantarmos com ênfase:

“Paz! Paz perfeita! Neste tenebroso mundo do pecado?
O sangue de Jesus sussurra paz interior.”

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